Maioria acha que Lula não deveria disputar a próxima eleição, aponta Quaest

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, surge como favorito para substituir o presidentePresidente Luiz Inácio Lula da Silva
07/09/2024

247 – A maioria dos brasileiros não quer que o presidente Lula (PT) dispute a reeleição em 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12). O levantamento mostra que 52% dos entrevistados são contrários à candidatura de Lula, enquanto 45% apoiam a ideia. Outros 3% não souberam ou preferiram não responder.

Comparando os resultados com a pesquisa anterior, realizada em outubro, o cenário aponta uma leve melhora para Lula: a rejeição caiu seis pontos percentuais, de 58% para 52%, enquanto os que apoiam sua candidatura cresceram de 40% para 45%.

Caso Lula decida não concorrer à reeleição, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), desponta como principal nome dentro do campo governista. De acordo com a pesquisa, Haddad lidera com 27% das preferências, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 17%. O vice-presidente, Geraldo Alckmin, (PSB) aparece em terceiro lugar, com 14%.

Outros nomes mencionados incluem o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), com 4%, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, ambos com 2%. Um contingente de 33% dos entrevistados ainda não sabe ou não quis responder.

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas do Maranhão (Sindjor-MA) emitiram nesta quinta-feira, 12, notas de repúdio e solidariedade à jornalista Jacqueline Heluy, afastada do cargo de diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa por decisão do ministro Alexandr de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No despacho, o magistrado atendeu a um pedido do Solidariedade, alegando que a nomeação da profissional trata-se de nepotimso.

Como mostrou o Blog do Gilberto Léda na quarta-feira, 11, contudo, Heluy não é parnte da presidente da Casa, deputada estadual Iracema Vale (PSB) – que a nomeou para o posto -, nem parente de até terceiro grau do governador Carlos Brandão (PSB), o que também afasta a esdrúxula tese de nepotismo cruzado. A jornalista e sogra do filho de um irmão do chefe do Executivo estadual, mas antes disso, já trabalha na Comunicação da Alema desde 1991.

 

“Entendemos que tal decisão é equivocada, desproporcional e desconsidera os critérios legais estabelecidos pela Súmula Vinculante n° 13. que regula a nomeação de parentes no serviço público. A relação de parentesco atribuída entre Jacqueline Heluy e o governador Carlos Brandão não existe e não se enquadra no limite de até 3° grau definido pela legislação para configuração de nepotismo”, diz trecho da nota assinada por Leonardo Sampaio, presidente do sindicato maranhense.

 

Já o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís (SindJor-SLZ) diz em comunicado que a decisão é equivocada, desproporcional e desconsidera os critérios legais estabelecidos pela Súmula Vinculante n° 13, do próprio STF, que regula a nomeação de parentes no serviço público, e que a relação de parentesco atribuída entre Jacqueline Heluy e o governador Carlos Brandão não existe e não se enquadra no limite de até 3° grau definido pela legislação para configuração de nepotismo.

A nota reforça que Jacqueline não é lotada no Poder Executivo, mas sim no Legislativo, o que torna ainda mais injustificável sua inclusão no referido “pacote de parentes”.

A entidade conclui pedindo que o Supremo Tribunal Federal reavalie a decisão, com a devida atenção às particularidades do caso, garantindo que profissionais qualificados não sejam injustamente penalizados.

 

Blog do Gilberto Léda 

A operação investiga corrupção, ameaças armadas e desvio de recursos públicos em favor de candidato a prefeito

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A Polícia Federal, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (12/12), nas cidades de Nova Olinda do Maranhão, Cantanhede e São Luís/MA, a Operação Cangaço Eleitoral, com a finalidade de desarticular esquema criminoso de corrupção eleitoral através de aliciamento de eleitores e posterior compra de votos, seguido de atos de ameaça e intimidação com cobrança de valores e apoio político em favor de candidato a prefeito indicado pelo esquema.

