São Luís: Ivan Júnior assume mandato de deputado federal

Advogado, estivador e militante social da área Itaqui Bacanga, Ivan Junior assumiu ontem dia 01 de Janeiro de 2025 o mandato de deputado federal na vaga do ministro das comunicações Juscelino filho.

Anteriormente a vaga era ocupada por Dr. Benjamin, eleito em 2022 como 1º suplente de deputado federal e assumiu logo em fevereiro do mesmo ano a vaga deixada por Juscelino após ser nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para chefiar o Ministério das Comunicações, e ontem assumiu o mandato de prefeito da cidade de Açailândia.

Com origem no movimento estudantil, Ivan Júnior tem uma história de luta na militância política e social, foi sindicalista, diretor do sindicato dos estivadores e da federação nacional da mesma categoria. Foi presidente da ACIB- associação comunitária Itaqui Bacanga.

Combatente, crítico, porém focado na defesa das pessoas humildes que residem nas comunidades carentes da região do Itaqui Bacanga, Ivan chega em Brasília levando na bagagem a dor de seus conterrâneos que sofrem com a falta de infraestrutura, saúde, educação, emprego e renda.

Ao assumir esse mandato, se torna a esperança de um povo que clama por dias melhores, e esse dia chegou, como o próprio deputado sempre fala, através de um “MANDATO COLETIVO E POPULAR”.

Com passagens pelo PT, PCdoB e PSB, Ivan Júnior exercerá mandato de deputado federal pelo União Brasil, partido esse na qual sagrou-se segundo suplente nas eleições de 2022 quando obteve 6.647 votos.

 

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Resultado do pleito demonstrou a incrível capacidade da vereadora em se reerguer após uma queda, transformando as experiências negativas em aprendizadoA expressão “dar a volta por cima” significa superar desafios, obstáculos e fracassos, e seguir em frente com determinação e coragem. O ditado popular pode ser usado perfeitamente para definir a vitória da vereadora Francimar Jacintho (PL), na disputa pela presidência da Câmara de São José de Ribamar, na virada do ano.

O resultado do pleito demonstrou a incrível capacidade da parlamentar em se reerguer após uma queda, transformando as experiências negativas em aprendizado e crescimento pessoal. Francimar foi do inferno ao céu em um espaço de dois anos na cidade balneária.

Depois de uma vitória por unanimidade para a presidência do Legislativo ribamarense, em janeiro de 2021, a parlamentar parecia ser favorita à recondução do cargo no biênio 2023-2024, mas a surpreendente vitória por um voto do ex-vereador Dudu Diniz (PSB), foi um duro golpe na aliada histórica de Dr. Julinho, que viu sua integridade como articuladora política ser altamente questionada com a derrota para o rival.

Na época, Diniz venceu com um voto de diferença após uma implacável perseguição política do então assessor especial da prefeitura ribamarense, Natércio Santos, que hoje é vice-prefeito, ao ex-secretário de Regularização Fundiária, Giancarlo Ribeiro, pai da ex-vereadora Luciana Lauande, que integrava a base governista e era a aliada número um da então presidente da Câmara, que buscava a reeleição.

A estratégia ‘com a dose de maldade’ deu certo e, por causa da implacável perseguição política, Lauande foi obrigada a derrotar Francimar, por chateação ao ex-assessor de Dr. Julinho. “Como mulher, me sinto muito chateada e constrangida em votar à favor para tirar uma de nós do poder, mas meu voto no vereador Dudu Diniz é em repúdio a tudo que estão fazendo contra minha família”, destacou ao justificar o sufrágio numa votação aberta.

A derrota trouxe um grande prejuízo político, pois na presidência da Casa, Dudu virou o maior opositor do prefeito, inclusive, causando muita dor de cabeça ao governo municipal no biênio 2023-2024, virando o principal adversário de Dr. Julinho, tudo por culpa de Natércio.

Dois anos se passaram e, na madrugada do dia 1º de janeiro, veio a volta por cima de Francimar, com uma vitória que lhe levou a assumir pela segunda vez como presidente da Câmara de São José de Ribamar.

