
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) deferiu, na última quarta-feira (22) medida cautelar determinando ao prefeito de São José de Ribamar, Julio César de Souza Matos e à presidente da Comissão Permanente de Licitação do município, Carla Araújo Souza, a suspensão de atos administrativos referentes à Concorrência nº 13/2023, efetuando as adequações necessárias para garantir a total publicidade e competitividade do certame.
A medida (Processo nº 731/24) determina ainda que seja reaberto o prazo de 30 dias, nos termos da Lei de Licitações, contado a partir da data da efetiva disponibilização dos editais. Caso o processo licitatório esteja concluído, que sejam suspensos quaisquer atos decorrentes dele, inclusive contratos e pagamentos, até o julgamento do mérito do processo.
O processo suspenso (Concorrência Pública nº 13/2023 do tipo menor preço) tem como objeto a contratação de empresa especializada para a execução dos serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos e limpeza urbana no município, abrangendo as etapas de coleta e transporte de resíduos até o local de tratamento e destinação ou disposição final licenciada ambientalmente.
A concessão da medida cautelar atende a representação formulada por pessoa devidamente qualificada, nos termos da Lei Orgânica do TCE/MA, na qual são relatadas possíveis irregularidades na realização do certame, de interesse da Secretaria Municipal de Obras, Habitação, Serviços Públicos e Urbanismo – Semosp.
Para o órgão, ficou evidente que o processamento da Concorrência foi maculado por inúmeras irregularidades. De acordo com o documento, em 08/02/2024 houve suspensão de sessão, sem previsão de nova data para realização. Aparentemente, a sessão foi reaberta em 16/02/2024, porém, não há informações sobre ela no Portal da Transparência, nem no SINC-Contrata, cuja ata está indisponível.
“Mesmo após impugnação, foram mantidas diversas cláusulas e requisitos do edital que ultrapassam as exigências legais para a seleção da proposta mais adequada e vantajosa para a Administração, evidenciando um cenário de forte indício de direcionamento, especialmente quando se constata, à luz de informações disponibilizadas no Portal da Transparência da Prefeitura, que a empresa vencedora da concorrência em apreço, é a mesma contratada em desde 2018 (Contrato nº 004/2018) pelo município, para a execução do mesmo objeto”.

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) realiza, pela primeira vez em São Luís, o Meeting Paralímpico Loterias Caixa. O evento esportivo acontece, no próximo sábado (25), a partir das 8h, na Universidade Federal do Maranhão (Ufma).
A competição reunirá 78 esportistas de nove municípios maranhenses com disputas em duas modalidades: atletismo (60) e bocha (18). As provas serão seletivas estaduais das Paralimpíadas Escolares, Paralimpíadas Universitárias e Intercentros.
Apesar de ser a primeira competição organizada pelo CPB no Maranhão, a entidade já esteve no Estado anteriormente, por meio do Festival Paralímpico Loterias Caixa, evento que promove o primeiro contato de jovens, com ou sem deficiência, com o Movimento Paralímpico.
Meeting Paralímpico
O Meeting Paralímpico Loterias Caixa tem o objetivo de desenvolver o paradesporto em todo o território nacional, com a participação de novos talentos e atletas de elite. É idealizado e organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) desde 2021, como uma atualização dos tradicionais Circuitos Loterias Caixa, que já eram realizados desde 2005. Entre 2021 e 2023, reunia provas de atletismo, natação e halterofilismo, sendo que cada cidade sediava disputas de, pelo menos, uma dessas modalidades.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a gestão de Felipe dos Pneus viola diversos direitos fundamentais. O artigo 53 do ECA garante às crianças e adolescentes o direito à educação de qualidade, que assegure o pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Além disso, o artigo 58 estabelece que o poder público deve garantir o atendimento em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade.
No que tange à cultura, esporte e lazer, o artigo 59 do ECA afirma que os municípios devem criar programas de atendimento à população infanto-juvenil. Contudo, em Santa Inês, tais programas são praticamente inexistentes, evidenciando uma gestão que negligencia as necessidades básicas da juventude local.
