
O procurador-geral de Justiça, Danilo Castro, determinou às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa a instauração de procedimento administrativo para apurar o não pagamento de emendas dos vereadores de São Luís destinadas à área da saúde. Na manhã desta quinta-feira (05), ele recebeu um grupo de vereadores que cobram da Prefeitura de São Luís o repasse de R$ 12 milhões que eles destinaram para o Hospital do Câncer Aldenora Bello implantar uma ala pediátrica com 90 leitos.
“Viemos pedir o acompanhamento do Ministério Público para garantir que as emendas destinadas a serviços de saúde tão urgentes e necessários sejam liberadas e a população não seja prejudicada pelo atraso do repasse dos recursos pela Prefeitura de São Luís. É urgente a liberação de R$ 12 milhões que vão possibilitar ao Aldenora Bello ampliar a assistência a crianças com câncer. É uma obra que não pode esperar”, declarou o vereador Raimundo Penha ao justificar ao procurador-geral de Justiça o motivo da Representação feita ao Ministério Público.
A vereadora Flávia Berthier acrescentou que a Câmara recorreu ao Ministério Público porque não conseguiu dialogar com a Prefeitura de São Luís e fazer com que os recursos fossem repassados ao Aldenora Bello. “A direção do hospital buscou nossa ajuda para poder atender mais e com mais qualidade crianças que estão com câncer. É uma causa nobre e emergencial, é um tratamento que não pode esperar”, enfatizou ela.
Acompanhado dos promotores de Justiça Ednarg Marques, secretário para Assuntos Institucionais, e Reginaldo Carvalho, secretário de Investigação, o procurador-geral ouviu os vereadores e informou ao grupo que encaminhou a Representação às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa para que adotem as medidas cabíveis, como proceder a análise técnica necessária e requerer explicações da Prefeitura de São Luís para o não pagamento das emendas parlamentares.
“O Ministério Público está sempre de portas abertas para a população de São Luís e, consequentemente, a quem a representa. O pagamento das emendas impositivas é um direito constitucional do parlamento, e se as instituições a que se destinam estão devidamente habilitadas elas têm que receber os recursos. Reconhecemos a urgência que essa questão requer e determinamos prioridade absoluta no encaminhamento dessa Representação e das medidas cabíveis, para que cheguemos a uma solução o mais breve possível”, afirmou o procurador Danilo Castro.
Para garantir a implantação da ala pediátrica do Hospital Aldenora Bello são necessários R$ 20 milhões. Desses, R$ 12 milhões foram indicados pelos vereadores em emendas ao orçamento de 2025, isto é, estão assegurados há meses, mas ainda não foram liberados pela Prefeitura de São Luís, prejudicando crianças com câncer. Eles se comprometeram a destinar mais R$ 8 milhões neste ano.
Com a implantação da ala pediátrica, a capacidade do Hospital será ampliada em mais 100 leitos. O total de leitos para tratamento de crianças com câncer aumentará dos atuais 23 para 90 leitos, e haverá capacidade para instalar 32 novos leitos adultos. Se os recursos forem logo repassados ao hospital, a previsão é que o projeto seja concluído até o final de 2026.
Estiveram presentes à reunião com o procurador os vereadores Raimundo Penha, Flávia Berthier, Octávio Soeiro, Nato Júnior, Concita Pinto, Marquinhos, Professora Magnólia, Clara Gomes, Marlon Botão, Marcos Castro, Anderson Borges, Beto Castro, Daniel Oliveira, Edson Gaguinho, Raimundo Júnior e Rommeo Amin. Também assinam o documento os vereadores Andrey Monteiro, Antônio Garcez, Astro de Ogum, André Campos, Fábio Filho, Marcelo Poeta, Thay Evangelista, Thyago Freitas e Wendell Martins.
cobrará da Prefeitura de São Luís a liberação de recursos para Hospital Aldenora Bello*
O procurador-geral de Justiça, Danilo Castro, determinou às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa a instauração de procedimento administrativo para apurar o não pagamento de emendas dos vereadores de São Luís destinadas à área da saúde. Na manhã desta quinta-feira (05), ele recebeu um grupo de vereadores que cobram da Prefeitura de São Luís o repasse de R$ 12 milhões que eles destinaram para o Hospital do Câncer Aldenora Bello implantar uma ala pediátrica com 90 leitos.