Foi com os olhos marejados que alguns dos apoiadores da vereadora assistiram, na última quarta-feira (1º), a posse do pefelista no comando do legislativo. Para muitos dos aliados, a vitória coroa o esforço empreendido pela base governista e desfaz narrativa sobre rejeição à Francimar.

“Quando a Francimar sentou naquela cadeira, no dia 1º, o sentimento foi o de que valeu muito o esforço porque superamos a adversidade, mantivemos a coluna ereta. E ela, depois de passar por tudo isso, deu essa volta por cima junto com os aliados fiéis do prefeito Dr. Julinho”, declarou uma fonte do site ao avaliar o processo interno de escolha da nova mesa diretora.

De acordo com a Marinha, o corpo foi encontrado nas proximidades dos destroços da ponte e será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de ImperatrizREUTERS/Mauricio Marinho

247 – O corpo de mais uma vítima do desabamento da ponte de Estreito, na BR-226, foi encontrado nesta sexta-feira (3) no rio Tocantins. A vítima estava no fundo do rio e foi localizada com o auxílio de drones subaquáticos por volta das 10h30, segundo informações divulgadas pela Marinha. Com essa nova descoberta, o total de mortos chega a 13, enquanto outras quatro pessoas permanecem desaparecidas. As buscas já duram mais de 10 dias. As informações são do G1.

De acordo com a Marinha, o corpo foi encontrado nas proximidades dos destroços da ponte e será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz, no Maranhão, para identificação. Mergulhadores continuam atuando na área, enfrentando desafios como profundidades de até 40 metros e a visibilidade extremamente reduzida.

Tragédia na BR-226

O colapso da ponte, ocorrido no dia 22 de dezembro, resultou na queda de quatro caminhões, duas caminhonetes, um carro e três motos no rio Tocantins. Desde então, equipes de resgate trabalham intensivamente para localizar as vítimas. No dia do acidente, um homem de 36 anos foi resgatado com vida.

As operações de busca têm contado com suporte tecnológico, como drones subaquáticos, além de esforços de mergulhadores especializados. “As condições são muito difíceis, com profundidade considerável e pouca visibilidade, mas seguimos empenhados para encontrar todos os desaparecidos”, destacou um dos coordenadores da operação.

O drama das famílias das vítimas ainda não chegou ao fim. A ansiedade é grande diante da espera por informações sobre os desaparecidos. Enquanto isso, autoridades e equipes de resgate reforçam os esforços para concluir as buscas e trazer algum alívio às famílias.

O desabamento da ponte de Estreito escancarou a vulnerabilidade das infraestruturas em regiões estratégicas do Brasil e reacendeu debates sobre a manutenção de obras públicas em áreas de tráfego intenso. Investigações continuam para apurar as causas do acidente, enquanto as equipes seguem mobilizadas para garantir que nenhuma vítima fique para trás.

Douglas Pinto aponta corrupção de Paulo Victor - José Linhares Jr

O jornalista Douglas Pinto, eleito vereador de São Luís, não vai precisar andar muito para ter novas pautas. O vereador pelo PSD deve ser o calcanhar de Aquiles do presidente Paulo Victor.

Na eleição pela mesa diretora ele foi direto: “vota não por respeitar quem votou nele”. O motivo é sabido pela imprensa que cobre a Câmara. A mesma imprensa que Paulo Victor despreza ao não dar transparência aos seus atos e, em particular, desdenha do trabalho sério dos jornalistas.

Como reação à sua negativa ao projeto de poder de Paulo Victor, o vereador Douglas Pinto recebeu um gabinete caindo aos pedaços.

Barata, janela de tapume, fiação elétrica exposta e teto desabando.

Esse é o ‘modelo’ de gabinete que os vereadores recebem o ‘povo’, com total insalubridade para quem visita e para quem trabalha.

A democracia liberal oferece ao público nomes ignóbeis para que os bilionários se tornem ainda mais bilionáriosGusttavo Lima

A candidatura presidencial de Gusttavo Lima, ainda sem partido, à presidência da República em 2026 não deve ser subestimada. O sertanejo, que é uma peça relevante no projeto de dominação ideológica da elite agrária brasileira, e também parte de esquemas de desvios de recursos por parte da direita, com shows superfaturados em cidades pequenas pagos com emendas parlamentares, não se lançaria candidato sem nenhum tipo de retaguarda política.

