Defesa de Bolsonaro recorre ao STF para afastar Zanin e Dino do julgamento sobre trama golpista

Advogados do ex-mandatário insistem em alegação de parcialidade e querem que plenário decida sobre impedimento dos ministrosEstátua da Justiça em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal em Brasília e Jair Bolsonaro

 A defesa de Jair Bolsonaro (PL) recorreu da decisão que negou o afastamento dos ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), do julgamento sobre a denúncia da suposta trama golpista. Os advogados insistem na tese de que os magistrados não poderiam atuar no caso por uma alegada parcialidade..

Segundo a CNN Brasil, na apelação, protocolada junto à Suprema Corte, a defesa pede que a decisão sobre o impedimento dos ministros seja tomada pelo plenário do STF. O presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, já havia rejeitado o pedido no mês passado, concluindo que não há justificativa legal para afastá-los do caso. Dino e Zanin integram a Primeira Turma do STF, responsável por analisar a denúncia contra Bolsonaro.

A defesa argumenta que Dino, quando era governador do Maranhão, moveu uma queixa-crime contra Bolsonaro em 2021, após o então mandatário acusá-lo de não acionar a Polícia Militar para reforçar a sua segurança durante uma visita ao estado. Já em relação a Zanin, os advogados citam o fato de que o ministro se declarou impedido em um julgamento envolvendo Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que resultou na sua inelegibilidade.

O STF aguarda agora a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre as defesas apresentadas por Bolsonaro e outros investigados no inquérito. Após essa análise, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, decidirá se há elementos suficientes para que a denúncia seja levada a julgamento no âmbito do inquérito do golpe. Caso a Primeira Turma aceite a denúncia, Bolsonaro e os demais acusados se tornarão réus e passarão a responder a uma ação penal no Supremo.

Iracema Vale reitera compromisso com independência do Parlamento durante  posse como presidente da Alema - John Cutrim

O mês da mulher deste ano serviu para mostrar que Iracemas são necessárias. Em um momento em que a contradição é uma tônica da política do Maranhão, principalmente daqueles que propagam por aí que libertaram o Maranhão do atraso e, ao mesmo tempo, praticam a política mais arcaica… De querer apagar o protagonismo da mulher.

Iracema Vale, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, foi eleita três vezes para o cargo em um período de dois anos. Uma eleição foi anulada para dar voz a uma perseguição política, mas ainda sim, conseguiu frear um golpe em curso que foi parar na Justiça por conta do seu insucesso.

Nem toda essa trama foi capaz de frear as ações da parlamentar, nem tirar o seu brilho e protagonismo na política maranhense.

A presidente Iracema é uma surpresa da política dos últimos 30 anos. Seja na elite dos nomes de homens, ou mulheres. O interessante que se vê até aqui, é que a deputada não utiliza os holofotes só para si, mas puxa toda a bancada feminina para participar desse momento. Mesmo contra a vontade de um ou outro homem.

Nada mais simbólico o 8 de março deste 2025. Mas as conquistas desse momento ficaram para sempre marcados nos quase 200 anos de parlamento. E é só começo!


O governo do Maranhão segue trabalhando para que a trafegabilidade na MA-014, na Baixada Maranhense, seja completamente restaurada o mais breve possível. Uma força-tarefa, com a ampliação para 20 equipes de trabalho na área, foi iniciada no sábado (8), e o foco maior, nesse momento, se concentra nos quase 60 km entre a cidade de Vitória do Mearim e o povoado Santeiro.

Nos próximos 40 dias, de acordo com a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), a Baixada Maranhense terá fluxo de veículos restabelecido.

O problema na MA-014 se agravou quando a rodovia da Baixada virou alternativa de tráfego, após a interdição de ponte na BR-316, na região de Santa Inês, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit). A sobrecarga do trânsito intenso de caminhões, aliada à grande quantidade de chuvas na região nesse período, acabou comprometendo a conservação e a pavimentação da via estadual, fazendo surgir pontos esburacados.

