Econométrica: Orleans lidera em todos os cenários e Braide aparece abaixo dos 30%

A nova pesquisa do Instituto Econométrica traz dados da corrida eleitoral para o governo do Maranhão. Segundo os números do levantamento, encomendado pelo Imirante, a disputa é liderada pelo secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB).

No primeiro cenário estimulado, Orleans aparece com 34,7% das intenções de voto. Ele é seguido por Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luís, que tem 27,9%. Lahesio Bonfim (Novo), ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, tem 17,1% e o vice-governador, Felipe Camarão (PT), 8,5%.

Já no cenário sem o prefeito de São Luís, os números são: Orleans Brandão (44%), Lahesio Bonfim (23,7%) e Felipe Camarão (13,1%). Não Sabem ou não responderam somaram 10,5% e nulo, 8,7%.

Sobre a expectativa de vitória, o maior percentual também é o emedebista. Dos entrevistados, 40,3% disseram que acreditam que Orleans será o próximo governador do Maranhão. Já para 24%, quem comandará o estado será Braide. Outros 10,6%, afirmaram que será Lahesio o eleito e 5,5% opinaram dizendo que o governador será Felipe Camarão.

Quanto à rejeição, a maior é do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes. Ds ouvidos, 24,1% afirmaram que não votam em Lahesio. Em Camarão, 23,1% garantiram que não votam. Os que não votam em Orleans somam 17,7%. A menor rejeição é do prefeito de São Luís: 7,3%.

O Instituto Econométrica também traz o gráfico sobre a evolução da corrida para o governo do Maranhão. A pesquisa ouviu 1.365 eleitores nos dias 3 e 6 de dezembro. O levantamento tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos.

Pesquisa DataIlha aponta Maura Jorge como sexto nome mais lembrado em São Luís para o Governo do Maranhão — mesmo sem campanha na capital
Uma pesquisa espontânea realizada pelo Instituto DataIlha, exclusivamente com eleitores da capital São Luís, revelou os 6 nomes mais lembrados pelos ludovicenses quando o assunto é Governo do Maranhão.
A aparição espontânea de Maura Jorge na pesquisa — sem campanha ou divulgação na capital, sem pré-candidatura anunciada e sem atuação política direta em São Luís — indica lembrança popular ativa e um nível de reconhecimento estadual consolidado, a posicionando
em sexto lugar.
✅ Os 6 nomes lembrados pelos eleitores de São Luís:
1.Eduardo Braide
2.Orleans Brandão
3.Carlos Brandão
4.Felipe Camarão
5.Lahesio Bonfim
6.Maura Jorge

Os deputados Dr. Yglésio (PRTB), Catulé Júnior (PP) e Neto Evangelista (União) expuseram a verdade e desconstruíram a narrativa de oposicionistas que tentavam transferir para o governador Carlos Brandão a responsabilidade pelo processo de impeachment do prefeito Eduardo Braide, por crime de improbidade, que estava em andamento na Câmara de São Luís. Os parlamentares reforçaram, na sessão desta terça-feira (9), na Assembleia Legislativa, que as afirmações não passavam de politicagem da oposição.

“A grande verdade foi que um aposentado, revoltado com a perda do direito adquirido do seu salário, que pegou uma facada de R$ 10 mil no bolso, por mês, entrou com uma representação na Câmara por descumprimento de uma lei em vigência, portanto, um crime de improbidade manifesto”, esclareceu Dr. Yglésio.

Com argumentos incisivos, o parlamentar do PRTB deixou, inclusive, o deputado Fernando Braide, que é irmão do prefeito, sem reação.

“O senhor acha justo 400 pessoas terem rebaixado os salários em R$ 10 mil? Auditores do município em fim de carreira, em início de aposentadoria, aposentados, médicos que contribuíram por mais de 25 anos? O senhor acha justo que o seu irmão, por um exercício mero de vaidade, possa tirar dessas pessoas o sustento dentro de casa?”, questionou.

Em resposta, Fernando Braide retrucou: “Até me cortou o raciocínio”.