“Viemos pedir o acompanhamento do Ministério Público para garantir que as emendas destinadas a serviços de saúde tão urgentes e necessários sejam liberadas e a população não seja prejudicada pelo atraso do repasse dos recursos pela Prefeitura de São Luís. É urgente a liberação de R$ 12 milhões que vão possibilitar ao Aldenora Bello ampliar a assistência a crianças com câncer. É uma obra que não pode esperar”, declarou o vereador Raimundo Penha ao justificar ao procurador-geral de Justiça o motivo da Representação feita ao Ministério Público.
A vereadora Flávia Berthier acrescentou que a Câmara recorreu ao Ministério Público porque não conseguiu dialogar com a Prefeitura de São Luís e fazer com que os recursos fossem repassados ao Aldenora Bello. “A direção do hospital buscou nossa ajuda para poder atender mais e com mais qualidade crianças que estão com câncer. É uma causa nobre e emergencial, é um tratamento que não pode esperar”, enfatizou ela.
Acompanhado dos promotores de Justiça Ednarg Marques, secretário para Assuntos Institucionais, e Reginaldo Carvalho, secretário de Investigação, o procurador-geral ouviu os vereadores e informou ao grupo que encaminhou a Representação às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa para que adotem as medidas cabíveis, como proceder a análise técnica necessária e requerer explicações da Prefeitura de São Luís para o não pagamento das emendas parlamentares.
“O Ministério Público está sempre de portas abertas para a população de São Luís e, consequentemente, a quem a representa. O pagamento das emendas impositivas é um direito constitucional do parlamento, e se as instituições a que se destinam estão devidamente habilitadas elas têm que receber os recursos. Reconhecemos a urgência que essa questão requer e determinamos prioridade absoluta no encaminhamento dessa Representação e das medidas cabíveis, para que cheguemos a uma solução o mais breve possível”, afirmou o procurador Danilo Castro.
Para garantir a implantação da ala pediátrica do Hospital Aldenora Bello são necessários R$ 20 milhões. Desses, R$ 12 milhões foram indicados pelos vereadores em emendas ao orçamento de 2025, isto é, estão assegurados há meses, mas ainda não foram liberados pela Prefeitura de São Luís, prejudicando crianças com câncer. Eles se comprometeram a destinar mais R$ 8 milhões neste ano.
Com a implantação da ala pediátrica, a capacidade do Hospital será ampliada em mais 100 leitos. O total de leitos para tratamento de crianças com câncer aumentará dos atuais 23 para 90 leitos, e haverá capacidade para instalar 32 novos leitos adultos. Se os recursos forem logo repassados ao hospital, a previsão é que o projeto seja concluído até o final de 2026.
Estiveram presentes à reunião com o procurador os vereadores Raimundo Penha, Flávia Berthier, Octávio Soeiro, Nato Júnior, Concita Pinto, Marquinhos, Professora Magnólia, Clara Gomes, Marlon Botão, Marcos Castro, Anderson Borges, Beto Castro, Daniel Oliveira, Edson Gaguinho, Raimundo Júnior e Rommeo Amin. Também assinam o documento os vereadores Andrey Monteiro, Antônio Garcez, Astro de Ogum, André Campos, Fábio Filho, Marcelo Poeta, Thay Evangelista, Thyago Freitas e Wendell Martins.

Othelino Neto desembarcou no PSB com um plano claro: transformar o partido em seu feudo político. Agiria como um interventor informal, enquanto sua esposa comandaria oficialmente a sigla no Maranhão.
A primeira investida, porém, foi um fracasso retumbante.
Othelino promoveu expulsões seletivas dentro do partido e tentou manter a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, politicamente amarrada ao PSB. O objetivo (ou sonho) era evidente: ser o líder dela na Alema e, assim, massagear seu ego.
