
O vereador de Vargem Grande, Dr. Júnior, ampliou sua atuação no campo da oposição política no município após as eleições estaduais de 2026.
Ligado ao grupo político de Josimar de Maranhãozinho, o parlamentar apoiou candidatos do Partido Liberal (PL), legenda comandada no Maranhão por Detinha.
Os resultados das urnas apontam que os nomes apoiados por ele obtiveram votação expressiva em Vargem Grande.
De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Hildo Rocha, eleito deputado federal, recebeu 2.039 votos no município, enquanto Detinha, eleita deputada estadual, obteve 1.023 votos. Os números evidenciam o desempenho dos candidatos apoiados pelo vereador na cidade.
Com o resultado, Dr. Júnior passa a dividir espaço na oposição municipal com o político Diegão, que também mantém atuação no campo oposicionista.
Nesse cenário, o vereador surge como um dos nomes ligados ao grupo de Josimar de Maranhãozinho que podem entrar na disputa pela Prefeitura de Vargem Grande nas próximas eleições municipais.
Estive aqui, meses atrás, apenas como visitante. E volto hoje ao mesmo lugar, agora como Deputado estadual eleito, praagradecer a Deus e a cada um de vocês que ajudou a construir essa história comigo.
A fé me acompanha. E o trabalho será a minha forma de agradecer. 💪🙌
Um abraço em cada um de vocês!
Rui Jorge/ Deputado Estadual-MA

Vamos relembrar o caso.
Um vereador de São Luís teria recebido dinheiro de um candidato ao Governo do Maranhão para bancar uma estrutura de mobilização política nas últimas eleições. Depois, veio a história da compra de uma loja inteira de carros pelo parlamentar.
Agora, o que se comenta nos corredores da política é que o valor teria chegado a cerca de R$ 10 milhões para custear a mobilização.
O detalhe que chama atenção é que outros vereadores teriam conseguido entregar muito mais votos aos seus candidatos sem precisar de um dispêndio financeiro dessa dimensão.
E a pergunta continua sem resposta nos bastidores: onde foi que esse vereador mobilizou tanta gente?
Até hoje, tem gente procurando os rastros dessa estrutura de campanha.
Mas o mistério ganhou um novo capítulo.
Com qual carro esse vereador irá para a Festa da Juçara no próximo domingo?
Pesquisa mostra recuperação do presidente, que eliminou diferença de seis pontos percentuais em duas semanas; disputa está empatada a nove dias da eleição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuperou terreno na corrida presidencial e alcançou o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto para o segundo turno das eleições de 2026. Os dois candidatos aparecem com 50% dos votos válidos, segundo levantamento PoderData/Aya divulgado nesta sexta-feira (16), a nove dias da votação marcada para 25 de outubro.
A recuperação de Lula ocorre após um período de crescimento de Flávio Bolsonaro, que terminou o primeiro turno à frente do presidente. Na votação inicial, o senador recebeu 47,03% dos votos, enquanto o petista conquistou 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto percentual.
Desde então, o desempenho dos candidatos nas pesquisas passou por uma inversão de tendência. Enquanto Lula ampliou suas intenções de voto, Flávio perdeu parte da vantagem conquistada após a primeira votação. O empate registrado agora indica que nenhum dos dois candidatos chega à reta final da disputa com favoritismo consolidado nas intenções de voto.
A recuperação do presidente coincide com uma intensificação da mobilização de sua campanha e com a aprovação de uma das principais propostas defendidas pelo campo progressista: o fim da escala de trabalho 6×1.
Na quarta-feira (14), o Congresso Nacional concluiu a aprovação da mudança para a escala 5×2, garantindo dois dias de descanso semanal aos trabalhadores. Parte das entrevistas da nova pesquisa foi realizada depois dessa decisão, o que significa que o levantamento já captou parcialmente o cenário político posterior à aprovação da medida.
A proposta havia sido incorporada à campanha de Lula e colocou a oposição diante de uma pauta com forte apelo entre os trabalhadores. O próprio Flávio Bolsonaro votou favoravelmente à mudança.
Outro movimento do presidente ocorreu na quinta-feira (15), quando prometeu implementar a gratuidade dos ônibus urbanos em todo o país aos fins de semana, caso seja reeleito.
A campanha petista passou a combinar essas iniciativas com a defesa de medidas de impacto direto sobre o cotidiano da população, buscando ampliar a participação de seus apoiadores e recuperar eleitores na reta final do segundo turno.
Flávio ainda é visto como favorito por 51% dos eleitores
Apesar do empate nas intenções de voto, Flávio Bolsonaro mantém vantagem quando os entrevistados são questionados sobre quem acreditam que vencerá a eleição.