Homem de diálogo
Catulé Júnior ressaltou os riscos trazidos pelo excesso de judicialização da política e defendeu Carlos Brandão. “Acho também temerário colocarmos sobre os ombros do governador essa iniciativa”, observou.

“O governador Brandão é um homem pacato, um homem que sempre fez do diálogo a sua marca, e eu quero acreditar, de forma muito convicta, que ele não tem nada a ver com isso”, assinalou Catulé Júnior.

Interesse da oposição
Neto Evangelista cobrou mais responsabilidade da oposição ao tratar do tema e questionou qual o interesse ao querer responsabilizar o governador pelo fato. “É interesse eleitoral, que estão querendo botar aqui no colo do governador. Eu acho que isso tem que ser um debate com responsabilidade”, assegurou

E fazendo uma análise, ao ver o grupo de oposicionistas expondo sua preferência e saindo em defesa do prefeito, Neto Evangelista também ressaltou que a “bancada” de Eduardo Braide tinha aumentado na Assembleia enquanto a do vice-governador Felipe Camarão se “reduziu a pó’, referindo-se ao número de aliados aos dois possíveis candidatos ao governo do Estado em 2026

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), fez um registro especial durante a sessão plenária desta terça-feira (9) sobre os resultados positivos do convênio entre a Alema e a Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC). Firmado em agosto de 2023 e recentemente prorrogado até agosto de 2026, o acordo tem possibilitado que servidores da Casa ampliem sua formação acadêmica com cursos de mestrado.

“Tivemos a oportunidade de firmar esse convênio que hoje já rende frutos muito significativos. Já contamos com três servidores que concluíram o mestrado e defenderam suas dissertações, e outros seguem em fase final de conclusão. É um marco importante, resultado de uma gestão que valoriza o conhecimento e a formação continuada”, afirmou a presidente.

A parlamentar parabenizou as servidoras Clícia Valéria Leite, Tiara das Neves Pereira Diniz e Suzamira Ramos Moura Santos, que já obtiveram o título de mestras por meio do convênio. Além disso, destacou os servidores Alex Bruno Canela Villela, Felipe Cauê Lima Moreira, Gabriel Manzano Dias Marques, José Anderson Abreu Rocha, Letícia dos Santos Oliveira Souza e Patrícia Santiago de Abreu, que estão em fase final da escrita de suas dissertações.

“É motivo de orgulho para esta Casa ver nossos servidores alcançando esse nível de qualificação. Essa parceria com a UNOESC tem proporcionado oportunidades reais de crescimento pessoal e profissional, fortalecendo, também, a imagem da Assembleia e do Maranhão”, enfatizou Iracema Vale.

O convênio entre a Alema e a Universidade do Oeste de Santa Catarina integra o conjunto de ações da atual gestão voltadas à valorização dos servidores públicos, com foco na formação acadêmica, inovação institucional e aprimoramento técnico.

A presidente reforçou ainda que a continuidade do programa até 2026 permitirá que novos servidores participem da iniciativa, ampliando o número de mestres formados pela Assembleia.

“Nosso compromisso é seguir investindo em conhecimento. Servidores capacitados fazem uma Assembleia mais forte, moderna e preparada para atender melhor a população maranhense”, concluiu.

Novos elementos sobre a Lava Jato reacendem debate e reforçam a necessidade de reavaliar circunstâncias da morte do ministroTeori Zavascki. Foto: José Cruz / Agência Brasil

A morte do ministro do STF Teori Zavascki, em janeiro de 2017, nunca foi objeto de uma investigação aprofundada, apesar das suspeitas que se acumularam desde o acidente aéreo em Paraty (RJ). O tema volta agora ao centro da discussão pública após a emergência de novos elementos sobre a atuação da Lava Jato e do ex-juiz parcial Sérgio Moro, especialmente depois de a Polícia Federal ter apreendido a chamada “caixa amarela” da 13ª Vara Federal de Curitiba, em que estariam armazenados vídeos da conhecida “festa da cueca”. O conteúdo foi mencionado pelo empresário Tony Garcia em entrevista à TV 247, e a conduta da força-tarefa está atualmente sob investigação do STF.

