Quanto vale a vida de um policial?

Quanto vale a vida de quem não errou, mas foi vítima do ego de quem acha que está acima da lei?Recebo com revolta as informações de que o assassino João Vitor Xavier, prefeito de Igarapé Grande, se apresentou na delegacia e foi liberado. Não consigo acreditar que isso seja verdade. Não é possível que a vida de um policial militar, um herói de farda, seja tratada com tamanho desprezo.

O soldado Thyago dos Santos foi executado pelas costas, de forma covarde. A covardia de quem ocupa um cargo público e acredita que pode tudo, até tirar a vida de um trabalhador do Estado.
E se fosse o contrário?

E se um policial tivesse matado um prefeito? O tratamento seria o mesmo?

Quando um policial é assassinado, é o Estado que sangra. Um servidor concursado, que estudou, treinou, se preparou, saiu de casa — e acabou sendo vítima da arrogância de quem confunde autoridade com impunidade. Isso não pode ficar impune.

Justiça por Thyago Santos.
Justiça por todos os nossos policiais.

Dep Wellington do Curso

O prefeito de Buriti (MA), André Gaúcho, está em viagem nos Estados Unidos, onde tem divulgado registros em pontos turísticos como a Disney. Durante sua ausência, quem ‘manda e desmanda’ no município é o secretário de Governo, Danilo Albuquerque.

A vice-prefeita, Ana Lúcia Frazão, não foi oficialmente designada para assumir o cargo interinamente, segundo informações, como prevê a ordem de sucessão determinada pela legislação. A substituição formal da chefia do Executivo também não teria sido comunicada publicamente à Câmara Municipal, como exige a Lei em casos de afastamento temporário do prefeito.

A situação tem gerado questionamentos sobre o cumprimento dos ritos legais. O caso também chama a atenção para o fato de que o secretário, embora ocupe cargo de confiança, não está previsto na linha sucessória da prefeitura.

A gestão municipal ainda não esclareceu, até o momento, os procedimentos adotados durante o período de afastamento do prefeito.

“Com a saída de Flávio Dino, Brandão ocupou legitimamente o comando do nosso grupo”, declarou o deputado Adelmo Soares (PSB) sobre a liderança natural do governador do Maranhão, durante entrevista ao quadro Bastidores, no Bom Dia Mirante desta segunda-feira (7). Também na visão do parlamentar, Flávio Dino deixou seu legado, mas não atua mais no campo da política após se tornar ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Adelmo Soares também observou que acompanhou as eleições de Flávio Dino, desde a de 2006, quando ele era vereador por Caxias e o atual ministro do STF disputou sua primeira eleição para deputado federal. O parlamentar relembrou que a eleição foi garantida pelo apoio do então deputado federal Carlos Brandão, que à época abdicou de 50 mil votos em benefício de Dino num acerto feito com Humberto Coutinho, na cidade de Caxias.

“Brandão participou ativamente da história política de Flávio Dino”, declarou Adelmo Soares, na conversa com a jornalista Carla Lima.

Liderança de Iracema e apoio a Orleans

O deputado falou sobre a liderança da presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale (PSB). “É uma grande liderança. Ela é protagonista”, resumiu ele, afirmando que essa liderança não é aceita pela oposição.

Também cobrou coerência de oposicionistas em seus discursos na Assembleia, disse que a oposição “queimou a largada’ do debate sobre as eleições do ano que vem e que não acredita mais numa recomposição de grupo na Alema.

Adelmo Soares revelou, ainda, que o PSB está realizando reuniões internas visando às eleições de 2026, e reforçou o apoio do grupo ao secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB). “Esse é o caminho, de unidade, junto com PSB, MDB, e com todos os partidos, hoje a ampla maioria dos partidos que estão marchando junto com o governo Carlos Brandão em busca de manter o Maranhão nesse desenvolvimento”.

A Prefeitura de Paço do Lumiar deu mais um passo importante rumo à inclusão digital e à valorização da educação. Nesta segunda-feira (07), o município recebeu 100 computadores doados pelo Ministério das Comunicações, através do programa federal Computadores para Inclusão.

A iniciativa faz parte de uma série de conquistas que têm chegado ao município desde o início da gestão do prefeito Fred Campos, que tem se dedicado intensamente a buscar investimentos e parcerias com diferentes esferas do poder público, com o objetivo de transformar a realidade da população luminense.

O programa Computadores para Inclusão tem como base a economia circular. Equipamentos de informática, antes considerados obsoletos por órgãos públicos, são recondicionados em Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) e ganham nova vida. Esses equipamentos são então destinados a instituições que atuam na promoção da cidadania, como escolas públicas, centros socioeducativos, comunidades indígenas, quilombolas, associações, penitenciárias e áreas rurais.