Segundo o PoderData/Aya, 51% dos eleitores consideram que o senador tem mais chances de conquistar a Presidência, enquanto 42% apontam Lula como o provável vencedor.
Após o primeiro turno, Flávio concentrou parte de sua agenda em reuniões com lideranças políticas e negociações para ampliar sua base de apoio. Entre os grupos considerados relevantes para essa articulação estão os eleitores de Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que ficaram fora da disputa final.
A campanha do senador também prepara uma demonstração pública de força para o domingo (18), com um ato na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação deverá ser um dos principais eventos organizados pelo PL nesta etapa da eleição.
Lula lidera entre mulheres; Flávio tem vantagem no Sul e no Centro-Oeste
Os recortes demográficos da pesquisa revelam diferenças importantes na distribuição do apoio aos candidatos.
O senador, por sua vez, apresenta seus melhores desempenhos regionais no Sul e no Centro-Oeste. Na região Sul, Flávio alcança 57% das intenções de voto, enquanto no Centro-Oeste registra 54%.
Esses resultados evidenciam a importância da distribuição regional e demográfica dos votos para o desfecho da eleição. A vantagem de Lula entre as mulheres contrasta com a força eleitoral de Flávio em regiões nas quais o campo bolsonarista apresenta maior desempenho.
Rejeição de Lula permanece em 46% e a de Flávio chega a 45%
O levantamento também avaliou o potencial de voto e a rejeição dos dois presidenciáveis, indicadores relevantes para compreender as possibilidades de crescimento de cada candidatura.
Entre os entrevistados, 44% afirmam que Lula é o único candidato em quem votariam. O percentual representa um avanço de dois pontos em relação à pesquisa realizada três dias antes, quando esse grupo correspondia a 42%.
A rejeição ao presidente, entretanto, permanece estável. Segundo o levantamento, 46% dos eleitores dizem que não votariam nele de jeito nenhum, índice que não se alterou desde o primeiro turno.
No caso de Flávio Bolsonaro, a rejeição passou de 44% para 45% em três dias, uma oscilação de um ponto percentual.
Os números mostram que ambos enfrentam resistência de parcelas expressivas do eleitorado. No segundo turno, esse indicador ganha importância porque os eleitores que apoiaram outros candidatos precisam decidir entre os dois concorrentes restantes, votar em branco, anular o voto ou se abster.
Aprovação do governo Lula segue dividida
A pesquisa também mediu a percepção dos brasileiros sobre o desempenho do presidente e de sua administração.
De acordo com os resultados, 47% dos entrevistados desaprovam o trabalho pessoal de Lula, enquanto 46% aprovam sua atuação. Outros 7% não souberam responder.
Quando a pergunta se refere especificamente ao governo federal, a avaliação é um pouco mais negativa: 49% desaprovam a administração petista, contra 46% que a aprovam. Outros 5% não apresentaram resposta.
Os resultados indicam um eleitorado dividido também em relação à gestão federal. Embora Lula tenha avançado nas intenções de voto para o segundo turno, a avaliação de seu governo continua apresentando índices de desaprovação ligeiramente superiores aos de aprovação.
Pesquisa ouviu 3 mil eleitores em 644 municípios
O levantamento PoderData/Aya foi realizado entre os dias 13 e 15 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas com eleitores de todas as unidades da Federação.
Ao todo, foram entrevistadas 3 mil pessoas em 644 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A pesquisa apresenta margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.
A coleta de dados foi feita por meio de ligações para telefones celulares e fixos, utilizando um sistema automatizado no qual os entrevistados respondem às perguntas pelo teclado do aparelho.
A amostra considera critérios de sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, com o objetivo de reproduzir proporcionalmente a composição da população brasileira.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04258/2026.

Uma forte movimentação política nos bastidores da Câmara Municipal de Icatu vem revelando alianças sombrias, ingratidão e uma busca desenfreada pelo poder.
No centro das articulações estão o vice-prefeito, Carlos Pereira, e o vereador Fábio Totó, que encabeça uma chapa para disputar a presidência do Poder Legislativo municipal sem a anuência do atual prefeito, Walace Azevedo.
A manobra, conduzida totalmente “por debaixo dos panos”, expõe um claro sinal de traição política e fisiologismo por parte dos articuladores, cujos objetivos principais visam atender a projetos pessoais de poder em detrimento da estabilidade do município.