O resultado foi imediato e constrangedor. A Justiça anulou todas as expulsões.
Veio então o segundo revés. Os dinistas, liderados por Othelino, tiveram de recuar e negociar a saída de todos os governistas do PSB. Caso contrário, a oposição correria o risco de ficar sem voz, sem comissões e sem espaços no Legislativo, um custo político alto demais para sustentar o delírio de controle.
A primeira investida de Othelino no PSB não passou de um projeto de ditador mal-sucedido. Desaprendeu a fazer política, confundiu articulação com imposição e força com autoridade.
O saldo é claro: mais uma derrota dupla de Othelino Neto para Iracema Vale na política e na Justiça.

Alguns remanescentes do dinismo no Maranhão aproveitaram o movimento da presidente da Assembleia, Iracema Vale, que deixou o PSB para filiar-se ao MDB, para espalhar uma série de fake news contra a parlamentar.
A principal delas diz respeito a uma suposta rejeição ao PT, na tentativa de jogar a militância contra uma possível nova filiada.
Segundo a equivocada tese dinista, ao sair do PSB, Iracema deveria migra logo para o PT. Se não o fez, é porque a base brandonista não tem lá tantas garantias de que o partido vai ficar com o governador Carlos Brandão.
O argumento é falso como uma nota de três reais.
O movimento de Iracema (e dos demais governistas que deixaram o PSB) tem a ver com a organização interna da Assembleia. E alcançou o seu principal objetivo: enfraquecer a presença oposicionista nas comissões técnicas da Casa.
A.conta é simples.
Da forma como queriam os dinistas, com a expulsão de sete deputados, mas com a permanência de Iracema, Francisco Nagib e Ariston Ribeiro no PSB, a sigla teria, junto com o PCdoB, 11 membros em um bloco.
Isso lhes garantiria 2 vagas em comissões.
Mas eis que a Justiça anula as expulsões. Nesse ponto, a situação se inverteria: era o PSB que voltaria a ter maioria governista, algo péssimo para os planos de Othelino Neto, Carlos Lula e Leandro Bello.
Neste cenário, foi feito um acordo: os governistas deixariam o PSB, e os socialistas formariam um bloco com PCdoB, mas, agora, apenas com 8 membros e uma vaga em cada comissão.
E Iracema? Por que não foi logo para o PT?
Simples: o PT faz parte da Federação Fé Brasil, que tem ainda o PCdoB e o PV na sua formação.
Qual seria, portanto, o sentido de a presidente deixar o PSB depois de toda essa crise com os oposicionistas para acabar em um partido que integra o bloco de oposição.
Seria totalmente ilógico.
E só não vê isso quem não conhece o funcionamento interno da Assembleia Legislativa. Ou quem vê, mas está politicamente mal- intencionado…
Blog do Gilberto Léda

A chamada “imprensa manipulada” tenta tumultuar e distorcer o processo eleitoral, criando narrativas que não condizem com a realidade dos fatos. Na última quinta-feira, 29 de janeiro, o prefeito Fernando Pessoa recebeu em Tuntum o secretário de Estado Orleans Brandão para uma série de inaugurações no município.
Durante seu discurso, Fernando foi claro e enfático ao afirmar que vota em Orleans Brandão e que não vê qualquer problema em subir no mesmo palanque até mesmo com adversários políticos locais para pedir voto para o Orleans. Segundo ele, o projeto de governo é maior do que disputas ou desavenças municipais, deixando evidente a maturidade política e o compromisso com um projeto coletivo para o Maranhão.
Ainda durante o evento, e na presença de Orleans Brandão, o prefeito anunciou que receberia no dia seguinte a senadora Ana Paula e o deputado Othelino Neto, sem esconder a amizade e o diálogo político que mantém com o casal.
Após a assinatura dos convênios, ao descer do palanque, Orleans Brandão foi para residência do ex-prefeito Tema, derrotado pelo Fernando nas últimas eleições e adversário político, uma situação comum e recorrente em diversos municípios, que faz parte da dinâmica política.
