Jefferson Calvet, que é natural de São Luís, se acha alguém com “raiz no lugar”

O vereador de Bacabeira, Jefferson Calvet (PRD), tem uma crença limitada: acredita que a política nas redes sociais precisa ser feita com mentira pautada no “humor”, para que os seguidores achem engraçado e deem likes.
Neste sábado, 9, por exemplo, o parlamentar bacabeirense teria escrito um texto e resolveu “plantar” uma (des)informação em um blog de Rosário – com fortes ligações ao primo prefeito Calvet Filho – que ele deve ser o vice “raiz” na chapa da pré-candidata Naila Gonçalo (Mobiliza-33), que busca a sucessão da prefeita Fernanda Gonçalo no pleito deste ano.
As “digitais” do vereador seguem o roteiro do líder da extrema direita brasileira, o ex-presidente Jair Bolsonaro: debochar sem cessar. O deboche raso é o gesto de quem não consegue sustentar um debate político com base no diálogo.
De acordo com informações disponíveis no DivulgaCand – sistema da Justiça Eleitoral que traz dados públicos sobre candidaturas em todo o país, Jefferson é natural de São Luís, mesmo assim, se acha alguém com “raiz no lugar”. Ou seja, expôs mais uma vez seu deboche.
Jefferson faz parte da categoria chamada de político-celular. A sua atuação é só fazer rir: rir dos outros, rir dos aliados, rir de tudo ao alcance do seu deboche. O show circense costuma agradar seus seguidores nas redes sociais, mas pode lhe fazer despencar em votos no eleitorado formado por pessoas que não simpatizam com o bolsonarismo.
O diabo está sentando em cima dos detalhes: até agora o parlamentar bacabeirense não disparou nenhum ataque debochado contra pesquisa INOP divulgada na semana passada que lhe colocou como vice-campeão em rejeição com 22, 44%, seguido por Kellyane Calvet e Alan Linhares, que lidera entre os mais rejeitados.

Ou seja, na terra onde o presidente Lula ganhou com mais de 78,04%, o debochado vereador – conhecido como um extremista maluco – enfrenta uma alta rejeição, provavelmente, pelo desgaste com sua postura bélica nas redes sociais.
Ah, já ia me esquecendo! O texto publicado no blog que veiculou a ‘notícia’ é atribuído ao próprio vereador pelo simples motivo: o editor da página não é muito amigo da leitura e ortografia, por isso ficou fácil identificar o Ghostwriter – ‘o escritor fantasma’.
‘Festa de aniversário’ transformada em showmício foi realizada na noite deste sábado e contou com um público pequeno, apesar da convocatória nas redes sociais e em outdoors.

O senador Weverton Rocha (PDT) e o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) lançaram o empresário Diegão da Madeireira como pré-candidato à Prefeitura de Vargem Grande pelo PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apesar da convocatória nas redes sociais e em outdoors, foram poucas as pessoas que compareceram na Casa de Show Califórnia, na noite deste sábado (9), para participar da ‘festa de aniversário’ transformada em showmício.
No evento esvaziado, com menos de 300 pessoas, também não se viu lideranças políticas da oposição no município, de modo que a “festa de Diegão” com Tony Guerra e Forró Sacode; Douglas Pegador e Thalles Play, acabou sendo frustrada em público.
A estrutura montada em meio ao foguetório na cidade para receber o público não se mostrou na prática e acabou expondo os organizadores, pois o fraco comparecimento revela a frágil ‘força’ política do empresário na cidade.
Agendado para às 20h, o showmício foi um verdadeiro fiasco em todos os sentidos. Apesar da tímida presença de pessoas, Diegão disse estar representando “os anseios de muita gente”.
Ao final da festa, um dos líderes políticos de expressão estadual aconselhou o empresário a reavaliar sua pré-candidatura, pois mesmo com a participação das atrações nacionais e distribuição de bebidas de graça, o público não compareceu em peso demonstrando a alta rejeição de Diegão, que é conhecido com alguém engana todo mundo, pois ele é acostumado a prometer e não cumprir ou comprar e não pagar.