O Papel do Vice-Prefeito: Traição e Chantagem Política
A atuação de Carlos Pereira é apontada como um ato explícito de infidelidade à gestão da qual faz parte. Mais não é a primeira vez que o atual vice prefeito mostra deslealdade, o homem segue aumentando o currículo, ele fez o mesmo, mas em situações diferentes com o ex prefeito Zezinho Matos, Dunga e Juarez Lima, mais como diz o ditado popular “O traidor é como o escorpião: trai por natureza, mesmo que isso custe a sua própria sobrevivência.”
Ao articular uma chapa paralela na Câmara às escondidas, o vice-prefeito busca criar uma engrenagem de pressão sobre o prefeito Walace Azevedo.
Os objetivos da articulação de Carlos Pereira incluem:
* Forçar o apoio para 2028: Usar a presidência da Câmara como moeda de troca e ferramenta de coerção para garantir, desde já, o apoio do prefeito à sua futura candidatura a prefeito nas eleições de 2028.
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* Tentativa de desestabilização (Cassação): Promover manobras radicais no legislativo, incluindo planos de cassação do mandato do prefeito Walace — uma empreitada vista como inviável diante da aprovação do trabalho do gestor, além da sua reputação e respeito junto ao Ministério Público e ao Judiciário.
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O Papel do Vereador Fábio Totó: Ingratidão e Projeto de Poder
O vereador Fábio Totó, postulante à presidência da Câmara, desempenha um papel de destaque na trama, marcado pela ingratidão e pelo oportunismo. Durante um longo período, a atual gestão municipal fez questão de atender e priorizar as indicações feitas por ele e pela Casa Legislativa, visando sempre o bem-estar e as melhorias para o povo de Icatu.
Mesmo com esse respaldo e atenção constante às demandas da população, Fábio Totó optou por violar com a lealdade institucional:
* Ingratidão ao diálogo: Virou as costas para o apoio que sempre recebeu do Poder Executivo em prol das suas indicações comunitárias.
* Ambição pessoal para 2028: Uniu-se ao vice-prefeito em uma aliança de bastidores com o objetivo direto de garantir sua vaga como candidato a vice-prefeito na chapa de 2028.
* Composição do grupo: Para viabilizar a chapa, Fábio reuniu os vereadores Janilton, Jailson e Magno da Mata, colocando a Câmara a serviço de um projeto pessoal de poder.
Enquanto isso alguns vereadores matem alinhamento com o prefeito e outros dois seguem em conversações:
Tocha
Robert
Sidinho
Neto Costa
Conclusão
A tentativa de conquistar o Poder Legislativo de Icatu através de manobras de bastidores expõe a fragilidade do compromisso do vice-prefeito e do vereador com a cidade. Enquanto a gestão municipal segue focada no trabalho e nas entregas para a população, a aliança entre Carlos Pereira e Fábio Totó revela como a ambição política antecipada para 2028 tenta se impor sobre a ética e a estabilidade democrática do município.
Blog do Leitão

As urnas de 2026 deixaram um recado duro para Ivan Júnior, do União Brasil. O candidato a deputado federal recebeu 4.109 votos, contra 6.647 em 2022. Foram 2.538 votos a menos, uma queda de aproximadamente 38%. Para quem chegou a exercer temporariamente o mandato na Câmara Federal, o resultado representa um expressivo recuo político.
Ligado à região Itaqui-Bacanga, em São Luís, Ivan teve a oportunidade de transformar sua passagem por Brasília em fortalecimento político. Entretanto, a votação mostra que essa experiência não se converteu em crescimento nas urnas. Entrou pequeno e saiu ainda menor.
O resultado exige uma revisão de estratégia, especialmente se pretende disputar uma cadeira na Câmara Municipal de São Luís. Uma eleição para vereador exige presença constante, diálogo e construção coletiva. Não basta reivindicar a condição de representante de uma região: é preciso abrir espaço para quem vive e trabalha nela.
A cobrança por maior participação das lideranças comunitárias merece atenção. São essas pessoas que acompanham os problemas dos bairros, escutam os moradores e conhecem demandas que muitas vezes não chegam aos gabinetes. Ignorar essa participação significa enfraquecer a própria base.
Wind banners, fotografias e outras peças de divulgação podem dar visibilidade a uma candidatura, mas não substituem relacionamento com a comunidade. Material de campanha não escuta reclamações, não constrói confiança e não ocupa o lugar de uma liderança presente.
Ivan Júnior precisa compreender o recado das urnas. Se deseja viabilizar um futuro projeto municipal, terá de ouvir mais, compartilhar espaços e valorizar as pessoas da sua região. A insistência numa estratégia que terminou com perda expressiva de votos pode transformar a pretensão de chegar à Câmara Municipal em mais uma frustração eleitoral.
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