A Assembleia Legislativa do Maranhão homenageou, nesta sexta-feira (10), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, com o Título de Cidadão Maranhense. A comenda, proposta pela presidente da Alema, deputada Iracema Vale (PSB), foi entregue durante o evento que celebrou o marco de investimentos e modernização da produção de alumínio no estado, em São Luís.
Na ocasião, Iracema Vale destacou a trajetória do vice-presidente Geraldo Alckmin, que é natural de Pindamonhagaba (SP), como médico e político, ressaltando a sua contribuição para o Maranhão.
“É um gesto de gratidão e apreço por tudo que o senhor faz e continuará fazendo pelo Brasil e por nosso estado. Saiba que o Maranhão lhe recebe de braços abertos como um filho desta terra e estamos ansiosos para continuar acompanhando a sua trajetória e os frutos do seu trabalho pela nação”, disse a chefe do Legislativo maranhense.

O governador Carlos Brandão também ratificou a felicidade em ter, agora, o vice-presidente Geraldo Alckmin como um conterrâneo. “Começou sua trajetória como vereador, depois prefeito, deputado estadual, deputado federal e governador de São Paulo por quatro vezes. Para você ser governador por quatro vezes é preciso ter aceitação popular e isso não foi à toa. Então, estamos muito felizes com essa homenagem prestada pela Assembleia, em nome de todos os maranhenses”, disse.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, que na ocasião também recebeu o Título de Cidadão Ludovicense concedido pela Câmara de São Luís, agradeceu as homenagens e reiterou o seu compromisso com os maranhenses.

“É um motivo de muita alegria e, também, aumentou a minha responsabilidade. Não há honra maior do que ser considerado cidadão do Maranhão e de São Luís. Tenho certeza de que terei a confiança dos maranhenses para bem cumprirmos esta honra e responsabilidade”, declarou o vice-presidente.
.jpeg)

No cenário político da capital maranhense, uma figura se destaca como uma promessa de renovação e comprometimento com a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos: Neto Evangelista (União) surge como uma opção de peso na corrida pela Prefeitura de São Luís nas eleições do próximo ano.
Com uma carreira consolidada na Assembleia Legislativa do Maranhão, Neto Evangelista se destaca como um dos parlamentares mais ativos e influentes da Casa. Sua atuação expressiva e propositiva tem sido reconhecida por diferentes setores da sociedade, consolidando sua reputação como um representante comprometido com o bem-estar da população.
O candidato, que nas eleições de 2020 conquistou mais de 83 mil votos na capital, demonstrou, ao longo de sua trajetória, especial atenção a pautas cruciais para a sociedade. Uma das bandeiras que o destacam é a defesa dos direitos das mulheres, sendo um porta-voz incansável na busca por igualdade de gênero e pela criação de políticas que promovam a segurança e o empoderamento feminino.
Além disso, Neto Evangelista se destaca por sua luta em prol das pessoas com deficiência, sendo um defensor incansável de políticas públicas inclusivas e acessíveis. Sua atuação nesse sentido visa proporcionar uma cidade mais justa e adaptada a todos os cidadãos, independente de suas condições.
As pesquisas preliminares para as eleições do próximo ano apontam Neto Evangelista entre os principais colocados, refletindo a confiança que a população deposita em sua capacidade de promover mudanças positivas para São Luís. Sua candidatura representa uma real possibilidade de humanizar a cidade e direcionar esforços para o bem-estar coletivo.
Diante desse panorama, a candidatura de Neto Evangelista surge como um sopro de esperança para os moradores da capital maranhense, prometendo uma gestão comprometida, inclusiva e focada nas reais necessidades da população. Resta aguardar os desdobramentos dessa corrida eleitoral, que promete ser marcada por debates significativos e propostas concretas para o futuro de São Luís.
O ex-jogador da seleção brasileira teria doado R$ 50 mil aos golpistas. Tanto Rivaldo quanto Rafaella negam as acusações
Rafaella, irmã de Neymar (Foto: Reprodução/Instagram/@rafaella)
247 – O Supremo Tribunal Federal (STF) conduz há dois anos uma investigação sobre uma milícia digital formada por aliados de Jair Bolsonaro (PL) que, de maneira organizada, se utiliza de informações falsas para minar as instituições democráticas, incentivando ataques contra políticos, juízes e adversários por meio das redes sociais. Alguns dos acusados identificados tiveram prisão preventiva decretada, enquanto outros optaram por fugir do Brasil. Uma linha de investigação sugere que a milícia digital pode ter planejado e incentivado a tentativa de golpe de estado de 8 de janeiro.
Entre os suspeitos estão, revela a revista Veja nesta sexta-feira (10), Rivaldo, ex-jogador da seleção brasileira de futebol, e Rafaella Santos, irmã do jogador Neymar. O ex-atleta teria colaborado com R$ 50 mil, mas, até o momento, não há evidências de que sua doação foi destinada a financiar a invasão e depredação dos prédios públicos. Rafaella Santos, em uma das poucas manifestações públicas sobre política, afirmou seu apoio a Bolsonaro após a vitória do presidente Lula (PT) nas urnas. Um integrante das milícias digitais relatou em depoimento que Rafaella também teria feito doações. Os envolvidos negaram as acusações. Os advogados de Rivaldo afirmam a inocência de seu cliente, enquanto a assessoria de Rafaella nega qualquer conhecimento ou repasse de recursos.
COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER

Uma mulher surda foi a primeira pessoa vítima de violência doméstica com deficiência, atendida pelo Núcleo Psicossocial do Fórum de São José de Ribamar, em 7 de novembro.
J.D.S, 44 anos, sofreu agressão cometida pelo filho adulto, que é usuário de drogas e está afastado do lar por decisão da Justiça de São José de Ribamar, que concedeu Medida Protetiva de Urgência de 90 dias, para resguardar a saúde a vítima, em setembro deste ano.
O atendimento foi feito durante visita à casa da mulher, momento em que a equipe de profissionais do Fórum constatou a situação de vulnerabilidade social, a necessidade de atendimento e assistência urgentes, que garantam a sua proteção, integridade física e previna novas futuras agressões.
A Medida Protetiva de Urgência foi concedida pela juíza Gisele Rondon, titular da Vara de Infância e Juventude e Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, de São José de Ribamar, após denúncia do caso à Justiça
![]()
Assistente social Yêda Maranhão conversa com vítima de violência doméstica.
AVALIAÇÃO DA MEDIDA PROTETIVA DE URGÊNCIA
A assistente social do Núcleo, Yêda Maranhão, acompanhada da intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), Marliane Castro, do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM) de São José de Ribamar, realizaram o atendimento e conversaram com a vítima, de forma reservada e em ambiente familiar.
Por meio de entrevista, a equipe colheu informações sobre a situação de violência denunciada e as necessidades da mulher, com o objetivo de avaliar os resultados medida protetiva de urgência, que está próxima do vencimento e precisa ser reavaliada.
“Analisando todo o seu contexto intrafamiliar, cercado de vulnerabilidades, é nosso dever realizar encaminhamentos para às redes de saúde e assistencial do município, para superar essas situações e garantir à senhora pleno acesso às políticas públicas disponíveis”, disse Yêda Maranhão.
A assistente social reforça que, nesses casos, é necessária preparar a equipe de profissionais e organizar o atendimento, com a utilização de recursos de comunicação adequados para dar oportunidade às pessoas com surdez de acesso aos seus direitos previstos em lei.
O atendimento especial e humanizado busca a efetividade da decisão judicial e, ainda, atende ao Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015, que dsiciplina o exercício dos seus direitos, liberdades fundamentais e a vida em sociedade.
A equipe do CRAM do Município cedeu a intérprete em Libras, que foi indispensável para a comunicação com a vítima e para alcançar o resultado do atendimento.