Durante as investigações, diversas pessoas relataram que foram abordadas por integrantes do esquema criminoso para aceitarem ofertas de valores, seja em dinheiro ou em materiais de construção. Entretanto, aquelas que mudaram de opinião política ou declararam que não votariam mais no candidato a prefeito indicado passaram a sofrer ameaças e represálias do grupo, incluindo intimidações com armas de fogo.

Outros noticiantes relataram terem sido vítimas de intimidação e ameaças realizadas por indivíduos armados associados ao grupo investigado. Nesses episódios, foram coagidas a remover materiais de propaganda política de candidatos adversários e a interromper atividades relacionadas à campanha eleitoral.

Apura-se, ainda, a possível utilização de recursos públicos federais para o esquema de compra de votos, mediante desvio de valores de entidade que presta serviço ao ente municipal.

Os policiais federais deram cumprimento a nove mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

A investigação policial apurou fortes indícios da prática de crimes como compra de votos e intimidação de eleitores, além de outros delitos conexos, incluindo extorsão qualificada, desvio de recursos públicos, constituição de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Presidente lidera cenários de segundo turno contra Tarcísio, Bolsonaro e outros possíveis candidatos. Haddad é favorito em caso de ausência de LulaLuiz Inácio Lula da Silva

Uma nova pesquisa Quaest divulgada pela Folha de S. Paulo nesta quinta-feira (12) mostra o presidente Lula (PT) liderando em todos os cenários de segundo turno projetados para as eleições presidenciais de 2026. A pesquisa entrevistou 8.598 eleitores presencialmente entre 4 e 9 de dezembro, com margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos.

Se a eleição fosse hoje e o adversário fosse o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula venceria com 52% dos votos contra 26% do governador. Em uma eventual disputa contra Jair Bolsonaro (PL), o petista teria 51% contra 35%. Bolsonaro, atualmente inelegível, ainda figura em cenários para medir seu potencial eleitoral.

Lula também supera outros nomes mencionados na pesquisa. Contra o influenciador Pablo Marçal (PRTB), alcança 52% contra 27%. Em uma disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), recentemente tornado inelegível pela Justiça Eleitoral, Lula registraria 54% contra 20%.

Desempenho de Fernando Haddad – Nos cenários testados sem a presença de Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também lidera. Contra Tarcísio, Haddad teria 44% contra 25%. Contra Bolsonaro, a disputa ficaria mais acirrada: 42% para o ministro e 35% para o ex-presidente. Haddad também venceria Marçal e Caiado, embora com margens menores do que as registradas por Lula.

Intenção de voto e rejeição – Quando o assunto é o potencial de votos, Lula apresenta índices robustos: 52% afirmaram que o conhecem e votariam nele, enquanto 45% disseram que não votariam no atual presidente de maneira alguma. Apenas 3% afirmaram não conhecê-lo.

Bolsonaro, por sua vez, enfrenta maior resistência: 57% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele, contra 37% que declararam apoio. Haddad também enfrenta rejeição significativa, com 52% afirmando que não votariam nele, enquanto 31% o apoiariam.

Cenário para 2026 – Apesar das projeções favoráveis, a pesquisa mostra que 52% dos entrevistados preferem que Lula não concorra à reeleição. Nesse caso, 27% indicam Haddad como o sucessor mais viável, seguido por Ciro Gomes (PDT), com 17%, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), com 14%.

Pedido foi feito em ACP proposta pelo Ministério Público do MaranhãoPrefeitura de Cururupu gastou mais de R$ 1,6 milhão para consertar  carteiras escolares - Daniel Matos

Atendendo pedido do Ministério Público do Maranhão, feito em Ação Civil Pública, a Justiça determinou, em 28 de novembro, a suspensão da nomeação, no prazo de 15 dias, de 13 servidores da Prefeitura de Cururupu. Assinou a manifestação ministerial a promotora de justiça Samira Mercês dos Santos. A decisão liminar foi proferida pelo juiz Azarias Cavalcante de Alencar.

Em caso de descumprimento foi estabelecido o pagamento de multa diária no valor de R$ 2 mil reais, limitada a R$ 100 mil.

