Léo Cunha na mira do MP: contrato milionário sob investigação

Um contrato milionário firmado pela Prefeitura de Estreito, liderada pelo prefeito Léo Cunha, está sendo investigado pelo Ministério Público devido a suspeitas de fraude. O contrato em questão, referente à licitação 128/22, envolve a pavimentação asfáltica da cidade, com um valor total de R$ 2.993.893,95.

A investigação está sob a responsabilidade do promotor de Justiça Francisco Milhomem, que instaurou um Procedimento para apurar os indícios de irregularidades. De acordo com relatos preliminares, há suspeitas de fraude no processo licitatório, que teriam motivado a abertura da apuração.

O promotor Milhomem tomou a decisão de acompanhar de perto e fiscalizar o contrato. Para isso, ele determinou a realização de diligências, incluindo a coleta de depoimentos, documentos e outros elementos que possam elucidar a veracidade das denúncias.

A população de Estreito aguarda com expectativa o desenrolar das investigações, esperando que todas as medidas necessárias sejam tomadas para garantir a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos. A Prefeitura, por sua vez, ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

As próximas etapas da investigação envolvem a análise minuciosa dos documentos relacionados à licitação e aos contratos firmados, bem como a convocação de testemunhas para depoimentos. A expectativa é que o Ministério Público possa concluir a investigação em um prazo razoável, trazendo à luz todas as informações pertinentes e, se necessário, responsabilizando os envolvidos.

A Prefeitura de Tuntum, por meio das Secretarias Municipais de Educação, de
Assistência Social, de Saude, de Segurança Pública, com apoio do Ministério Público, do CMDCA e Conselho Tutela realizou na manhã desta segunda-feira (20), a caminhada em defesa dos direitos de crianças e adolescentes. O ato é parte da campanha Faça Bonito, uma mobilização nacional em torno do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio.

Bolsonaristas pré-candidatos do PL nas eleições municipais deste ano deverão ser diretamente impactadas por medidas cautelares

247 – Proibição do uso de redes sociais, de se ausentar de suas residências à noite e o uso de tornozeleiras eletrônicas. Essas são algumas das restrições que bolsonaristas pré-candidatos do PL nas eleições municipais deste ano deverão ter em suas campanhas, que serão diretamente impactadas por medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O jornalista Paulo Cappelli, em sua coluna no Metrópoles, informa que, “no Espírito Santo, três postulantes do PL a cargos eletivos estão nessa situação. Preso em fevereiro por determinação do ministro Alexandre de Moraes, o deputado estadual Capitão Assumção [na foto principal, com Bolsonaro] é acusado de descumprir medida cautelar e usar as redes sociais para proferir ataques ao STF. Preso em dezembro de 2022 e afastado do mandato de vereador por Vitória, Armandinho Fontoura também não pode usar suas redes sociais por determinação de Moraes. Assim como Assumção, ele é investigado pela suposta atuação em uma milícia digital dedicada à incitaBolção de atos antidemocráticos e divulgação de notícias falsas sobre o STF e a segurança das urnas eletrônicas”.

“Também preso em dezembro de 2022 e solto um ano depois, Fabiano Oliveira, o Pastor Fabiano, não ocupa cargo eletivo, mas sua pré-candidatura a vereador de Vila Velha (ES), na Grande Vitória, já foi anunciada pelo PL”, acrescenta.

PRESO, EM CENTRO NOVO DO MARANHÃO, SUSPEITO DE PRATICAR EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA UMA CRIANÇA DE 11 ANOS

Na manhã desta terça-feira(21), a Polícia Civil do Maranhão, através da Superintendência de Polícia Civil do Interior(SPCI), em uma ação realizada no contexto da Operação “Caminhos Seguros”, deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva contra um homem, de 49 anos, pelo crime de publicação de vídeo pornográfico com cena de sexo e assédio sexual de criança para fins libidinosos, no contexto da exploração sexual contra crianças e adolescentes. O caso ocorreu no município de Centro Novo do Maranhão.

O delegado Ricardo Pinto Aragão, delegado assistente da SPCI, disse que o homem estava sendo investigado desde o último dia 14 de maio, após sua ex-companheira ter o denunciado por crime de exploração sexual contra criança. De acordo com a denúncia, como forma de vingança, o investigado estaria assediado a filha da ex-companheira, uma criança de 11 anos.

Imagem do aparelho de celular apreendido na ação policial.

Consta na investigação que o homem se comunicava com a menor via aplicativo de mensagens, enviando vídeos onde ele aparece praticando atos obscenos convidando a menor para praticar sexo. Assim que tomou ciência do caso, a mãe da criança procurou à polícia para entregar o material de conversas com áudio e vídeo pornográfico enviados pelo investigado.

Nesta manhã, os policiais civis estiveram no Povoado Limão, em Centro Novo, onde conseguiram cumprir a ordem judicial contra o investigado.  Na residência do alvo foi apreendido um celular contendo as cenas pornográficas.

Após os procedimentos de praxe, o preso foi encaminhado para uma unidade prisional de Governador Nunes Freire, onde ficará à disposição da justiça.

247 – O adolescente de 16 anos que matou os pais adotivos e a irmã ficou surpreso quando foi informado que seria apreendido, de acordo com informações da Polícia Civil, revela reportagem do Metrópoles. Em depoimento informal, com frieza, o adolescente relatou sobre como teria atacado os familiares, disse não estar arrependido e afirmou que, se fosse possível, faria de novo, pois ficou extremamente irritado ao ter seu celular confiscado pelos responsáveis.

O adolescente ignorou a morte da família e fez refeições ao lados dos corpos,  mantendo detalhes de sua rotina, incluindo ir à academia como se nada tivesse ocorrido. Ele disse que só decidiu avisar a polícia sobre o ocorrido, na noite deste domingo (19), porque ficou incomodado com a grande quantidade de moscas na casa, atraídas pela decomposição dos corpos.

Jovem utilizou a arma de fogo do pai para cometer os crimesPoliciais militares e agentes da GCM em rua onde os crimes aconteceram, na zona oeste de SP

247 – Um adolescente de 16 anos matou a tiros os pais adotivos e a irmã após eles tirarem seu computador e celular na última sexta-feira (17), informa a Folha de S. Paulo. O crime ocorreu na Vila Jaguara, na Zona Oeste de São Paulo, e foi descoberto apenas no domingo (19), quando o jovem ligou para a polícia e contou o que havia acontecido.

Segundo o boletim de ocorrência, o adolescente afirmou que tinha desentendimentos com os pais adotivos, e que na quinta-feira (16) houve uma discussão em que os pais o chamaram de “vagabundo” e tiraram seu celular, o que o impediu de realizar a apresentação de um trabalho na escola. O jovem também contou que sabia onde o pai, um guarda civil de 57 anos, guardava a arma.

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