É imperativo que a população de Santa Inês assista ao vídeo da denúncia que foi enviado ao blog do Sidinei Costa, onde são expostas as condições deploráveis da escola Simone Macieira e o desrespeito contínuo às promessas feitas pelo prefeito. Esse material é crucial para entender a gravidade da situação e mobilizar a sociedade em prol de uma educação digna e respeitosa para todas as crianças e adolescentes do município.
A administração municipal deve ser responsabilizada por suas promessas não cumpridas e pela violação dos direitos das crianças e adolescentes. É urgente que sejam tomadas medidas efetivas para garantir uma educação de qualidade, com escolas bem estruturadas e programas de apoio que promovam o desenvolvimento integral de nossos jovens. O futuro de Santa Inês depende do respeito e do cuidado que oferecemos às nossas crianças hoje.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou em votação final, projeto que autoriza o tratamento químico hormonal (também conhecida como castração química) voluntário de reincidência em crime contra a liberdade sexual. Do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), o PL 3.127/2019 recebeu parecer favorável do senador Angelo Coronel (PSD-BA), com emendas. Caso não haja recurso para que seja votado em Plenário, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados. A votação foi presidida pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP).
O projeto determina que a aceitação do tratamento pelo condenado não reduz a pena aplicada, mas possibilita que seja cumprida em liberdade condicional pelo menos enquanto durar o tratamento hormonal; e que o livramento condicional só terá início após a comissão médica confirmar os inícios dos efeitos do tratamento.No parecer, lido pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), foi acatada emenda do senador Sergio Moro (União-PR) para que o tratamento possa ser possível após o condenado ter cumprido mais de um terço da pena, por mais de uma vez, nos crimes previstos pelo projeto. O senador argumentou que, sem regra própria, os condenados pelo crime contra a liberdade sexual teriam que cumprir dois terços da pena para obter o livramento condicional, o que ele reputou “ser improvável a aceitação do tratamento”.
O relator também aceitou sugestão de Moro para deixar claro que não basta a aceitação do tratamento pelo condenado para obtenção do direito ao livramento condicional, sendo igualmente necessário o preenchimento dos demais requisitos legais, constantes no Código Penal.
Na avaliação de Styvenson Valentim, que celebrou a aprovação do texto, a castração química é uma medida adequada e necessária, pois vai proporcionar um ganho na segurança pública com relação aos crimes sexuais, além de ser mais eficiente para reduzir a reincidência do que o monitoramento eletrônico.
— É uma opção para a diminuição de crimes sexuais, que é altíssima no nosso país.
Segundo Styvenson, a proposta se inspira na forma como a medida é regulada pela legislação da Califórnia, nos Estados Unidos, que permite a castração química voluntária desde a primeira condenação, mas a torna obrigatória em caso de reincidência, a não ser que o condenado opte pela castração cirúrgica, de efeitos permanentes.
Para Angelo Coronel, a opção por um tratamento hormonal é uma oportunidade de que o condenado realize uma intervenção terapêutica.
No seu voto, o relator avalia que o projeto leva em consideração a vontade do condenado, que será orientado sobre suas condições clínicas e sobre possíveis efeitos colaterais, e só então decidirá pela aplicação dos hormônios.
Os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Messias de Jesus (Republicanos-RR) ressaltaram que essa é uma pauta que extrapola o campo ideológico e que o Congresso não pode ter nenhum “tipo de condescendência” com esse tipo de criminoso. Eles destacaram os resultados positivos obtidos por países que também aplicaram a medida.
— Em alguns países a reincidência [do crime] baixa de 90% para cerca de 3% ou 4% de um estuprador reincidente — destacou Flávio Bolsonaro.
Outras alterações
O relator acatou outra sugestão do senador Sergio Moro para que o tratamento hormonal tenha uma duração mínima igual ao dobro da pena máxima prevista para o crime praticado. No projeto original, a previsão era de que a duração do tratamento seria definida pela Comissão Técnica de Classificação.
O relator apresentou uma emenda que retirou do projeto original a possibilidade anteriormente prevista de que o condenado optasse por cirurgia de efeitos permanentes para substituir o tratamento, o que levaria à extinção da pena.
