Felipe dos Pneus engana alunos e desrespeita Estatuto da Criança e do Adolescente

De volta ao cargo de prefeito, Felipe dos Pneus diz que vai primeiro priorizar pagamento de servidores - John Cutrim

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a gestão de Felipe dos Pneus viola diversos direitos fundamentais. O artigo 53 do ECA garante às crianças e adolescentes o direito à educação de qualidade, que assegure o pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Além disso, o artigo 58 estabelece que o poder público deve garantir o atendimento em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade.

No que tange à cultura, esporte e lazer, o artigo 59 do ECA afirma que os municípios devem criar programas de atendimento à população infanto-juvenil. Contudo, em Santa Inês, tais programas são praticamente inexistentes, evidenciando uma gestão que negligencia as necessidades básicas da juventude local.

É imperativo que a população de Santa Inês assista ao vídeo da denúncia que foi enviado ao blog do Sidinei Costa, onde são expostas as condições deploráveis da escola Simone Macieira e o desrespeito contínuo às promessas feitas pelo prefeito. Esse material é crucial para entender a gravidade da situação e mobilizar a sociedade em prol de uma educação digna e respeitosa para todas as crianças e adolescentes do município.

A administração municipal deve ser responsabilizada por suas promessas não cumpridas e pela violação dos direitos das crianças e adolescentes. É urgente que sejam tomadas medidas efetivas para garantir uma educação de qualidade, com escolas bem estruturadas e programas de apoio que promovam o desenvolvimento integral de nossos jovens. O futuro de Santa Inês depende do respeito e do cuidado que oferecemos às nossas crianças hoje.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou em votação final, projeto que autoriza o tratamento químico hormonal (também conhecida como castração química) voluntário de reincidência em crime contra a liberdade sexual. Do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), o PL 3.127/2019 recebeu parecer favorável do senador Angelo Coronel (PSD-BA), com emendas. Caso não haja recurso para que seja votado em Plenário, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados. A votação foi presidida pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP).

O projeto autoriza o condenado mais de uma vez pelos crimes de estupro, violação sexual mediante fraude ou estupro de vulnerável (menor de 14 anos), previstos no Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940), a se submeter a tratamento químico hormonal de contenção da libido em hospital de custódia, desde que o preso esteja de acordo com o tratamento.

O projeto determina que a aceitação do tratamento pelo condenado não reduz a pena aplicada, mas possibilita que seja cumprida em liberdade condicional pelo menos enquanto durar o tratamento hormonal; e que o livramento condicional só terá início após a comissão médica confirmar os inícios dos efeitos do tratamento.No parecer, lido pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), foi acatada emenda do senador Sergio Moro (União-PR) para que o tratamento possa ser possível após o condenado ter cumprido mais de um terço da pena, por mais de uma vez, nos crimes previstos pelo projeto. O senador argumentou que, sem regra própria, os condenados pelo crime contra a liberdade sexual teriam que cumprir dois terços da pena para obter o livramento condicional, o que ele reputou “ser improvável a aceitação do tratamento”.

O relator também aceitou sugestão de Moro para deixar claro que não basta a aceitação do tratamento pelo condenado para obtenção do direito ao livramento condicional, sendo igualmente necessário o preenchimento dos demais requisitos legais, constantes no Código Penal.

A proposta também altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984), para regulamentar a atuação da Comissão Técnica de Classificação, que é a responsável por individualizar a execução penal de acordo com os antecedentes e a personalidade dos condenados, nos casos em que se aplicar o tratamento hormonal. Essa comissão especificará os requisitos e o prazo da liberdade condicional, assim como sugerirá as condições ao juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e o Conselho Penitenciário.

Na avaliação de Styvenson Valentim, que celebrou a aprovação do texto, a castração química é uma medida adequada e necessária, pois vai proporcionar um ganho na segurança pública com relação aos crimes sexuais, além de ser mais eficiente para reduzir a reincidência do que o monitoramento eletrônico.

— É uma opção para a diminuição de crimes sexuais, que é altíssima no nosso país.

