No Pará, trabalhadores rurais bloqueiam rodovia para evitar visita de Bolsonaro

“O manifesto é uma resposta ao descaso do governo Bolsonaro em relação à agricultura familiar no Pará”, afirmou uma representante dos manifestantesEx-presidente Jair Bolsonaro

247 – A visita de Jair Bolsonaro (PL) a Parauapebas, município localizado no sudeste do Pará, a aproximadamente 700 km de Belém, foi marcada por manifestações de trabalhadores da agricultura familiar. Na manhã desta terça-feira (2), segundo a Folha de S. Paulo, membros da diretoria regional da Federação Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf) bloquearam a rodovia PA-275, ateando fogo em pneus como forma de protesto.

O bloqueio foi organizado para coincidir com a passagem de Bolsonaro, que cumpre uma agenda de compromissos no interior do estado desde o último domingo (30). Os manifestantes da Fetraf-PA expressaram insatisfação com o que consideram um “descaso” do governo do ex-presidente em relação à agricultura familiar no Pará.

Noemi Gonçalves, coordenadora estadual da Fetraf-PA, esclareceu que a manifestação era uma resposta ao fechamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e à interrupção das políticas de reforma agrária durante a gestão de Bolsonaro. “O manifesto é uma resposta ao descaso do governo Bolsonaro em relação à agricultura familiar no Pará”, afirmou Gonçalves.

Durante o bloqueio, que já foi desfeito, vídeos circularam nas redes sociais mostrando discussões acaloradas entre apoiadores de Bolsonaro e membros do movimento sindical.

Em sua fala em Parauapebas, Bolsonaro abordou diretamente as críticas. “Comigo não teve nenhuma maldade com produtor rural. Não demarquei nenhuma terra indígena, nenhuma área ambiental”, declarou.
Foram constatadas diversas irregularidades no certame, inclusive aprovação de parentes do prefeitoConcurso Prefeitura de Davinópolis MA 2019: Edital e Inscrição - Notícias Concursos

O Ministério Público do Maranhão garantiu decisão liminar, proferida nesta segunda, 1º de julho, que determinou a suspensão do concurso público do Município de Davinópolis.  A Ação Civil Pública, apontando irregularidades no certame, foi proposta na sexta-feira, 28, pelo promotor de justiça Eduardo Lopes de Aguiar, que atualmente responde pela comarca.

Em caso de descumprimento, foi estabelecido o pagamento de multa no valor R$ 10 mil para cada nomeação feita.

A Ação foi motivada por denúncias de irregularidades no edital 001/2024, publicado pelo Município de Davinópolis, com o objetivo de preencher 44 vagas  e cadastro reserva, para os mais variados cargos.

Dentre as irregularidades, estão: a exigência de escolaridade alheia às atribuições dos cargos de biólogo, pedagogo e psicopedagogo e período de execução do concurso público inferior a três meses desde a data de sua abertura, em 10 de janeiro de 2024, até a data de aplicação das provas objetivas, nos dias 2 e 3 de março de 2024.

O edital também não exigiu o período de prática jurídica para o cargo de advogado, mas exigiu aos candidatos do cargo de técnico em Meio Ambiente noções sobre ecologia e bioma do estado do Goiás. Outro ponto foi a aplicação das provas em dois dias: sábado e domingo, restringindo a participação dos adeptos das crenças religiosas sabatistas.

Houve também a classificação e aprovação de parentes e pessoas próximas ao prefeito Raimundo Nonato de Almeida Dos Santos, (filho e mãe do filho), do vice-prefeito (a sogra e a irmã) e do secretário de Cultura (esposa), o que levantou suspeitas de manipulação de resultados e favorecimento ilícito.

DECISÃO

Na decisão, a juíza Ana Lucrécia Sodré, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Imperatriz, concedeu a tutela de urgência determinando a suspensão do concurso público municipal de Davinópolis, com o impedimento de qualquer ato de convocação, nomeação e posse dos candidatos aprovados/classificados, que inclusive estavam agendados para esta terça-feira, 2 de julho.

MP investiga problemas relacionados à educação municipal de São Luís | O  Jogo do Poder

A cerimônia de início de obra da Prefeitura de São Luís na Chácara Itapiracó, tornou-se um palco de conflito e tensão política, evidenciando um ambiente hostil e polarizado. O evento, que deveria ser uma celebração do progresso local, foi marcado por uma série de incidentes que expuseram rixas políticas e problemas de gestão.

O episódio aconteceu no último sábado (29), mas ainda reverbera na política.

