O Maranhão vive um dos momentos mais vibrantes de sua cultura popular com a realização do que está sendo considerado o maior pré-carnaval do país que começou neste domingo, 17, com cerca de 500 mil pessoas na Avenida litorânea em São Luís. Sob a coordenação do Secretário Estadual de Cultura, Yuri Arruda, e do secretário adjunto Abimael, o evento tem reunido milhares de foliões, artistas e brincantes, transformando as ruas em um grande palco de celebração da identidade maranhense.
A programação diversificada valoriza as manifestações culturais locais, como blocos tradicionais, bandas, trios elétricos e grupos populares, além de atrações nacionais que fortalecem o intercâmbio cultural e impulsionam o turismo no estado.
O pré-carnaval também se destaca pela organização, segurança e estrutura oferecida ao público, garantindo uma festa democrática e acessível para todas as idades.
De acordo com a secretaria de estado da cultura, o evento vai além da folia: movimenta a economia criativa, gera emprego e renda para trabalhadores da cultura, ambulantes e setores ligados ao turismo e serviços. Hotéis, bares, restaurantes e comerciantes comemoram o aumento significativo no fluxo de visitantes durante o período.
Para o secretário-adjunto Abimael Barreto, o sucesso do pré-carnaval reafirma o compromisso do governo do Maranhão com a valorização da cultura popular. “Estamos fortalecendo nossas tradições, dando visibilidade aos artistas locais e mostrando ao Brasil a força cultural do nosso estado”, destacou.
O secretário Yuri Arruda também ressaltou a importância do planejamento e da integração entre os órgãos públicos. “Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, que envolve cultura, segurança, turismo e infraestrutura, sempre pensando no bem-estar da população”, afirmou.
Com recorde de público e grande repercussão, o pré-carnaval do Maranhão consolida-se como um dos maiores e mais importantes do calendário cultural brasileiro, reforçando o estado como referência nacional quando o assunto é festa, tradição e identidade cultural.
Ministro se vê isolado após decisões contestadas e suspeita de conflito de interesses envolvendo o escândalo do banco de Daniel Vorcaro
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), cresce a avaliação de que o ministro Dias Toffoli não deve permanecer como relator do chamado Caso Master, investigação que envolve o escândalo do ex-banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro. A percepção predominante em Brasília é a de que a condução do processo pelo ministro se tornou politicamente e juridicamente insustentável diante de episódios recentes, informa Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Dois fatores principais impulsionam esse consenso. O primeiro diz respeito a uma sequência de decisões classificadas como heterodoxas tomadas por Toffoli ao longo de cerca de 50 dias à frente do caso. Parte dessas deliberações acabou sendo revista pelo próprio ministro, diante das críticas ao que foi descrito como excesso ou exotismo jurídico.
De acordo com relatos de bastidores, não há ministros do STF dispostos a defender a permanência de Toffoli como relator do caso. Diante desse cenário, passaram a ser discutidas alternativas para sua substituição. A hipótese considerada mais provável é a de que o próprio ministro solicite afastamento, alegando problemas de saúde, solução que dependeria de negociação direta e da concordância de Toffoli.

O ex-presidente da Câmara Municipal de São José de Ribamar, Dudu Diniz, recebeu, na manhã deste sábado, em sua residência, o secretário de assuntos municipalistas, Orleans Brandão, a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale, e a articuladora política, Audreia Noleto.
O encontro teve como objetivo alinhar estratégias e agradecer as ações que o governador Carlos Brandão tem realizado na cidade balneária, por intermédio do secretário Orleans Brandão.
“Hoje é um dia muito especial para nosso grupo político, pois discutimos o fortalecimento do nome do nosso amigo Orleans Brandão em toda a cidade. Este momento também foi de agradecimento pelas obras que o governador Carlos Brandão trouxe para nossa cidade, além dos benefícios que ainda estão por vir”, comentou Dudu Diniz.
Liderança em São José de Ribamar
É importante ressaltar que, em 2020, Dudu foi eleito o vereador mais votado da cidade. Posteriormente, assumiu a presidência da Câmara, sendo reconhecido pela sua transparência e pela valorização dos funcionários. Em 2024, concorreu ao cargo de prefeito, obtendo mais de 35 mil votos.
Ministério Público apura nepotismo em São João Batista

O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria de Justiça de São João Batista, instaurou procedimento investigatório para apurar denúncia de *nepotismo* contra o prefeito Emerson Lívio Soares Pinto, conhecido como Mecinho. A representação foi protocolada em 30 de setembro de 2025 pelo advogado Ítalo Diêgo Sousa de Alencar, em nome da servidora pública municipal Marineide Soares Campos.
Segundo o documento, o prefeito teria nomeado *seis parentes diretos* para ocupar secretarias municipais, prática que afronta os princípios constitucionais da legalidade, moralidade e impessoalidade, previstos no artigo 37 da Constituição Federal. A denúncia também cita a violação ao artigo 117, inciso VIII, da Lei nº 8.112/90, e à Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal, que proíbe a nomeação de parentes em cargos de confiança.
Os nomes citados na denúncia
– *Hildene Pereira Pinto* – esposa do prefeito e primeira-dama, nomeada para a Secretaria Municipal Especial da Mulher.
– *Diolindo Silva Pinto* – pai do prefeito, secretário de Articulação Política.
– *Rafaela de Jesus Pereira Pinto* – cunhada do prefeito, titular da Secretaria de Administração, Gestão e Planejamento.
– *Verneylan Botelho Soares* – sobrinho do prefeito, secretário de Infraestrutura, Obras, Transporte e Trânsito.
– *Jonis Maycon Santos Soares* – primo do prefeito, apontado como responsável pela Secretaria de Relações Institucionais ou Meio Ambiente e Limpeza Pública.
– *José Domingos Câmara Filho* – genro do prefeito, secretário de Saúde.





