Das periferias à Assembleia: Cricielle ganha força para a sucessão municipal de São Luís

Cricielle on X: "Nós fizemos história! Com 85.630 votos em todo o Maranhão, chego à Assembleia carregando a esperança da nossa gente. Depois de quase 200 anos, ser a PRIMEIRA mulher preta

A eleição de Cricielle Muniz (PT) para a Assembleia Legislativa do Maranhão fortalece seu nome para uma possível disputa pela Prefeitura de São Luís em 2028. Com 85.630 votos no estado, sendo 36.440 na capital, a deputada eleita ficou na quarta posição entre as candidaturas a deputado estadual e demonstrou expressivo respaldo na cidade onde construiu sua história.

Mulher preta, vinda da periferia de São Luís, Cricielle fez história ao se tornar a primeira mulher preta eleita para a Assembleia Legislativa maranhense. Sua conquista amplia a representatividade e destaca uma trajetória ligada à educação, à inclusão e à igualdade de oportunidades.

Antes da vitória nas urnas, ganhou projeção como diretora-geral do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA). Durante sua gestão, a instituição expandiu o ensino técnico e integral, chegando a 58 unidades em 44 municípios, com oportunidades de formação para jovens de diferentes regiões.

A experiência administrativa, somada à votação na capital, responsável por mais de 42% dos votos recebidos, oferece uma base relevante para novos desafios políticos.

Esses elementos credenciam Cricielle a participar do debate sobre a sucessão municipal de 2028. Uma eventual candidatura dependerá de sua decisão, das articulações partidárias e da atuação no mandato, mas o resultado das urnas já lhe garante espaço entre os nomes com potencial para disputar o futuro de São Luís.

Presidente reduz diferença de seis para dois pontos percentuais e esquenta a disputa presidencial a menos de duas semanas da votaçãoLula e Flávio Bolsonaro

O presidente Lula (PT) subiu dois pontos percentuais em cinco dias e alcançou 49% das intenções de voto em votos válidos para o segundo turno das eleições, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilou dois pontos para baixo e registra 51%, aponta pesquisa do instituto PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13). Com uma margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na corrida do segundo turno, segundo dados divulgados pelo portal Poder360.

A reação do presidente ocorre após movimentos de mobilização política e engajamento digital. Para reverter o quadro desfavorável deixado pela primeira etapa da eleição, a campanha de Lula acionou uma força de mobilização composta por novos parlamentares eleitos e apoio de artistas nas redes sociais. O movimento incluiu o fortalecimento de conteúdos nas plataformas digitais e manifestações nas ruas, como os atos ocorridos no domingo (11) e na segunda-feira (12) em São Paulo, na Avenida Paulista, focados na defesa da soberania nacional e da democracia.

Apesar da recuperação de Lula na intenção de votos válidos, os índices de rejeição permaneceram estáveis. A parcela do eleitorado que afirma não votar no atual presidente “de jeito nenhum” mantiveram-se em 46%. Por outro lado, a rejeição a Flávio Bolsonaro apresentou variação de um ponto percentual, passando de 43% para 44%.

A avaliação sobre o atual governo mantém-se majoritariamente crítica na amostragem geral. De acordo com o levantamento, 50% dos entrevistados desaprovam o desempenho de Lula à frente da Presidência da República, enquanto 44% aprovam e 6% não souberam responder. Os números de avaliação da administração federal espelham o mesmo resultado: 50% de desaprovação e 44% de aprovação.

O levantamento do PoderData/Aya entrevistou 3 mil pessoas por meio de ligações telefônicas fixas e móveis, abrangendo 686 municípios nas 27 unidades da Federação. A pesquisa possui intervalo de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01209/2026.

O deputado federal Hildo Rocha (MDB) anunciou, nesta segunda-feira (12), seu voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Ao justificar sua decisão, o parlamentar destacou ações sociais e econômicas associadas ao governo petista e afirmou que as propostas de Flávio Bolsonaro não correspondem à realidade brasileira.

Em sua declaração, Hildo Rocha citou iniciativas relacionadas à habitação, ao abastecimento de água potável, ao incentivo ao empreendedorismo urbano e rural e à reforma tributária. O deputado também ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à população de menor renda.

“De um lado, a conquista da casa própria, a água potável nas torneiras, todos os dias, o incentivo ao empreendedorismo urbano e rural, a implementação tranquila de um novo sistema tributário que é justo, onde os ricos pagarão mais, enquanto os pobres terão a devolução dos impostos sobre o consumo, o fortalecimento da máquina do Estado para quem mais precisa. Do outro, propostas que não se adequam à nossa realidade. Por esses e outros motivos, Hildo Rocha vota Lula, presidente. Lula é 13!”, declarou o parlamentar.

Hildo Rocha já ocupou o cargo de secretário-executivo do Ministério das Cidades no início do governo Lula e tem atuação na articulação de projetos federais destinados ao Maranhão.

