Brandão afasta PM que queria prender petistas em Barra do Corda

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), acertou ao determinar o afastamento do sargento da Polícia Militar James Mota da Silva, que exercia o cargo de secretário municipal de Segurança Pública de Barra do Corda. O militar é acusado de ameaçar e intimidar eleitores e militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) no município.

A decisão foi tomada após a divulgação de áudios nos quais o policial faz declarações consideradas graves, incluindo ameaças de prisão e manifestações de hostilidade contra integrantes do partido.

Em uma das gravações, James Mota afirma: “Quem é PT é inimigo da polícia, é inimigo da sociedade”.

As declarações provocaram denúncias de intimidação política e levantaram questionamentos sobre a atuação do militar, especialmente por ocupar um cargo de comando na segurança pública municipal.

Diante da repercussão, Brandão anunciou o afastamento do sargento, que estava à disposição da Prefeitura de Barra do Corda, e determinou a apuração dos fatos.

“Determinei o afastamento do sargento James Mota da Silva (cedido à Prefeitura de Barra do Corda, onde atua como secretário municipal de Segurança) e a investigação sobre suas graves declarações. Qualquer tentativa de intimidar eleitores ou interferir na liberdade do voto é inaceitável e atenta contra a democracia e as liberdades individuais”, declarou o governador.

Brandão também fez questão de destacar que sua posição não está relacionada a preferências partidárias e que o respeito à liberdade do voto deve prevalecer independentemente da orientação política dos envolvidos.

“Essa posição independe de ideologia política e vale para todos, de QUALQUER LADO. Reitero que a fiscalização nos locais de votação deve ser realizada com responsabilidade pelas forças de segurança e pela Justiça Eleitoral”, acrescentou.

A medida adotada pelo governador é acertada e necessária. Agentes de segurança pública têm o dever de atuar com imparcialidade, respeitando os direitos individuais e garantindo que nenhum cidadão seja constrangido ou ameaçado em razão de suas convicções políticas.

 

Blog do Gilberto Léda 

 

“Estava esperando passar o período eleitoral para não pensarem que era por conta da eleição. Preciso e vou realizar esse sonho que tenho para a população.”

Com recursos próprios do município, o programa vai substituir casas de taipa por casas de alvenaria para população.

Prefeita pela quarta vez, Maura Jorge une experiência e pulso firme a um olhar atento para a vida das pessoas. Para quem ainda mora numa casa de taipa, esse anúncio tem um significado muito concreto: a esperança de ver a própria família vivendo numa casa de alvenaria.

Nos votos válidos, candidatos registram exatamente o mesmo percentual às vésperas da decisãolula-flavio-bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registraram empate numérico na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2026, com 50% dos votos válidos para cada candidato, de acordo com pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (22). O levantamento de 15 de outubro havia apontado 51% dos votos válidos para o senador da extrema direita e 49% para o petista. O confronto entre os dois presidenciáveis ocorre no próximo domingo (25), dia do segundo turno.

Na pesquisa de 15 de outubro, Flávio Bolsonaro aparecia com 47% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 45%. Uma semana antes, em 8 de outubro, o senador tinha 49%, contra 45% do presidente.

A nova pesquisa também mostrou que 5% dos eleitores pretendiam votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois candidatos. Na semana anterior, esse grupo representava 6% dos entrevistados.

Somados, os votos brancos e nulos e os indecisos representaram 7% dos entrevistados na pesquisa mais recente, enquanto 93% declararam intenção de voto em um dos dois candidatos.

Encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, o levantamento Datafolha entrevistou 2.154 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de setembro. A pesquisa apresentou margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O instituto registrou o estudo na Justiça Eleitoral sob o número BR-09709/2026.

Professora Cici 22 prefeito eleito de Conceição Do Lago-Açu em 2024. Biografia e Proposta | O TEMPO

O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Bacabal, ingressou com uma Ação, em 16 de outubro, contra o Município de Conceição do Lago-Açu, requerendo a suspensão imediata do empréstimo junto ao Banco do Brasil no valor de até R$ 20 milhões. A manifestação foi assinada pelo promotor de Justiça Lindemberg do Nascimento Malagueta Vieira. O município de Lago-Açu é termo judiciário da comarca de Bacabal.

A Ação aponta a ausência de estudos técnicos e pareceres que demonstrem a capacidade de endividamento do município, bem como o impacto orçamentário e financeiro da operação, conforme exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e pela Constituição Federal.

De acordo com informações do Executivo, os recursos seriam destinados à implantação de usinas de energia solar e obras de pavimentação. No entanto, o MPMA destacou que o texto não detalhou a divisão dos valores entre as obras, o custo individual das intervenções ou a localização dos serviços.

Além disso, a Promotoria de Justiça ressaltou que o artigo 5º do projeto prevê o débito automático em contas correntes da prefeitura para pagamento da dívida, sem a necessidade de emissão de nota de empenho.

O órgão informou ter expedido ofícios à prefeita Elcilene Pinheiro Pereira dos Santos e à presidência da Câmara em 2 de outubro de 2026. Após o fim do prazo de 10 dias sem resposta, o Ministério Público recorreu à via judicial.

Na Ação, o promotor de justiça apontou que não há qualquer justificativa para a urgência invocada, nem a indicação da repartição do valor entre os dois objetos, da quantidade e localização das usinas, das vias a serem pavimentadas, da economia de energia estimada, do custo das obras, das condições financeiras (taxa de juros, prazo, carência, sistema de amortização) ou do impacto da dívida sobre os orçamentos futuros.