Também foi proposta pelo relator alteração no Código Penal aumentando em um ano as penas mínimas para os crimes sexuais a que se aplica o projeto. Assim, a pena mínima de reclusão para o crime de estupro passa de seis para sete anos; violação sexual mediante fraude, de dois para três anos; e estupro de vulnerável, de oito para nove anos.
Fonte: Agência Senado

O deputado Soldado Leite (PSC) destacou, na sessão plenária desta quarta-feira (22), a reunião que teve com o secretário de Estado da Segurança Pública, Maurício Martins, para tratar de uma pauta de reivindicações dos policiais militares. Dentre os pleitos abordados pelo parlamentar estão a questão das escalas de serviços, as promoções e os processos de bravura dos militares.
Com relação à escala de serviços, Soldado Leite ressaltou que este modelo está sendo implementado nos municípios de Timon, Bacabal, Caxias e Codó e que tem causado dificuldades para conciliar o exercício das atividades com o retorno dos militares para as suas residências. “Precisamos dialogar e buscar superar essas dificuldades”, afirmou o parlamentar.
O deputado ressaltou que a questão das promoções é um item muito caro para a categoria e que procurou mostrar ao secretário a necessidade de ampliar vagas do quadro de praças. “Temos, agora, na iminência de ir para a reserva remunerada os policiais barra 92, 93 e 94. Muitos deles estão aguardando uma promoção para que possam levar um salário melhor para a reserva. Precisamos ter uma atenção com esses militares”, salientou.
Bravura
Quanto aos processos de bravura, o parlamentar revelou que estão com os pareceres favoráveis, mas parados e aguardando publicação. “Temos muitos militares nessa situação, aguardando apenas a publicação. Pedimos uma atenção especial do secretário para essas questões”, acrescentou.
Ainda durante seu pronunciamento, o deputado Soldado Leite anunciou que terá uma reunião, em breve, com o secretário de Estado de Administração, Guilberth Garcês, para tratar de questões relativas à vida previdenciária dos militares, junto ao Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA).
“Vamos discutir a possibilidade de se voltar à legislação anterior, que garantia descontos mais favoráveis aos servidores. Os descontos de hoje são maiores e estão comprometendo a renda dos aposentados e pensionistas”, afirmou.
Por fim, Soldado Leite disse que espera que o governador Carlos Brandão nomeie novos militares aprovados no concurso público, para fortalecer o Sistema de Segurança Pública do Maranhão.

O grande marqueteiro e braço direito de Léo Cunha, conhecido com Figueredo Locutor um dos principais apoiadores e responsável pela eleição do atual gestor na campanha passada perdeu a paciência. Cansado de ser chutado e injustiçado ele abriu o verbo e atacou seus próprios companheiros de gestão, inclusive secretários e outros que estavam na oposição na época da eleição de 2020 e hoje ocupam diversos cargos na prefeitura.
Acusado de esquecer daqueles que lhe ajudaram na eleição passada, Figueredo é um deles que se sente injustiçado e desvalorizado. Ele foi um dos primeiros que apoiou e recebeu o prefeito Léo Cunha na época que chegou a cidade de braços abertos e hoje é apenas um simples locutor com salário inferior ao daqueles que atacavam Léo Cunha naquela eleição.
A gestão atual conta com secretários, diretores, coordenadores em todos os órgãos sendo ocupados por pessoas que atacavam Léo Cunha, ofendiam e chamavam o atual prefeito de forasteiro, sapo cururu e outras coisas ainda piores. Esquecido e desvalorizado
Figueredo começou a mostra os bastidores da gestão que enfrente brigas internas, crise política e abandono de seus apoiadores.
Léo cunha tenta esconder a realidade, mas fica claro que o clima é dos piores possíveis, chegando ao ponto de um servidor como Figueredo ter de desabafar publicamente a injustiça. O prefeito não se posiciona o que mostra fraqueza, enquanto isso o clima vai piorando e alguns servidores e secretários já afirmam que irão deixar a atual gestão nos próximos dias por conta da falta de pulso do grupo em se posicionar sobre as falas de Figueredo.
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