Neste sábado (8), em celebração ao Dia Internacional da Mulher, o deputado Wellington esteve reunido com grupos de mulheres empreendedoras da Grande Ilha, reforçando seu compromisso com o fortalecimento do empreendedorismo feminino. Durante os encontros, destacou a necessidade de incentivo ao crédito, capacitação e políticas públicas que ampliem as oportunidades para mulheres que buscam independência financeira.

O parlamentar também visitou projetos sociais que fazem a diferença na vida de mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade. Na Vila Bacia e no Anjo da Guarda, conheceu iniciativas como o Instituto Shekiná, que oferece acolhimento e capacitação, e ressaltou a importância de ampliar o suporte a essas ações.

“Precisamos incentivar cada vez mais essas iniciativas que geram impacto real. Mulheres empreendedoras constroem comunidades mais fortes e transformam a economia local. Nosso papel é garantir que tenham acesso a crédito, capacitação e condições dignas para crescerem. Além disso, é fundamental que o poder público fortaleça os projetos sociais que acolhem mulheres e crianças, dando suporte para que superem desafios e tenham novas oportunidades. Meu compromisso é seguir lutando por mais estrutura, investimentos e políticas públicas que promovam autonomia, igualdade e dignidade para todas as mulheres do nosso estado”, concluiu o deputado Wellington.

 

 

 

Na campanha Dicas de Saúde, a Divisão Médica do TJMA alerta sobre o termo popular, também conhecido como Doença Diarreica Aguda, que tem registrado aumento de casos no MaranhãoCartão horizontal de Dicas de Saúde do TJMA. O cartão contém um título que diz

A campanha Dicas de Saúde, do Tribunal de Justiça do Maranhão, alerta para sintomas, tratamento e prevenção para a “Virose da Mosca”, também conhecida como Doença Diarreica Aguda (DDA). Este é um termo popular que engloba diversas doenças que afetam o sistema digestivo, causadas por vírus, bactérias ou parasitas. A relação com a mosca vem da capacidade do inseto de transportar esses micro-organismos de locais contaminados para os alimentos.

O alerta é feito pela Divisão Médica do TJMA, num momento em que tem sido registrado aumento de casos de adoecimentos no Maranhão e em áreas próximas. A seguir, conheça os principais sintomas, o tratamento e as medidas de prevenção.

SINTOMAS

  • Os sintomas mais comuns da “Virose da Mosca” são:
  • Diarreia
  • Náuseas e vômitos
  • Dor abdominal
  • Febre

Geralmente, esses sintomas desaparecem em um curto período.

TRATAMENTO

Segundo a Divisão Médica do TJMA, é essencial manter-se hidratado e repousar para evitar a desidratação. Procure ajuda médica se os sintomas forem graves ou persistentes.

PREVENÇÃO

  • Prevenir a virose da mosca e outras DDAs é possível com medidas simples;
  • Higiene das mãos: lave as mãos com água e sabão, frequentemente, especialmente antes de comer, preparar alimentos e após usar o banheiro;
  • Limpeza: mantenha as superfícies e utensílios da cozinha sempre limpos;
  • Proteção dos alimentos: guarde os alimentos em recipientes fechados e proteja-os de insetos, animais domésticos e outros animais;
  • Consumo de alimentos: evite consumir alimentos crus ou mal cozidos;
  • Lixo: mantenha a lixeira sempre fechada.

A adoção dessas medidas preventivas reduz o risco de contaminação e disseminação da virose da mosca e outras doenças transmitidas por alimentos.

“Alta dos alimentos afeta 38% da população que ganha até 1 salário mínimo e ameaça Lula, pois a cesta básica consome 40% da renda de seu eleitorado”, diz Miola

A perda de popularidade do governo advém, em grande medida, [1] do mal-estar estrutural da população, exacerbado pela anabolização do extremismo pelas big techs; mas, também, [2] devido à quebra da confiança e da credibilidade do governo, agravada pelo efeito PIX; e, ainda, e conexo a isso, [3] em consequência da carestia do preço dos alimentos.