ICATU/MA – Prefeito da cidade de Icatu, Walace Azevedo, parabeniza as mulheres icatuenses, pelo seu dia. O mesmo postou em sua rede social.
“Mulher icatuense: a cada desafio, ela mostra para o que veio e utiliza toda essa potência para transformar o mundo para melhor.
É uma honra ser prefeito de uma cidade com tantas mulheres incríveis!
Grande abraço do seu amigo e prefeito, Walace Azevedo”.
Novos detalhes “assustadores” sobre o depoimento de Cid à PF revelam como foi a reunião entre Bolsonaro e os comandantes das Forças Armadas para discutir golpe de Estad
247 – O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, revelou em seu depoimento à Polícia Federal detalhes “assustadores” e que “parecem surreais”, de acordo com a nova edição da revista Veja, sobre a trama de golpe de estado discutida pela cúpula bolsonarista após a derrota para o presidente Lula (PT) nas eleições de 2022. A versão do militar voltou a ganhar relevância após o depoimento do general Freire Gomes, ex-comandante do Exército, realizado na sexta-feira passada (1), que forneceu relatos que corroboraram com as informações de Cid.
Cid descreveu a reunião ocorrida em novembro de 2022 no Palácio da Alvorada, logo após a derrota nas eleições presidenciais para o presidente Lula (PT). Segundo o relato de Cid, durante essa reunião, o então assessor para Assuntos Internacionais da Presidência, Filipe Martins, apresentou a Bolsonaro uma minuta de decreto que denunciava uma falsa interferência do Poder Judiciário no Poder Executivo. Além disso, a minuta propunha a prisão de diversas autoridades, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) sob a justificativa de oposição ideológica ao ex-presidente.
Bolsonaro, então, convocou a famigerada reunião com os comandantes do Exército, Aeronáutica e Marinha. Durante esse encontro, Martins explicou detalhadamente o conteúdo do documento, mas não mencionou prisões ou anulação das eleições. Segundo o relato de Cid, em outro momento da reunião, sobraram apenas Bolsonaro e os comandantes na sala e o ex-presidente os pressionou sobre a possibilidade de implementar o decreto golpista. Cid alega que ficou sabendo desta parte do encontro pela boca do general Freire Gomes.