Em tese, tais nomeações configurariam *ato de improbidade administrativa*, nos termos do artigo 11 da Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa).
Encaminhamentos do MP
O MPMA notificou o *Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA)* sobre a denúncia, reforçando a gravidade da situação e a necessidade de fiscalização. O caso ganhou repercussão na Baixada Maranhense, já que envolve diretamente a estrutura administrativa do município e pode resultar em responsabilização política e judicial do gestor .
Contexto político
O prefeito Emerson Lívio já vinha sendo alvo de outras investigações, incluindo ações eleitorais por suposto abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2024 . Agora, a acusação de nepotismo amplia a pressão sobre sua gestão e pode levar a novas medidas judiciais.
Damares Alves divulga lista de igrejas e pastores envolvidos na máfia dos descontos ilegais após críticas do pastor Silas Malafaia.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou nesta quarta-feira (14) uma lista de igrejas e líderes religiosos citados na CPMI do INSS, que investiga fraudes em descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas. A divulgação ocorreu após críticas públicas feitas pelo pastor Silas Malafaia nas redes sociais.
Segundo a parlamentar, os pedidos de convocação, convite ou quebra de sigilo foram apresentados com base em documentos oficiais, como Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) e informações da Receita Federal.
Reação após críticas de Malafaia
A polêmica começou após Damares afirmar, em entrevista ao SBT News, que a comissão vinha identificando a participação de igrejas em esquemas de fraudes contra aposentados do INSS.
“Nós estamos identificando igrejas nos esquemas de fraudes aos aposentados. E quando se fala de um grande pastor, vem a comunidade: ‘Não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes’”, disse a senadora ao ser questionada sobre se há tentativas de atrapalhar as investigações da comissão.
Após a declaração, Malafaia publicou um vídeo exigindo que os nomes fossem divulgados.
“Ou a senhora dá os nomes, ou é uma leviana linguaruda. A acusação é grave e séria. […] Se não tem os nomes e as provas, cale a boca. Se tem, denuncie pelo bem da igreja evangélica. Isso é uma vergonha, um absurdo. A liderança evangélica está indignada com sua postura covarde e vergonhosa. Estou esperando os nomes”, afirmou o pastor.
Em resposta, Damares publicou nota oficial e tornou públicos os requerimentos apresentados na comissão.
Igrejas e pastores citados
De acordo com a senadora, os nomes divulgados constam em requerimentos formais apresentados à CPMI. Parte deles já foi aprovada, enquanto outros ainda aguardam análise.
Igrejas com pedido de transferência de sigilo:
Adoração Church
Igreja Assembleia de Deus Ministério do Renovo
Ministério Deus é Fiel Church (SeteChurch)
Igreja Evangélica Campo de Anatote
Pastores citados em requerimentos:
Fabiano Campos Zettel – convite para prestar esclarecimentos
Cesar Belucci do Nascimento – convite
André Machado Valadão – convocação e pedido de transferência de sigilo
Péricles Albino Gonçalves – convite
André Fernandes – convite
Entre os nomes citados está Fabiano Campos Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo o senador Rogério Correia (PT-MG), a oitiva é considerada essencial para esclarecer possíveis conexões com o esquema investigado.
Dever de apuração
Na nota divulgada, Damares afirmou que a eventual participação de igrejas ou líderes religiosos em fraudes causa “profundo desconforto e tristeza”, mas destacou que a CPMI tem o dever constitucional de investigar os fatos.
A senadora também afirmou que a comissão deve atuar com responsabilidade, imparcialidade e base documental.
Blog do Isaias Rocha
Ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses no caso da trama golpista
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (15) a transferência do ex-presidente preso Jair Bolsonaro para o presídio da Papudinha, no Distrito Federal-DF. A transferência já foi efetivada, de acordo com a assessoria do STF.
O ex-mandatário, condenado a uma pena de 27 anos e três meses no caso da trama golpista pelo STF, estava preso na sede da Superintendência da PF em Brasília. Também condenados no caso da trama golpista, o ex-ministro e ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, estão presos na Papudinha. Eles dividem uma cela semelhante à do ex-presidente.
As condições da cela de Bolsonaro serão favoráveis “em razão da dignidade do cargo exercido”, diz Moraes.
Para Moraes, “vem ocorrendo uma sistemática tentativa de deslegitimar o regular e legal cumprimento da pena privativa de liberdade de JAIR MESSIAS BOLSONARO”.
Na decisão, o ministro autorizou o abatimento da pena de Bolsonaro pela leitura. Contudo, Moraes rejeitou o pedido para o uso de televisão do tipo Smart TV. Moraes determinou ainda uma avaliação médica de Bolsonaro, a ser realizada pela junta médica da Polícia Federal, para avaliação do quadro médico do ex-presidente.
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