A inflação dos alimentos atinge duramente a maioria populacional que sobrevive com enorme dificuldade devido à baixíssima renda: 38% da população brasileira ganha até um salário mínimo, 32% ganha entre um e dois salários mínimos, e 20,5 milhões de famílias [53,9 milhões de pessoas] recebem em média 671,21 reais por mês do Bolsa Família.

Essa parcela majoritária da população, que corresponde à enorme maioria do eleitorado lulista, consome pelo menos 40% do salário mínimo para comprar uma cesta básica alimentar simples e modesta. Por isso a carestia de alimentos ameaça seriamente o desempenho do governo na eleição de 2026.

Ainda há tempo para reverter este cenário desfavorável, mas o governo precisa agir urgentemente e com ousadia, “pensando fora da caixa” neoliberal, como analisa a professora Isabela Weber, da Universidade de Massachussets.

Além disso, a política de estoques reguladores de alimentos foi destruída no período fascista-militar do Bolsonaro, e nos dois anos do governo do presidente Lula a CONAB recém começou armazenar produtos com o resultado da safra recorde.

A situação fica ainda mais preocupante porque a inflação dos alimentos é um fenômeno mundial pós-pandemia, e tem se mantido persistentemente, sem sinais de arrefecimento imediato.

E tem outro aspecto complicador, que é a “internacionalização” dos preços dos alimentos inclusive de consumo popular, equivocadamente equiparados a commodities quanto à lógica econômica. Mesmo no caso de produtos não exportáveis ou não exportados, os preços domésticos são referenciados nos preços no mercado mundial, independentemente dos custos locais de produção.

Nobel da Economia Joseph Stiglitz esclarece que “a inflação atual é diferente da inflação normal. Essa inflação, a inflação pós-pandemia, é diferente da inflação que o Brasil e o mundo tiveram no passado. Esta é sobretudo uma inflação do lado da oferta”.

Na visão dele, “juros altos são contraprodutivos neste caso. Eles pioram a situação”, por isso os governos precisam empregar outras medidas para combater os altos preços e preservar o poder aquisitivo da população.

O presidente mexicano López Obrador, por exemplo, adotou uma série de medidas que seriam consideradas “drásticas” pelo “mercado”, por serem de fora da caixa da ortodoxia neoliberal. Com isso, ele conseguiu conter a alta desenfreada dos custos de alimentação, e elegeu sua sucessora com 60% dos votos e maioria congressual.

Lula não conseguirá implementar medidas efetivas para aliviar o preço dos alimentos se ficar engessado pelo austericídio fiscal e pela política monetária recessiva do Banco Central.

O governo precisa agir urgentemente neste momento de emergência social causada pela inflação dos alimentos, e que poderá levar dezenas de milhões de pessoas a uma situação de insegurança alimentar e fome.

Os governos do México e da Espanha se libertaram das amarras do figurino neoliberal e produziram políticas bem-sucedidas de preservação do poder aquisitivo das respectivas populações. Com isso, asseguraram as vitórias eleitorais dos seus governos – ver aqui e aqui as medidas executadas por López Obrador e Pedro Sánchez.

Diante disso, é de se perguntar ao rentismo, à Faria Lima, aos tecnocratas das finanças; enfim, aos parasitas financeiros, se eles criticarão se o governo Lula flexibilizar regras fiscais para proteger milhões de brasileiros do risco de insegurança alimentar e de fome causados pela inflação mundial do preço dos alimentos.

Com qual moral, afinal, as oligarquias e sua mídia atacarão o governo por agir nessa situação de emergência social, enquanto aplaudem os governos europeus que explodem seus orçamentos em nome da guerra, da russofobia e do supremacismo ocidental?

A carestia de alimentos ameaça seriamente o desempenho do governo Lula na eleição de 2026, e “o mercado” sabe disso.

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