“A lei exige, portanto, motivação técnica e jurídica prévia, com demonstração da relação custo-benefício e do interesse econômico e social da operação”, afirmou, na manifestação, Lindemberg Malagueta Vieira.

INVESTIGAÇÃO

A investigação ministerial foi provocada por representação apresentada pelos vereadores Truman Oliveira e João Paulo Ferreira Sousa. De acordo com os parlamentares, o projeto de lei do Executivo, autorizando o Poder Executivo a contratar crédito, no valor de 20 milhões, com o Banco do Brasil, foi votado e aprovado em sessão realizada no dia 25 de setembro de 2026.

A sessão contou com a presença de 5 dos 9 vereadores da Casa Legislativa. O projeto tramitou em regime de “urgência urgentíssima” e obteve dois votos favoráveis e dois contrários, sendo desempatado pelo voto da presidente da Câmara, vereadora Raimunda Santos.  Portanto, a autorização de endividamento foi aprovada com três votos de um colegiado de nove membros.

Os vereadores autores da representação relataram que não houve fornecimento prévio de cópias da proposta, debate em comissões permanentes ou concessão de pedido de vista.

PEDIDOS

No pedido inicial, o Ministério Público solicitou à Justiça para determinar que o Município de Conceição do Lago-Açu se abstenha de assinar o contrato com o Banco do Brasil ou com qualquer outra instituição financeira ou, caso o documento já tenha sido firmado, que sejam suspensos seus efeitos e bloqueada a movimentação dos valores.

A medida deve valer até o Executivo apresentar o processo administrativo da operação, com os pareceres técnicos e jurídicos, a estimativa de impacto orçamentário-financeiro, os demonstrativos de observância dos limites de endividamento, os estudos e projetos das obras e a cópia integral do processo legislativo (conforme prevê os arts. 16 e 32 da LRF), sob pena de multa diária a ser fixada pela Justiça.

Também foi solicitado que seja expedido ofício ao Banco do Brasil para que não realize a liberação ou creditamento das verbas e informe, no prazo de 48 horas, o atual estágio da operação.

Felipe Camarão se reúne com Lula e diz ter recebido apoio para campanha no Maranhão - Gilberto Léda

O resultado das eleições de 2026 poderia ter sido totalmente diferente para o vice-governador Felipe Camarão.

Ao invés disso, resolveu ouvir aliados que nem chegaram com ele até o fim da campanha.

Se tivesse recuado e se candidatado a deputado federal, sairia gigante das eleições.

Ao contrário, saiu minúsculo.

Articulou durante dias a vinda de Lula ao Maranhão. Ficou rodado no aeroporto e foi vetado no trio de Lula.

O motivo de não ter tido acesso ao trio foi a votação pífia nas urnas.

Quem sabe, a partir daqui, ele ouça menos aqueles que dizem ser seus amigos.

Benjamim de Oliveira

Açailândia (MA) – O Ministério Público do Maranhão (MPMA) expôs um dos casos mais graves de nepotismo já registrados na cidade. Em recomendação ministerial dura e direta, o órgão ordenou que o prefeito Benjamim Oliveira desligue imediatamente seus filhos, Lucas Antunes de Oliveira e Matheus Antunes de Oliveira, dos cargos de médicos vinculados ao Hospital Municipal (HMA) e às Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

A decisão não deixa margem para manobras: os contratos devem ser anulados integralmente, os vínculos rescindidos de imediato e todos os pagamentos suspensos. Além disso, a Prefeitura tem apenas 24 horas para encaminhar à Promotoria as fichas financeiras completas, discriminando cada valor pago aos filhos do prefeito desde que ingressaram na estrutura pública.

Nepotismo direto e afronta à Constituição

Os documentos oficiais revelam que os filhos do prefeito recebiam salários e mantinham vínculos diretos com a saúde municipal, em clara violação aos princípios constitucionais de legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência. O Ministério Público cita jurisprudência do Supremo Tribunal Federal para reforçar que a prática é ilegal e representa uma afronta à ordem constitucional.

Advertência ao secretário

O Secretário Municipal de Saúde, Linderval de Moura Sousa, também foi alvo da recomendação. Ele recebeu uma advertência expressa: caso não cumpra as medidas, será considerado cúmplice da manutenção dos contratos ilegais e poderá responder por improbidade administrativa, além de ser incluído em ações civis e criminais.

Repercussão política e social

O episódio caiu como uma bomba em Açailândia. Moradores e lideranças locais denunciam que o caso é um retrato da velha política de favorecimento familiar, que mina a confiança da população e compromete a credibilidade da gestão. O Ministério Público deixou claro que não haverá tolerância: se a recomendação não for cumprida, medidas judiciais serão adotadas imediatamente.

O que está em jogo

Este não é apenas um caso administrativo. É um escândalo que coloca em xeque a transparência e a responsabilidade da atual gestão. O prefeito Benjamim Oliveira e sua equipe estão diante de uma encruzilhada: ou cumprem a ordem ministerial e se submetem à lei, ou enfrentarão o peso das ações judiciais que podem marcar profundamente o futuro político da administração.

Direito de Resposta

A reportagem assegura espaço para manifestação da Prefeitura de Açailândia, do prefeito Benjamim Oliveira, do secretário Linderval de Moura Sousa e dos médicos citados, Lucas Antunes de Oliveira e Matheus Antunes de Oliveira. Caso desejem apresentar esclarecimentos, justificativas ou contrapontos às acusações de nepotismo e às medidas determinadas pelo Ministério Público, suas declarações serão publicadas integralmente, garantindo o direito constitucional de defesa e ampla divulgação.

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