Apoios no Maranhão

No cenário político maranhense, Hildo Rocha integra o grupo de parlamentares que declararam apoio à candidatura de Lula. Segundo levantamento feito pelo blog, também manifestaram apoio ao presidente André Fufuca (PP), Juscelino Filho (PSDB), Rubens Pereira Júnior (PT) e Márcio Jerry (PCdoB).

Por outro lado, manifestaram apoio público a Flávio Bolsonaro o senador eleito Lahésio Bonfim (Novo), o deputados federais reeleitos Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), Aluisio Mendes (RP) e os eleitos Aldir Júnior (PL) e Mariana Carvalho (PL).

 

Blog do Thales Castro 

 

 

A publicação sobre o vereador de São Luís que teria recebido dinheiro de um candidato ao Governo do Maranhão para entregar votos nas últimas eleições caiu como uma bomba nos bastidores da Câmara Municipal.

A história envolve uma suposta promessa de votos que não se confirmou nas urnas e a compra de uma loja inteira de carros pelo parlamentar, que teria ingressado recentemente no ramo automotivo.

A repercussão foi imediata, e as perguntas começaram a circular pelos corredores do Legislativo municipal.

Quem é o vereador? Quem seria o candidato que teria repassado o dinheiro? E de onde vieram os recursos para a aquisição do empreendimento?

Na próxima semana, o blog vai detalhar os bastidores dessa história e revelar o nome do parlamentar.

O mistério está perto de ser desvendado.

Também foram ameaçados de morte os ministros do STF Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cristiano Zanin. Além dos ministros, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues sofreram ameaças

Flávio Dino

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi alvo de ameaças de morte nas redes sociais. A rede social X (antigo Twitter) concentra o maior volume e a maior proporção de publicações hostis.

Nesta sexta-feira (9), nas redes sociais, Dino detalha que o relatório expõe milhares de ameaças de assassinato e agressões diversas, e afirma que elas derivam da repetição de fake news, que visam causar violência.

“Se as pessoas não concordam com decisões judiciais, elas podem recorrer aos Colegiados competentes. Não precisa matar o juiz que tomou a decisão, nem fazer discursos raivosos incitando perseguições e agressões. Em nada alterarei a minha atuação profissional, pois nunca minha perna ou minha mão tremeram, nem minha voz se alterou”, escreveu Dino.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9). O parlamentar registra 52,8% dos votos válidos, enquanto o atual chefe do Executivo soma 47,2%, uma diferença de 5,6 pontos percentuais.

Na pesquisa mais recente, considerando os votos totais, Flávio Bolsonaro alcança 51,1% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45,7%. Outros 3,2% dos entrevistados declararam voto branco, nulo ou não souberam responder.

O levantamento ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.

A comparação entre os dois levantamentos mostra uma mudança no cenário da disputa presidencial. Na pesquisa divulgada antes do primeiro turno, Lula tinha uma vantagem numérica de apenas 0,2 ponto percentual sobre Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno.

Agora, o senador aparece 5,6 pontos percentuais à frente do presidente. Em relação ao levantamento anterior, Flávio avançou 2,9 pontos percentuais entre os votos válidos, passando de 49,9% para 52,8%.

No mesmo período, Lula recuou 2,9 pontos percentuais, de 50,1% para 47,2%.

A vantagem registrada na nova pesquisa supera a margem de erro informada pelo instituto e coloca Flávio Bolsonaro numericamente à frente do atual presidente na disputa simulada.

Além das intenções de voto, a AtlasIntel/Bloomberg investigou qual dos dois candidatos desperta maior confiança dos eleitores para administrar diferentes áreas do governo federal.

Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula na maioria dos temas avaliados. As maiores vantagens do senador estão relacionadas ao combate à criminalidade e à gestão das contas públicas.

No quesito criminalidade e tráfico de drogas, Flávio é considerado o mais confiável por 53% dos entrevistados, contra 43% que apontam Lula. A diferença chega a dez pontos percentuais.

O mesmo intervalo é registrado na avaliação sobre equilíbrio fiscal e controle de gastos. Nesse tema, 52% dos participantes demonstram maior confiança em Flávio Bolsonaro, enquanto 42% escolhem o presidente Lula.

Lula e Flávio aparecem empatados em temas sociais e ambientais

A pesquisa também identifica áreas em que a avaliação dos dois candidatos é mais equilibrada. Nos quesitos relacionados à pobreza, ao desemprego e à desigualdade social, assim como na proteção do meio ambiente, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados. Nesses temas, os percentuais registrados são de 48% e 47%, respectivamente.

Diferentemente dos resultados sobre criminalidade e equilíbrio fiscal, essas áreas não apresentam uma vantagem estatisticamente significativa para nenhum dos dois candidatos, considerando a margem de erro informada.

O levantamento da AtlasIntel/Bloomberg foi realizado após o primeiro turno das eleições e apresenta um novo retrato das preferências do eleitorado em uma eventual disputa direta entre Lula e Flávio Bolsonaro pela Presidência da República.

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