Ambiente hostil – o prefeito Eduardo Braide, em seu discurso, criticou a Câmara Municipal por suas ações de fiscalização, insinuando que a investigação dos contratos emergenciais estava atrapalhando sua administração. Essa acusação, no entanto, ignora a função essencial do Legislativo de fiscalizar o Executivo, especialmente quando há suspeitas de irregularidades. A fala de Braide, longe de apaziguar, inflamou ânimos entre os apoiadores.

A presença do vereador Ribeiro Neto no evento destacou ainda mais as divisões. Durante a cerimônia, a mãe do vereador foi empurrada por um assessor do deputado federal Cleber Verde, aliado do prefeito e pai de um pré-candidato a vereador. Esse ato de violência gerou uma confusão generalizada, refletindo a tensão crescente entre os diferentes grupos políticos presentes. A agressão, seguida por vaias e protestos, evidenciou um clima de hostilidade e rivalidade, onde a violência física substituiu o diálogo político.

Grande tensão – A instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Contratos Emergenciais tem sido um ponto de grande tensão para a administração de Braide. O prefeito acusou a CPI de ser uma ferramenta para dificultar seu trabalho, uma postura criticada por Ribeiro Neto e outros membros da Câmara. O vereador destacou que a fiscalização é um dever dos legisladores e que qualquer suspeita de má gestão deve ser investigada rigorosamente. A fala do prefeito, que tentava desqualificar o trabalho da CPI, foi vista como uma tentativa de desviar a atenção das possíveis irregularidades e de manipular a opinião pública contra os vereadores.

Ação resultou no resgate de 12 trabalhadores em propriedade da regiãoWhatsApp Image 2024-07-02 at 06.55.49.jpeg

A Polícia Federal, juntamente com equipes do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego, no período de 17 a 26 de junho, realizou fiscalizações em diversas fazendas nas cidades de São Raimundo das Mangabeiras, São Domingos do Azeitão, Pastos Bons e São João Dos Patos, todas no estado do Maranhão, após denúncia da existência de trabalhadores em condições análogas à de escravo.

A operação conjunta entre as instituições identificou a presença de 12 trabalhadores em condições degradantes em fazenda localizada na cidade de São Raimundo das Mangabeiras.

Nas demais fazendas, apesar de não terem sido encontrados trabalhadores em condições degradantes/precárias, a fiscalização constatou o descumprimento da legislação trabalhista, em especial, normas de segurança e saúde no ambiente de trabalho, sendo os estabelecimentos notificados e alguns autuados por descumprimento das normas trabalhistas.

A gestão do prefeito Rômulo Arruda de São Pedro dos Crentes, tem feito investimentos significantes para o desenvolvimento do município.

Na última sexta-feira (28), foi entregue para população de São Pedro dos Crentes, a reforma e ampliação com novas salas de aulas, das escolas 17 de Abril, Aníbal Mascarenhas e Vovó Mucinha.

Além disso, também foi entregue o novo prefeito da Prefeitura de São Pedro dos Crentes, moderno e equipado, onde funcionará diversas secretarias e departamentos.

Também foi entregue o novo Portal de São Pedro dos Crentes.

A programação teve início na sexta-feira com a presença do deputado federal, Aluísio Mendes e da deputada estadual, Viviane. Já no sábado foi realizado a tradicional cavalgada do município, com show e apresentações locais.

Extremista aliado de Bolsonaro atacou o Presidente da República chamando-o de “Biden da Silva”Gleisi Hoffmann

247 – “Alô, bolsonaristas! Não adianta ficarem assanhados com a política nos EUA. Não adianta torcer pela vitória de Trump, do mesmo jeito que torceram pelo golpe do brucutu na Bolívia. Nosso país é o Brasil e é aqui que o presidente Lula está mostrando como se governa um país. O tempo dele não passou não, Ciro Nogueira. Não crie ilusões, porque o tempo da democracia, da verdade e da justiça nunca passa”, disse a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, em suas redes sociais.

A postagem de Gleisi ocorre após o extremista e aliado estratégico de Jair Bolsonaro, senador Ciro Nogueira, atacar o Presidente da República chamando-o de “Biden da Silva”.

O senador bolsonarista se referia a uma fala de Lula deste fim de semana. Neste sábado, em agenda na Zona Leste de São Paulo, o presidente fez uma referência a Bolsonaro, e disse que encontrou o país como a “Faixa de Gaza”, fazendo um comparativo a um cenário de caos.

Joe Biden, 81 anos, presidente dos EUA, sofre uma intensa pressão para desistir da reeleição após seu desempenho desastroso no debate em que enfrentou Donald Trump. Para 72% do eleitorado, o presidente dos Estados Unidos, ele não deveria concorrer à reeleição, mostra pesquisa divulgada neste domingo (30) pela CBS News —um aumento de nove pontos percentuais em relação a fevereiro deste ano

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