Segundo Styvenson, a proposta se inspira na forma como a medida é regulada pela legislação da Califórnia, nos Estados Unidos, que permite a castração química voluntária desde a primeira condenação, mas a torna obrigatória em caso de reincidência, a não ser que o condenado opte pela castração cirúrgica, de efeitos permanentes.

Para Angelo Coronel, a opção por um tratamento hormonal é uma oportunidade de que o condenado realize uma intervenção terapêutica.

— A reincidência nos crimes de estupro, estupro de vulneráveis e violação sexual mediante fraude indicam que o condenado tem uma predisposição natural, cultural ou psíquica que o torna propenso à conduta sexual violenta — leu o relator ad hoc.

No seu voto, o relator avalia que o projeto leva em consideração a vontade do condenado, que será orientado sobre suas condições clínicas e sobre possíveis efeitos colaterais, e só então decidirá pela aplicação dos hormônios.

Os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Messias de Jesus (Republicanos-RR) ressaltaram que essa é uma pauta que extrapola o campo ideológico e que o Congresso não pode ter nenhum “tipo de condescendência” com esse tipo de criminoso. Eles destacaram os resultados positivos obtidos por países que também aplicaram a medida.

— Em alguns países a reincidência [do crime] baixa de 90% para cerca de 3% ou 4% de um estuprador reincidente — destacou Flávio Bolsonaro.

Outras alterações 
O relator acatou outra sugestão do senador Sergio Moro para que o tratamento hormonal tenha uma duração mínima igual ao dobro da pena máxima prevista para o crime praticado. No projeto original, a previsão era de que a duração do tratamento seria definida pela Comissão Técnica de Classificação.

O relator também substituiu a expressão “castração química” originalmente usada no projeto por “tratamento químico hormonal voltado para a contenção da libido”; e a substituição do termo “reincidente”, que constava na proposta original, por “condenado mais de uma vez”. Moro explicou que destinar a proposta apenas a condenados reincidentes obrigaria o trânsito em julgado do processo penal.

O relator apresentou uma emenda que retirou do projeto original a possibilidade anteriormente prevista de que o condenado optasse por cirurgia de efeitos permanentes para substituir o tratamento, o que levaria à extinção da pena.

Também foi proposta pelo relator alteração no Código Penal aumentando em um ano as penas mínimas para os crimes sexuais a que se aplica o projeto. Assim, a pena mínima de reclusão para o crime de estupro passa de seis para sete anos; violação sexual mediante fraude, de dois para três anos; e estupro de vulnerável, de oito para nove anos.

Fonte: Agência Senado

Deputado Soldado Leite relata reunião na Segurança Pública para discutir reivindicações dos militares

O deputado Soldado Leite (PSC) destacou, na sessão plenária desta quarta-feira (22), a reunião que teve com o secretário de Estado da Segurança Pública, Maurício Martins, para tratar de uma pauta de reivindicações dos policiais militares. Dentre os pleitos abordados pelo parlamentar estão a questão das escalas de serviços, as promoções e os processos de bravura dos militares.

Com relação à escala de serviços, Soldado Leite ressaltou que este modelo está sendo implementado nos municípios de Timon, Bacabal, Caxias e Codó e que tem causado dificuldades para conciliar o exercício das atividades com o retorno dos militares para as suas residências. “Precisamos dialogar e buscar superar essas dificuldades”, afirmou o parlamentar.

O deputado ressaltou que a questão das promoções é um item muito caro para a categoria e que procurou mostrar ao secretário a necessidade de ampliar vagas do quadro de praças. “Temos, agora, na iminência de ir para a reserva remunerada os policiais barra 92, 93 e 94. Muitos deles estão aguardando uma promoção para que possam levar um salário melhor para a reserva. Precisamos ter uma atenção com esses militares”, salientou.

Bravura

Quanto aos processos de bravura, o parlamentar revelou que estão com os pareceres favoráveis, mas parados e aguardando publicação. “Temos muitos militares nessa situação, aguardando apenas a publicação. Pedimos uma atenção especial do secretário para essas questões”, acrescentou.

Ainda durante seu pronunciamento, o deputado Soldado Leite anunciou que terá uma reunião, em breve, com o secretário de Estado de Administração, Guilberth Garcês, para tratar de questões relativas à vida previdenciária dos militares, junto ao Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA).