A política, afinal, é a arte de somar, e não de dividir. Alguns aliados do grupo Brandão parecem acreditar que uma eleição se vence apenas com um círculo restrito, quando, na verdade, o diálogo amplo e a construção de alianças são fundamentais para qualquer projeto vencedor.

Em seis anos como prefeito de São Luís, Eduardo Braide não conseguiu resolver o principal problema de mobilidade urbana da capital. O resultado é um sistema de transporte público em colapso, marcado por nove greves, empresas financeiramente estranguladas e um serviço que para repetidamente.
A crise não é inédita nem eleitoral. É estrutural. E revela incapacidade de gestão. Quem governa uma cidade sem conseguir garantir ônibus rodando todos os dias não pode transferir a responsabilidade para disputas políticas quando o sistema entra em pane.
Braide não encara o problema de frente e terceiriza a culpa, para os ex-secretários, Câmara dos Vereadores, adversários políticos e até a imprensa, que cobre com responsabilidade a greve.
De um lado evita qualquer dialogo com os empresários do transporte coletivo, que empregam milhares de trabalhadores e sustentam um serviço essencial, mas autoriza o repasse de milhões de reais a empresas multinacionais de aplicativo, como a 99, sem enfrentar o problema central da mobilidade urbana.
Braide aposta nos algoritmos das redes sociais para blindar-se do óbvio: sua incapacidade de resolver o sistema de transporte público. Com isso, aposta-se em soluções paliativas, caras e ineficazes.
Antes de mirar o Palácio dos Leões, Eduardo Braide precisa explicar por que não conseguiu fazer o básico em São Luís: manter o transporte público funcionando.
Mas uma coisa é certa, essa é a última greve no transporte público sob sua gestão. Já que vai deixar a prefeitura na mão de sua vice para tentar a cadeira dos Leões.

A Comissão de vereadores de São Luís vai se reunir com o procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira, para a mediação do Ministério Público Estadual na liberação do repasse da verba das emendas parlamentares da Câmara Municipal. O valor é de R$ 12 milhões. O encontro ocorrerá nesta quinta-feira (05/02) – um dia após o Dia Mundial de Combate ao Câncer -, às 10h, na sede do MPMA.
O recurso é para a construção de uma ala pediátrica no Hospital do Câncer Aldenora Bello. A verba está assegurada desde o fim de novembro mas, a liberação que deveria ter sido feita há dois meses pela Prefeitura de São Luís, ainda não saiu.
*QUANDO*: Nesta quinta-feira (05/02), às 10h
*ONDE*: Na sede do Ministério Público do Maranhão –
Av. Prof. Carlos Cunha, nº 3261, Calhau CEP: 65076-820 – São Luís – Maranhão
*MAIS INFORMAÇÕES*:
É a segunda vez que os vereadores vão ao Ministério Público.
Na última sexta-feira (dia 30) uma comissão com 12 vereadores foi ao MPMA entregar uma representação assinada por 25 parlamentares pedindo que a Prefeitura de São Luís libere os recursos destinados pela Câmara Municipal para implantação da ala pediátrica do Hospital do Câncer Aldenora Bello.
O documento levado pelos vereadores foi entregue a um dos assessores do Procurador-Geral de Justiça.
Vereadores que assinam a representação para o Ministério Público:
1 – Anderson Borges
2 – André Campos
3 – Andrey Monteiro
4 – Antônio Garcez
5 – Astro de Ogum
6 – Beto Castro
7 – Clara Gomes
8 – Concita Pinto
9 – Daniel Oliveira
10 – Edson Gaguinho
11 – Fábio Filho
12 – Flávia Berthier
13 – Marcos Castro
14 – Marcelo Poeta
15 – Marlon Botão
16 – Marquinhos
17 – Nato Júnior
18 – Octávio Soeiro
19 – Professora Magnólia
20 – Raimundo Júnior
21 – Raimundo Penha
22 – Rommeo Amin
23 – Thay Evangelista
24 – Thiago Freitas
25 -vWendell Martins
Para garantir a obra é necessário R$ 20 milhões. R$ 12 milhões foram autorizados nas emendas e os vereadores assumiram o compromisso de destinar mais R$ 8 milhões no começo deste ano para totalizar todo o dinheiro necessário para a conclusão da obra.
