
Um trabalho integrado entre as Polícias Civil dos Estados do Maranhão e Pará resultou, no último sábado(6), no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um homem, suspeito da prática do crime de estupro de vulnerável. Segundo as investigações da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz, o investigado se intitulava pastor e utilizava de sua função para consumação de crimes na cidade de Imperatriz.
Consta nas investigações que, o suspeito se intitulava “profeta do trono de Deus”, e com essa afirmação realizava orações em fiéis e, aproveitando-se do momento de fragilidade das vítimas para praticar atos libidinosos diversos da conjunção carnal. Após a descoberta dos crimes, o indivíduo fugiu da cidade.
Um minucioso trabalho investigativo realizado pelo Grupo de Pronto Emprego(GPE), da Delegacia Regional de Imperatriz, localizou na cidade de Marabá, no Pará, o investigado. Com apoio da Polícia Civil paraense, o mandado de prisão foi cumprido.

Na última sexta-feira(5), a Polícia Civil do Maranhão, através da Delegacia Especial da Mulher (DEM) da cidade de Barra do Corda, conseguiu cumprir um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável.
Segundo a delegacia especializada, a vítima, uma pessoa deficiente, já vinha sofrendo os abusos ao longo dos últimos anos. O crime foi revelado em novembro de 2023, após um familiar da vítima denunciar o fato à polícia. Ainda segundo com DEM, vítima e investigado são vizinhos.
Na sexta, os policiais civis conseguiram localizar e prender o indivíduo. O preso ficará na Unidade Prisional a disposição da Justiça.
Ação desta data visa a identificação de participantes que financiaram e fomentaram os ataques do dia 8 de janeiro de 2023

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (8/1) a 23ª fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que financiaram e fomentaram os fatos ocorridos em 8/1/2023, em Brasília/DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por indivíduos que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas Instituições.
Para esta fase, foram expedidos, pelo Supremo Tribunal Federal, 47 mandados judiciais (46 mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva), nos estados do Rio Grande do Sul, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Paraná, Rondônia, São Paulo, Tocantins, Santa Catarina e Distrito Federal.
Foi determinada a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. Apura-se que os valores dos danos causados ao patrimônio público possam chegar à cifra de R$ 40 milhões.
Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
As investigações continuam em curso e a Operação Lesa Pátria é permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos e pessoas capturadas.
Mandados judiciais por UF:
Mandados de busca e apreensão:
BA – 02
DF – 05
GO – 02
MA – 04
MG – 02
MT – 10
PR – 01
RO – 01
RS – 13
SC – 02
SP – 01
TO – 03
Mandados de prisão preventiva

Um cantor identificado como Marquinho, usou as redes sociais para divulgar um vídeo, após levar um “cano” do secretário de Esportes da gestão de Léo Cunha no município de Estreito.
No vídeo, Marquinho ao lado de um integrante da banda, diz que está passando por dificuldades financeiras, após ter gasto dinheiro do próprio bolso, para ir realizar o show, que não foi pago pelo secretário.
Ele chega a chamar o secretário Décio de “moleque” após o grande prejuízo.
A festa que ele teria sido contratado, era uma vaquejada na zona rural do município.
Em Campestre do Maranhão, a situação do atual prefeito Fernando Bermuda tem se complicado a cada dia.
O gestor segue perdendo apoiadores e parece que não vai ter, nem mesmo o apoio de parte de sua família. Uma publicação do irmão do prefeito Bermuda, nas redes sociais, chamou atenção. Ele fez uma publicação a procura de um novo emprego, após ser demitido .
Antônio Bita como é conhecido, fez um apelo nas redes sociais. “Gente se alguém souber de uma vaga de emprego por favor me avise pode ser qualquer coisa o importante é trabalhar estou desempregado e tenho um filho pequeno pra criar” escreveu ele.
Ministro da Justiça quer punição para os envolvido
O ministro interino da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli (foto), comentou nesta quinta-feira (4), em Brasília, que o suposto plano para assassinar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é gravíssimo e inaceitável e que as investigações devem ir até “as últimas consequências” para punir os responsáveis.

Alexandre de Moraes revelou, em entrevista ao jornal O Globo, que as investigações sobre os atos golpistas do 8 de janeiro de 2023 descobriram a preparação de planos para prisão e assassinato do magistrado, inclusive com participação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Ainda segundo o ministro do STF, existiam três planos para prendê-lo e matá-lo, um deles previa enforcá-lo na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Gravidade
Em conversa com jornalistas nessa quinta-feira (4), Cappelli afirmou que a existência desse suposto plano revela a gravidade do que estava em curso no Brasil. “Gravíssimo e inaceitável cogitarem atentar contra a vida de um ministro da Suprema Corte do Brasil”, afirmou.
O ministro interino da Justiça acrescentou que essa informação será apurada e levada às últimas consequências para descobrir os autores do suposto plano de prisão e assassinato do ministro do STF.
“O plano contra o ministro Alexandre de Moraes indigna todos os democratas. Iremos às últimas consequências para identificar e punir todos os responsáveis. [Eles] acertarão suas contas com a Justiça e com a história”, afirmou Cappelli em uma rede social.
No dia 8 de janeiro de 2023, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, inconformados com o resultado da eleição presidencial de 2022, invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, pedindo um golpe militar no Brasil. O ministro Alexandre de Moraes era um dos principais alvos das manifestações golpistas iniciadas após o segundo turno da eleição de outubro de 2022.
Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil – Brasília
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