SERVIDORES

Devem ser afastados dos cargos os seguintes servidores: José Ribamar Mendes Junior (lotado na Secretária Municipal de Educação, sobrinho do prefeito Aldo Luís Borges Lopes); Laelton Martins Silva (lotado na Secretaria Municipal de Cultura, cunhado do prefeito); Andre Guilherme Ramos Pestana (lotado no gabinete do prefeito, irmão do vice-prefeito Andre Gustavo Ramos Pestana); Valdenor Ramos Machado (lotado na Secretaria Municipal de Obras, tio do vice-prefeito); Kenner Luis Rabelo (lotado na Secretaria Municipal de Assistência Social, primo do vice-prefeito); Ranulfo José Rabelo Pestana (lotado na Secretaria Municipal de Saúde, primo do vice-prefeito).

Também devem ser exonerados Flávia Cristina de Oliveira (lotada na Secretaria Municipal de Cultura, filha da secretária municipal de Assistência Social Maria de Nazaré Marques Oliveira; Silvanilce Braga Chaves (lotada na Secretaria Municipal de Cultura, igualmente filha da secretária municipal de Assistência Social); Adriana Soares Alves (lotada na Secretaria Municipal de Saúde); Daniel Francisco de Carvalho Pessoa (lotado na Secretaria Municipal de Saúde, filho do vereador Francisco Sampaio Pessoa); Letícia Carneiro Pessoa (lotada na Secretaria Municipal de Assistência Social, nora do

vereador Francisco Sampaio Pessoa); Laisa Helena Braga Miranda (lotada na Secretaria Municipal de Educação, cônjuge do vereador Aldo de Jesus Ferraz Almeida); Jessica Lopes (lotada na Secretaria Municipal de Agricultura, cônjuge do vereador Josean Almeida Costa).

AÇÃO

O MPMA ingressou com ACP contra o Município de Cururupu, o prefeito e o presidente da Câmara de Vereadores Antonio Carlos de Jesus Silva pela prática de nepotismo nas nomeações para cargos comissionados.

De acordo com o pedido, parentes do prefeito, do vice-prefeito e de vereadores e outros agentes públicos foram nomeados, supostamente, como troca de favores políticos.

O Ministério Público afirmou que as nomeações violam os princípios constitucionais da moralidade, impessoalidade e configuram desvio de finalidade, razão pela qual requereu, como medida liminar, indisponibilidade de bens dos réus e a suspensão das nomeações.

Não foi por falta de aviso. Em 13 de agosto de 2024, o site A Carta Política alertou o então candidato a reeleição, Dr. Julinho (Podemos), prefeito de São José de Ribamar, sobre a postura do seu vice.

O alerta foi na publicação “Natercio diz que o papel do vice é vigiar o prefeito e articular com a Câmara”, o perfil do prefeito chegou a comemorar a publicação do virtual vice-prefeito.

Agora um vereador leva até o parlamento um clima de tensão entre os dois e de conspiração de Natércio contra Julinho. Nada além do que foi alertado.

O vereador Jordão Reis (União), disse em sessão nesta terça-feira (10), que o vice-prefeito eleito Natércio Santos quer emplacar um presidente da Câmara do seu bolso. O intuito é ganhar força e articular um possível golpe contra o prefeito.

“Ele tava articulando lá para botar o candidato dele a presidente aqui na Casa. Sabe qual era o plano dele? Eleger o presidente dele aqui na Câmara e, se em outubro de 2025, Julinho não cumprisse o acordo de se afastar para ele assumir, o presidente de Natércio cassaria Julinho”, relatou o vereador.

Ainda segundo Jordão, o prefeito sabendo da intenção do seu vice, resolveu isolar Natércio.

Tarde demais! Natércio avisou qual é o papel do vice: “vice articula com o legislativo e sociedade civil, supervisiona e monitora o prefeito”.

Agora aguenta Julinho. Segue com a promessa, Natércio!

 

Fonte: A Carta Politica 

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