Na sessão desta quarta-feira (06), o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) confirmou duas cautelares concedidas monocraticamente na semana passada pelo conselheiro Daniel Brandão, envolvendo contratações realizadas pela prefeitura e pela câmara de Paço do Lumiar, município da grande São Luís. Os valores envolvidos ultrapassam R$ 1 milhão, caso da prefeitura, e R$ 400 mil, no caso da câmara municipal.
No caso da prefeitura, a decisão atende a denúncia formulada via Ouvidoria do TCE, referente a suposta fraude licitatória na contratação das empresas Construtora Decola Brasil Eireli Epp e HGS Construções e Comércio Ltda. O contrato com a primeira, no valor de R$ 1,2 milhão, foi assinado em 2018, tendo como objeto a aquisição de material laterítico (usado na construção de tijolos, vigas estruturais, etc) para a Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo do município.
O contrato firmado com a empresa HGS Construções, por sua vez, data de janeiro deste ano, e tem como objeto a formação de registro de preço para o fornecimento do mesmo tipo de material para a recuperação de vias não pavimentadas e manutenção de estradas vicinais no município.
De acordo com a denúncia, as contratações decorrem de fraude licitatória, diante da existência de relação de parentesco no grau de pai e filha entre os proprietários das duas empresas. Além disso, prossegue, o procurador da HGS Construções é o proprietário da Decola Brasil e os endereços de e-mail das duas empresas é o mesmo. Por fim, alega o denunciante, a HGS Construções não passa de uma empresa “de fachada”, não possuindo funcionários e “funcionando” em sede fantasma.
No caso da câmara municipal, a denúncia dá conta de possíveis irregularidades na celebração de contrato com a empresa Excelência Assessoria Contábil Ltda., tendo como objeto a execução de serviços técnicos especializados em consultoria e assessoria contábil. A irregularidade seria a modalidade da contratação, direta por inexigibilidade de licitação, uma vez que não se verificaria o requisito da singularidade do serviço e notória especialização. O denunciante aponta ainda provável discrepância entre os valores cobrados pela empresa com o mercado e os serviços efetivamente prestados, e ainda irregularidade na duração do contrato, que ultrapassaria o exercício financeiro.
O cenário tem ainda como agravante o fato de a câmara municipal já possuir um segundo contrato com a mesma finalidade, firmado com a empresa J.L. Silva, cuja atuação teria ênfase no controle interno.
Com a medida, agora referendada pelo pleno, se encontram suspensos quaisquer pagamentos por parte da prefeitura ou da câmara municipal de Paço do Lumiar decorrentes dos respectivos contratos, com a devida intimação dos responsáveis, por parte da administração pública, e dos licitantes, para ciência da decisão.
No caso específico das contratações realizadas pela prefeitura de Paço do Lumiar, a decisão atinge apenas a empresa HGS Construções Ltda., uma vez que os atos administrativos relacionados ao contrato com a Construtora Decola Brasil Eireli Epp foram realizados no ano de 2018, estando vinculados, portanto, vinculados à relatoria do conselheiro substituto Antonio Blecaute Costa Barbosa, a quem caberá a análise do pedido.
A ex-deputada Helena Barros Heluy concedeu entrevista, na manhã desta sexta-feira (8), ao programa ‘Em Discussão’, da Rádio Assembleia (96.9 FM), onde fez uma análise da trajetória de lutas das mulheres para conquistar direitos no Brasil e, especialmente, no Maranhão, desde o início do século XX até os dias de hoje.
Durante a entrevista, realizada pelas radialistas Maria Regina Telles e Josélia Fonseca, Helena Barros Heluy declarou que continua alarmada com a persistente cultura de violência contra a mulher.
Ela lembrou que a legislação brasileira teve de avançar muito porque, até a vigência do Código Civil de 1916, a mulher casada era considerada relativamente incapaz porque, à luz do legislador da época, tinha fraqueza de entendimento.
“A mulher casada tinha que ganhar em seu nome o sobrenome do marido como uma marca, uma marca de posse e propriedade. De tal forma que, nos dias de hoje, estes estúpidos casos de feminicídio são fruto dessa construção histórica de brutal violência contra a mulher”, declarou a ex-deputada. Ela observou que, sempre que se apresenta, diz por completo seu nome e sobrenome: “Eu me chamo Helena Barros Heluy”.
A ex-deputada lembrou que somente a legislação de 1962 permitiu que mulheres casadas não precisassem mais da autorização do marido para trabalhar. A partir de então, elas também passariam a ter direito à herança e a chance de pedir a guarda dos filhos em casos de separação.
Admiração
Helena Barros Heluy salientou que gosta e admira muito o Parlamento por ter, sempre, a missão de ser um instrumento de formação política. E fez questão de elogiar a Assembleia Legislativa do Maranhão por ter, pela primeira vez, uma mulher na presidência da Casa, a deputada Iracema Vale (PSB):
“Não posso deixar de fazer o registro do fato, da circunstância e da importância de se ter uma mulher presidindo a Assembleia Legislativa do nosso Estado. Fico honrada porque a Iracema diz toda vez que o primeiro voto dela foi para mim. Causa-se emoção este fato de ela sempre dizer que o primeiro voto dela foi para mim e eu quero parabenizá-la também. Ela está encarnando o grande desafio de se ter uma mulher presidindo o Poder Legislativo. E eu sou empolgada pelo Legislativo. Dos três poderes, é o poder que dá vida à vida política”, enfatizou.
Além de fazer um relato sobre a luta das mulheres por equidade e respeito na sociedade, Helena Barros Heluy fez também uma breve retrospectiva de sua carreira profissional e política.
“Comecei minha vida profissional como jornalista, trabalhando com o bravo jornalista Neiva Moreira, no bravo Jornal do Povo. Por essa razão, aproveito para saudar todos os jornalistas e todas as jornalistas desta Casa, na pessoa da minha filha, Jackeline Heluy, que muito me honra e muito me orgulha por ser, também, uma brava jornalista”, enfatizou a ex-deputada Helena Barros Heluy.
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