O deputado Arnaldo Melo (PP) anunciou, na sessão desta quinta-feira (9), a elaboração de um projeto de lei para tornar obrigatória a divulgação da lista de vagas de estabelecimentos educacionais no Maranhão. O parlamentar lamentou que muitas prefeituras chegam a multiplicar o número de alunos matriculados como artifício para burlar parâmetros e limites impostos pela legislação.
“Algumas prefeituras chegam a colocar em suas listas inúmeros alunos como se houvesse aula em tempo integral, quando, na realidade, nem a escola existe no município. Isto é um absurdo! Adultos e até pessoas da terceira idade estão tendo seus nomes usados como se estivessem matriculados em escolas”, declarou Arnaldo Melo.
Ele acrescentou que o problema precisa ser sanado a partir desse projeto de lei, em fase de elaboração, que exigirá a publicação de todas as vagas abertas, em qualquer nível de ensino estadual, em ambiente público e na rede mundial de computadores.
“Terá de ser publicado o número de matrículas para que as mães ou pais não fiquem pedindo favor para diretores de escolas ou para influentes políticos para conseguirem matrículas para seus filhos. A ideia é essa e o nosso projeto terá legalidade enquanto rede estadual. Porém, se estende também sobre a legislação federal, inclusive abrangendo o Distrito Federal. Os municípios precisam acompanhar isso para que nós não tenhamos que fazer, por meio da Casa Legislativa Estadual, uma investigação mais profunda”, frisou o parlamentar.
Ele salientou que a questão da educação é um dos principais fatores da desigualdade social no país. “Nós estamos trabalhando forte, incansavelmente, na Frente Parlamentar de Combate à Pobreza. Já fizemos 12 reuniões de trabalho, discutindo a questão da saúde, a da renda e da educação. No tema da educação, nós vamos chegar, provavelmente, a algumas conclusões que precisam ser analisadas pelos governantes, secretários de Estado, governadores e prefeitos, sem colocar carimbo ou rótulo em nenhum governo”, explicou.
Arnaldo Melo disse que vê esse problema com muita preocupação: “Queremos que não mais se repita o que o Tribunal de Contas do Estado está anunciando e investigando por orientação e por descoberta do governo federal, do Tribunal de Contas da União e, agora, também do Tribunal de Contas do Estado. Estou fazendo referência a essas graves situações que nós temos nos municípios. Não vamos procurar nomes, mas que chegam a multiplicar o número de matrículas, seja para o estudo de jovens e adultos, seja para as escolas em tempo integral. Esse é um assunto muito sério e, talvez, aí esteja a origem da pobreza do Maranhão”, advertiu o deputado.
Ele foi enfático ao afirmar que o seu projeto de lei combaterá números inverídicos de crianças e jovens matriculados nas escolas.
“É muito grave esse tipo de denúncia em que prefeituras -colocam dezenas, centenas, milhares de nomes de pessoas que estão estudando no sistema integralizado, onde o aluno tem aulas pela manhã ou à tarde e tem a recondução daquela mesma matéria no segundo horário para que ele faça a revisão, em forma de reforço. É com esse sentimento de lamento que eu venho dizer aqui que nós não podemos continuar aceitando esse tipo de coisa no Maranhão”, ressaltou Arnaldo Melo.
O juiz Alexandre Sabino Meira, titular da 5ª Vara de Balsas, presidiu nesta semana uma sessão do Tribunal do Júri na unidade judicial. O julgamento, realizado na terça (7), apresentou como réu Júnio Oliveira de Sousa. Ele estava sendo julgado sob acusação de prática de crime de tentativa de feminicídio, que teve como vítima Lígia Raquel Sousa Nascimento, sua companheira à época dos fatos. Ao final da sessão, o conselho de sentença decidiu que o réu era culpado. Júnio Oliveira recebeu a pena definitiva de 9 anos e 4 meses de reclusão, a ser cumprida, inicialmente, em regime fechado.
Constou dos autos de inquérito policial que, no dia 13 de maio do ano passado, o denunciado ameaçou causar mal injusto e grave à sua companheira, Ligia Raquel. Na oportunidade, ele, agindo com vontade livre e consciência, teria tentado matar a mulher, desferindo um golpe de pedaço de madeira grosso contra ela, somente não conseguindo o seu intento por motivos alheios à sua vontade. O fato em si ocorreu por razões da condição de sexo feminino, envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher. Conforme foi apurado pela polícia, há algum tempo a vítima vinha tentando se separar do denunciado, contudo, este a ameaçava de morte, dizendo que mataria Lígia se ela fizesse isso.
Dias antes do crime, a vítima foi para Teresina/PI, para passar o dia das mães e, por causa disso, Júnio teria ficado transtornado, ligando insistentemente para ela e proferindo ameaças. Na data do fato delituoso, quando chegou Lígia em casa, o denunciado passou a xingá-la de “prostituta”, “vagabunda” e outras palavras de baixo calão e a ameaçou, dizendo que da próxima vez que ela demorasse tanto, ele a mataria. No dia anterior, o denunciado passou o dia fora de casa, pois saiu cedo para a cidade de Riachão, chegando em casa por volta de 19h, bêbado. Em determinado momento, o homem ligou o som em alto volume e ficou ouvindo música na sala.
SOM ALTO
Por volta das 01h30min, já irritada por não conseguir dormir, a vítima foi até a sala e puxou o pendrive que estava conectado na caixa de som, momento em que o denunciado teria ficado furioso e começado a xingá-la. Em seguida, ele começou a cheirar gasolina, ficando ainda mais alterado. Com medo do denunciado lhe fazer algum mal, pois ele estava transtornado, a vítima foi para o quarto trocar de roupa, para esperar uma oportunidade para sair de casa e ir dormir na casa de uma amiga. Em dado momento, o denunciado entrou no banheiro, ocasião em que a vítima aproveitou e correu para a porta da frente da casa, mas quando estava abrindo o ferrolho, foi surpreendida pelo denunciado, que lhe desferiu uma paulada na cabeça.
Para se proteger, ela colocou o braço na frente, o qual foi atingido, causando um trauma em seu antebraço com lesão ligamentar e muscular. Mesmo machucada, a vítima conseguiu empurrar o denunciado e saiu correndo na rua, gritando, pedindo socorro e chorando e, conseguiu esconder-se em uma área escura, de onde ligou para a polícia. Enquanto estava fugindo, a vítima ouviu o denunciado falando que ia lhe matar, que ela podia era entrar no inferno, mas ele iria achá-la e matá-la.
No que se refere a tese de defesa para desclassificação para lesão corporal, o Conselho de Sentença, por maioria, afastou tal entendimento. O Conselho de Sentença, também por maioria de votos reconheceu a qualificadora de que o crime foi cometido em razão da vítima ser do sexo feminino.
Ajude o Blog do Sidnei Costa
Faça um Pix de qualquer valor e contribua para manter nosso trabalho. Clique no botão abaixo para copiar a chave Pix.
Chave Pix: 72412763372 Chave Pix copiada com sucesso!