Em Paço do Lumiar, os 100 computadores recebidos serão utilizados para fortalecer as ações educacionais, sociais e comunitárias, ampliando o acesso à tecnologia e promovendo mais oportunidades para jovens, crianças e adultos.

O secretário municipal de Educação, professor Fábio Henrique, recebeu os equipamentos em nome do prefeito Fred Campos e destacou o avanço que a iniciativa representa. “Esses computadores chegam em boa hora e serão fundamentais para potencializar nossas ações nas escolas e projetos sociais. Essa conquista só foi possível graças ao trabalho do prefeito Fred Campos, que tem buscado incansavelmente novos investimentos para Paço do Lumiar. É uma gestão comprometida com o presente e de olho no futuro, garantindo mais inclusão, dignidade e acesso à educação de qualidade”, afirmou o secretário.

A gestão de Fred Campos segue firme, mostrando que com planejamento, compromisso e parcerias fortes, é possível fazer diferente e melhor. Paço do Lumiar vive um novo tempo, com mais investimentos, mais resultados e mais cuidado com a população.

Presidente deve vetar ou apenas não decidir sobre o assunto, devolvendo o desgaste ao Congresso NacionaLuiz Inácio Lula da Silva e a Câmara dos Deputados

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não sancionará o projeto de lei complementar aprovado pelo Congresso Nacional em junho que eleva de 513 para 531 o número de deputados federais, de acordo com três ministros ouvidos pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Com a decisão de não sancionar a proposta, Lula estuda agora dois caminhos possíveis: vetar integralmente o texto ou permitir que ele seja promulgado pelo próprio Congresso, sem manifestação do Executivo. O tema provocou divisões internas no governo e intensa pressão política.

No entorno do presidente, há conselheiros que o incentivam a vetar a medida, apontando a elevada rejeição popular à proposta. Segundo levantamento do instituto Datafolha, 76% dos brasileiros são contrários ao aumento no número de parlamentares. Um veto de Lula, portanto, reforçaria sua sintonia com a opinião pública e poderia ser visto como um gesto de responsabilidade com os gastos públicos.

Entretanto, auxiliares ponderam sobre o custo político da decisão. Caso opte pelo veto, Lula deverá enfrentar uma reação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defensor da proposta e articulador da aprovação do texto no Legislativo. O veto presidencial obrigaria o Congresso a mobilizar uma votação para derrubá-lo, aumentando o clima de tensão entre os Poderes.

Por outro lado, ao simplesmente não sancionar o projeto e deixar que o Congresso o promulgue, Lula evitaria um embate direto com a cúpula do parlamento, mas perderia a oportunidade de liderar o debate público contra o aumento de cadeiras na Câmara. A omissão, nesse cenário, poderia ser interpretada como sinal de fraqueza.

“Se ele não vetar, pode parecer um presidente frouxo, sem coragem de tomar a decisão certa de acordo com a própria consciência”, avaliou um ministro. Já a base aliada no Congresso se movimenta e parlamentares do PT pressionam pelo veto ao projeto. “Lula deveria vetar. Não é o caso de se omitir”, defendeu o deputado Rui Falcão (PT-SP). “O povo depois julga quem está com a razão.”

Na mesma linha, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas, considerou essencial que Lula vete o projeto para iniciar um “amplo debate sobre o assunto”. “O presidente Lula tem muita sensibilidade. Sabe capturar o sentimento do povo. E, neste caso, não há dúvida alguma. O sentimento é de repulsa. Com o veto, abre-se um espaço importante para reflexão”, disse.

O deputado estadual Wellington do Curso emitiu nota de pesar e cobrou, nesta segunda-feira (07), agilidade na investigação e na responsabilização do autor do assassinato do policial militar Thyago dos Santos, ocorrido na saída da vaquejada de Trizidela do Vale/MA. De acordo com os primeiros indícios, o prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier, teria efetuado cinco disparos contra o PM, que não resistiu aos ferimentos.

Para o parlamentar, trata-se de um crime bárbaro que atinge diretamente a segurança pública e a autoridade do Estado.

“Quando um policial é assassinado, o Estado perde parte da sua força. É inaceitável que um crime dessa gravidade fique impune. Estamos diante de um ato que exige uma resposta imediata das autoridades competentes. Não basta lamentar: é preciso agir com celeridade, transparência e rigor”, declarou.

Wellington também expressou solidariedade à família e aos colegas de farda do policial.

“Que Deus conforte os familiares, amigos e irmãos de farda do PM Thyago. Como deputado estadual, seguirei acompanhando o caso de perto e cobrando justiça. O mínimo que se espera é a prisão imediata do autor”, finalizou.

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