Se Gusttavo Lima, que nasceu Nivaldo Batista Lima, na cidade de Presidente Olegário, em Minas Gerais, fez este movimento, isso ocorreu porque há poderosos e bilionários interessados neste movimento. Não por acaso, em sua primeira manifestação política, Gusttavo se colocou como: (1) o pobre que subiu na vida, (2) o empreendedor que sabe gerenciar seus negócios, (3) o empresário que prega desburocratização e, portanto, é contra o estado, e – last but not least – (4) o representante do agronegócio, que “pagaria impostos demais”, sem receber as devidas benfeitorias. Ou seja: o sertanejo já tem um discurso político articulado, conectado aos interesses agropecuários e financistas, que hoje dão as cartas no País.

O sertanejo, que se tornou famoso com o refrão “tchê-tchererê-tchetchê” é um sintoma da decadência cultural brasileira, mas é inegavelmente popular. Toca nas rádios do interior e atrai multidões em seus shows. E figuras populares têm sido escolhidas a dedo por bilionários num mundo em que partidos oligárquicos têm cada vez mais dificuldade para controlar os rumos da política. Não por acaso, há muitos anos, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a Globo e os bilionários que ambos representam passaram a desenhar o projeto de uma candidatura do apresentador Luciano Huck, tão-somente porque ele seria supostamente popular. Hoje, quando se vê a decadência de partidos como o PSDB e a ascensão de políticos como o senador Cleitinho (Republicanos-MG), fica claro que não há mais filtros na política e qualquer invasão bárbara é possível.

No mundo de hoje, é só olhar para o cenário sul-americano para não subestimar a candidatura de Gusttavo Lima. Basta lembrar que Jair Bolsonaro, o mais desclassificado de todos os deputados federais brasileiros, foi eleito presidente em 2018. Ou que o ex-coach Pablo Marçal surgiu do nada e quase se elegeu prefeito de São Paulo, a maior cidade do País. Ou ainda que a Argentina, bem aqui ao lado, é governada por Javier Milei, um completo idiota, que é exaltado pelas burguesias locais e internacionais.

Portanto, não subestimem Gusttavo Lima. A história já deu provas suficientes de que tudo sempre pode piorar e de que o poço sempre pode ser mais fundo. A democracia liberal oferece ao público nomes ignóbeis para que os bilionários se tornem ainda mais bilionários. E bilionários não devem ser subestimados.

 

   Por:Leonardo Attuch

Leonardo Attuch é jornalista e editor-responsável pelo 247, além de colunista das revistas Istoé e Nordeste

Cantor seria uma espécie de “candidato-tampão” para blindar a candidatura presidencial de Caiado. Objetivo real seria o Senado

247- O anúncio de Gusttavo Lima sobre sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026 provocou uma onda de reações no campo político da direita brasileira. A notícia surpreendeu Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados mais próximos, que interpretaram o movimento do cantor como um ato de “traição”, segundo Lauro Jardim, do jornal O Globo.

O sertanejo havia conversado com Bolsonaro horas antes de formalizar sua intenção de candidatura. Na ocasião, Gusttavo Lima teria mencionado apenas o desejo de concorrer a uma vaga no Senado. A declaração pública de que almeja o Palácio do Planalto, no entanto, foi vista como uma mudança radical e inesperada de planos.

Candidato-tampão” e articulações estratégicas – Nos bastidores da direita, especula-se que a candidatura de Gusttavo Lima esteja sendo articulada com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), também pré-candidato à Presidência. A parceria teria como objetivo criar uma blindagem a Caiado contra críticas nas redes sociais, ao mesmo tempo em que pavimenta uma estratégia para 2026: eleger o governador como presidente e sua esposa e o cantor para as duas cadeiras de Goiás no Senado.

De acordo com interlocutores próximos de Bolsonaro, o plano foi interpretado como um golpe calculado. Para eles, Gusttavo Lima estaria servindo como um “candidato-tampão”.

Aliados próximos relataram que Bolsonaro, inicialmente, considerou a possibilidade de apoiar Gusttavo Lima em sua caminhada rumo ao Senado, mas vê a disputa presidencial como um campo em que seu nome ou de alguém próximo deveria prevalecer.

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