“Vamos discutir a possibilidade de se voltar à legislação anterior, que garantia descontos mais favoráveis aos servidores. Os descontos de hoje são maiores e estão comprometendo a renda dos aposentados e pensionistas”, afirmou.

Por fim, Soldado Leite disse que espera que o governador Carlos Brandão nomeie novos militares aprovados no concurso público, para fortalecer o Sistema de Segurança Pública do Maranhão.

O grande marqueteiro e braço direito de Léo Cunha, conhecido com Figueredo Locutor um dos principais apoiadores e responsável pela eleição do atual gestor na campanha passada perdeu a paciência. Cansado de ser chutado e injustiçado ele abriu o verbo e atacou seus próprios companheiros de gestão, inclusive secretários e outros que estavam na oposição na época da eleição de 2020 e hoje ocupam diversos cargos na prefeitura.

Acusado de esquecer daqueles que lhe ajudaram na eleição passada, Figueredo é um deles que se sente injustiçado e desvalorizado. Ele foi um dos primeiros que apoiou e recebeu o prefeito Léo Cunha na época que chegou a cidade de braços abertos e hoje é apenas um simples locutor com salário inferior ao daqueles que atacavam Léo Cunha naquela eleição.

A gestão atual conta com secretários, diretores, coordenadores em todos os órgãos sendo ocupados por pessoas que atacavam Léo Cunha, ofendiam e chamavam o atual prefeito de forasteiro, sapo cururu e outras coisas ainda piores. Esquecido e desvalorizado
Figueredo começou a mostra os bastidores da gestão que enfrente brigas internas, crise política e abandono de seus apoiadores.

Léo cunha tenta esconder a realidade, mas fica claro que o clima é dos piores possíveis, chegando ao ponto de um servidor como Figueredo ter de desabafar publicamente a injustiça. O prefeito não se posiciona o que mostra fraqueza, enquanto isso o clima vai piorando e alguns servidores e secretários já afirmam que irão deixar a atual gestão nos próximos dias por conta da falta de pulso do grupo em se posicionar sobre as falas de Figueredo.

Nomeação ocorreu em 14 de fevereiro. Luis Vannucci já foi candidato a deputado apoiando Bolsonaro e ocupou cargos nos ministérios de Damares Alves e Gilson MachadoJair Bolsonaro e Luis Vannucci

247 – O bolsonarista Luis Vannucci foi nomeado em 14 de fevereiro pelo ministro do Esporte, André Fufuca (PP), para o cargo de diretor de Infraestrutura do Esporte no Ministério do Esporte, informa Paulo Cappelli, do Metrópoles.

Luis Vannucci, que já concorreu a deputado federal pelo PSL, antigo partido de Bolsonaro, tem uma trajetória marcada por sua ligação com o bolsonarismo. Durante a campanha de 2018, ele apareceu em vídeos pedindo votos para Bolsonaro.

Apesar de não ter conseguido se eleger, Vannucci ocupou vários cargos durante a administração de Bolsonaro. Em 2019, foi nomeado secretário adjunto da Secretaria Nacional da Juventude, no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, sob a liderança de Damares Alves. No ano seguinte, migrou para o Ministério do Turismo, onde assumiu o cargo de secretário nacional de Infraestrutura Turística. Durante seu tempo no Turismo, esteve envolvido em projetos como a inauguração do terminal de passageiros do aeroporto e o centro de convenções de Barreirinhas, no Maranhão, ao lado do então ministro Gilson Machado e do senador Magno Malta (PL-ES).

Em 2021, Vannucci passou a ser coordenador-geral de Assuntos Parlamentares do Ministério do Turismo, posição que manteve até 19 de janeiro de 2023, quando foi exonerado pelo recém-empossado governo de Lula.

 

Após ficar inelegível pela Justiça Eleitoral, Jackson Pereira, ex-candidata a prefeito de Estreito, vai apoiar a sua esposa, como pré-candidata a prefeita no município.

Maiane Dequigiovanni, será candidata pelo Replubicanos, comandando em Estreito, por Jackson Pereira.

Recentemente ele pediu exoneração do cargo de secretário de Turismo de Estreito, para dedica-se na pré-campanha de sua esposa.

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