*Ampliação*
A capacidade do Hospital vai ser ampliada em mais 100 leitos.
A ala pediátrica vai aumentar dos atuais 23 para 90 leitos.
Também vão ser instalados 32 novos leitos adultos.
Hoje o hospital conta com 175 leitos |(informação do site do hospital).
Com a liberação da verba, a previsão é que a obra seja concluída até o final de 2026.
O Aldenora Bello é filantrópico e administrado pela Fundação Antônio Dino.
O hospital foi fundado em 1958.
É um Centro de Alta Complexidade em tratamento de câncer, e atende de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de particular e convênio.
O Centro é o único habilitado, desde 2017, para o tratamento em crianças no Maranhão.
No Aldenora Bello existe uma UTI PEDIÁTRICA, que foi inaugurada em 2018, com recursos doados pelo Instituto Ronald Macdonalds (campanha Mac Dia Feliz). A UTI tem 5 leitos.
*O ALDENORA EM NÚMEROS*:
Responsável por 50% dos diagnósticos de câncer no Maranhão
40 mil consultas
6 mil cirurgias
2 mil tratamentos de radioterapias
40 mil ciclos de quimioterapias
Mais de 30 mil atendimentos mensais
Fila de espera: 700 pacientes
*RECURSOS RECEBIDOS PELO HOSPITAL NO FIM DE 2025*:
Em dezembro, o Aldenora Bello recebeu uma verba de mais de R$ 3 milhões (3.707.579,81) do programa Agora Tem Especialistas, do Governo Federal. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União de 26 de dezembro. O dinheiro é pra custear procedimentos e incrementar o teto de média e alta complexidade.
No Diário Oficial do Municipal encontrei várias portarias com liberação de dinheiro do Fundo Municipal de Saúde para custeio e operacionalização do Hospital. Nada para a obra da UTI Pediátrica. Eram seis portarias que dão um total R$ 5 milhões e 200 mil.
*RECLAMAÇÕES NO ATENDIMENTO*:
A UTI Pediátrica foi desativada em 2024 e estava funcionando só como enfermaria. O funcionamento da UTI foi regularizado após uma série de tratativas do MPMA, iniciadas em novembro de 2024, com a direção do hospital e representantes do Município de São Luís e do Estado do Maranhão.
Em maio do ano passado, o MPMA fez uma vistoria no Hospital por conta de reclamações que os pacientes e seus familiares eram obrigados a esperar por um longo tempo na fila. Em agosto de 2024, a direção da unidade de saúde tinha determinado que os agendamentos só poderiam ser feitos presencialmente pelos próprios pacientes ou por seus parentes de primeiro grau. Os outros parentes e representantes precisariam apresentar procuração registrada em cartório para marcar as consultas, gerando impacto financeiro aos pacientes com câncer. Os pacientes chegavam na madrugada para garantir atendimento.
O hospital atende mais de 50% dos casos de câncer no Maranhão, o que gera grande pressão sobre os serviços.
Alta procura e limitação de equipamentos eficientes para acompanhar o volume de pacientes.
*CÂNCER NO MARANHÃO*:
Estimativa de 36 mil novos casos ano
Geral: Mais de 3.000 novos casos de câncer de pele são previstos para este ano devido à alta exposição solar no estado.
Mulheres: O estado registrou o segundo maior aumento percentual de diagnósticos de câncer de mama no Nordeste recentemente. O câncer de colo do útero deve somar cerca de 800 novos casos em 2025.
Homens: Além da próstata, o Maranhão detém a maior incidência mundial de câncer de pênis. O câncer de pulmão também aparece como o segundo mais frequente entre os homens maranhenses.
Infantil: apresenta maior prevalência de leucemias (37,7%), afetando principalmente crianças do sexo masculino (55,5%), raça parda (80%) e na faixa de 0 a 5 anos.
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