Em meio à retomada do debate, relembra-se o relato publicado pelo jornalista André Barcinski, do portal UOL, à época do acidente. A apuração destacou testemunhos de pescadores e bombeiros que participaram das primeiras tentativas de resgate. Segundo esses relatos de 2017, uma das passageiras teria permanecido viva por cerca de 70 minutos após a queda da aeronave — período superior ao estimado inicialmente pelas autoridades, que falavam em aproximadamente 40 minutos.

Um dos depoimentos mais chocantes reunidos por Barcinski é o do barqueiro conhecido como Mino, que presenciou as tentativas de içar o avião: “Dava para ver a mão de alguém batendo no vidro. Depois ouvimos os gritos, era uma voz de mulher: ‘Pelo amor de Deus, me tira daqui, não aguento mais!’”.

Segundo o relato, bombeiros e agentes da Defesa Civil tentaram romper o vidro da aeronave com uma marreta, mas não conseguiram. “Os Bombeiros e a Defesa Civil usaram uma marreta para tentar quebrar o vidro, mas não conseguiram, aquilo nem trincou”.

Nassif destaca que a suposta existência dos vídeos guardados na “caixa amarela” reforça as acusações feitas por Tony Garcia, que afirma ter sido coagido por Moro a produzir gravações comprometedoras de autoridades. O jornalista sustenta que esse conjunto de revelações ajuda a explicar a postura conivente do TRF-4, que por anos validou as decisões da Lava Jato sem resistência.

Entre os episódios narrados por Garcia estão acusações de alto impacto institucional. Ele afirma que “um desembargador, contrário à Lava Jato, foi sacrificado com base em denúncias falsas”. Menciona também que dois ministros — Herman Benjamin, do STJ, e Luís Roberto Barroso, do STF — teriam sido alvo de tentativas de chantagem. No caso de Barroso, Garcia relaciona as pressões a operações do Banestado, período anterior à sua nomeação ao Supremo.

O texto de Nassif também cita o depoimento da ex-juíza Luciana Bauer, que reforçou publicamente a acusação de ter sido agredida por Moro dentro de um elevador, afirmando que o então magistrado segurou seu pescoço. Após o episódio, ela relata que viaturas passaram a circular com frequência incomum em sua rua.

Para o jornalista, o conjunto dessas denúncias impõe a necessidade de revisitar o acidente que matou Teori Zavascki, então relator da Lava Jato no STF. Ele lembra que o ministro Gilmar Mendes afirma que Teori morreu poucos dias depois de sinalizar que enfrentaria os abusos da força-tarefa.

Após a morte de Teori, a relatoria foi entregue ao ministro Luiz Edson Fachin, considerado “confiável” por integrantes da Lava Jato segundo diálogos revelados pela Vaza Jato. Embora não haja qualquer evidência de irregularidade envolvendo Fachin, Nassif observa que a mudança ocorreu em meio a uma disputa institucional intensa.

Para ele, o debate transcende o campo jurídico e alcança interesses econômicos de grande porte — desde recursos bilionários que seriam destinados à Fundação Lava Jato até disputas entre empreiteiras brasileiras e impactos diretos sobre a Lei de Partilha da Petrobras. Nesse cenário, argumenta que a reabertura das investigações sobre a morte de Teori Zavascki torna-se imprescindível diante dos novos elementos trazidos à tona e das atuais apurações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Em discurso nesta terça-feira, 9, o presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Victor (PSB), rejeitou admitir a representação pedindo impeachment do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

Ele foi acusado de crime de responsabilidade por não cumprir lei aprovada pelos parlamentares que fixou novo teto remuneratório do Município.

Segundo o socialista, seria temerário abrir um processo que pode culminar com a cassação do gestor enquanto o tema ainda é debatido na Justiça. Para ele, o processo poderia gerar “instabilidade política desnecessária”.

“Ainda não há pronunciamento definitivo do Judiciário sobre este tema. Diante deste cenário cabe à presidência fazer uma ponderação: dar início ao processo de cassação de prefeito pela não execução de uma lei que ainda está submetida a julgamento definitivo da Suprema Corte é, neste momento, muito temerário”. afirmou,

 

Blog do Gilberto Léda 

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