Hilton Gonçalo se reúne com prefeitos e vereadores durante Caravana Federativa em São Luís

O pré-candidato ao Senado, Dr. Hilton Gonçalo, cumpriu uma intensa agenda política nesta sexta-feira (12), durante o evento da Caravana Federativa, realizado em São Luís. O encontro reuniu prefeitos, vereadores e lideranças políticas de várias regiões do Maranhão e teve como foco o fortalecimento do diálogo entre municípios e governo federal, além da construção de alianças para as eleições de 2026.

Entre os prefeitos presentes nas reuniões com Hilton Gonçalo, destacaram-se Marcio Hominho, de Bacuri, Carrinho, de Viana, Professor Bartolomeu, de Senador La Rocque, e Dra. Bárbara, de Monção.

Durante as conversas, Hilton Gonçalo ressaltou a importância de parcerias para promover desenvolvimento regional, com investimentos em áreas como saúde, infraestrutura e geração de emprego e renda.

Hilton Gonçalo, que já exerceu quatro mandatos como prefeito de Santa Rita, vem consolidando seu nome como uma das principais apostas para o Senado. Ele tem se apresentado como um político comprometido com propostas voltadas ao crescimento do Maranhão, defendendo projetos que fortaleçam os municípios e garantam melhores condições de vida para a população.

A participação no evento reforçou a estratégia do pré-candidato de ampliar sua base de apoio, aproximando-se de lideranças municipais que terão papel decisivo no cenário político das próximas eleições.

Um crime violento na comunidade da Ribeira, região do Maracanã, em São Luís, marcou a madrugada desta sexta-feira, 12.

Conhecido popularmente como “Grampola” e apelidado de “rainha dos áudios do Maranhão”, Inaldo Henrique Belchior foi morto a golpes de faca na localidade.

Segundo informações preliminares, a vítima sofreu diversos ferimentos antes de ser socorrida e levada a uma unidade de saúde. Apesar do atendimento emergencial, não resistiu e faleceu pouco depois de dar entrada no hospital.

A Polícia Civil já iniciou as investigações para esclarecer a motivação e as circunstâncias do crime. Até o momento, não há identificação de suspeitos nem registro de prisões. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Luís, onde passará por exames periciais.

Grampola era bastante conhecida em todo o estado por áudios bem-humorados que viralizaram em aplicativos de mensagens, tornando-se uma figura popular no ambiente digital maranhense. Nas redes sociais, amigos e admiradores lamentaram a morte, destacando sua irreverência e carisma.

 

Blog do Gilberto Léda

Antônio Carlos Camilo Antunes estaria envolvido no desvio de até R$ 6,3 bilhões de aposentadorias e pensõesCareca do INSSA Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (12) Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, e o empresário Maurício Camisotti, durante uma operação contra fraudes no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), informa o g1.

As investigações apontam que Antunes atuava como lobista e “facilitador” de um esquema que desviou recursos de aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. O prejuízo estimado chega a R$ 6,3 bilhões. Camisotti, preso em São Paulo, é suspeito de ser sócio oculto de uma entidade envolvida nas irregularidades e de se beneficiar diretamente dos desvios.

Como funcionava o esquema

De acordo com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), o grupo fraudava descontos em benefícios previdenciários por meio de associações e entidades de fachada. Entre as práticas reveladas estão:

  • pagamento de propina a servidores para obter dados de beneficiários;
  • uso de assinaturas falsificadas para autorizar descontos;
  • criação de entidades controladas por idosos, pessoas de baixa renda ou aposentados por incapacidade.

Ainda segundo a PF, dirigentes e servidores do INSS recebiam vantagens indevidas para facilitar a inserção dos descontos nos contracheques dos aposentados.

As apurações tiveram início em 2023 dentro da CGU, em âmbito administrativo. Com a identificação de indícios de crimes em 2024, o caso foi encaminhado à Polícia Federal. O então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, chegou a ser demitido em abril, quando a fraude veio à tona.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão em São Paulo e no Distrito Federal, expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. A PF apreendeu também bens de luxo, como uma Ferrari.

Antunes foi levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde também são realizadas buscas em sua residência. As investigações apontam que ele transferiu R$ 9,3 milhões para pessoas ligadas a servidores do INSS entre 2023 e 2024. Já no caso de Camisotti, os agentes também realizaram diligências em sua casa e escritório na capital paulista.

Além deles, a Polícia Federal esteve no escritório do advogado Nelson Willians, em São Paulo. Até o momento, a defesa dos investigados não se manifestou.

Com 70 anos, Bolsonaro só poderia voltar às urnas aos 105 anos de idadeBolsonaro e urna eletrônica

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira (11) a fixação das penas de Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus no processo da tentativa de golpe de Estado. A decisão impôs ao ex-presidente 27 anos e três meses de prisão, sendo 24 anos e nove meses em regime fechado.

Juristas consultados pelo jornal O Globo explicam que, além da reclusão, a condenação pode ter efeitos de longo prazo sobre sua carreira política: a inelegibilidade até 2060. Jair Bolsonaro tem 70 anos de idade e uma inelegibilidade até 2060 significaria que ele só poderia voltar às urnas aos 105 anos

Pelas regras atuais da Lei da Ficha Limpa, quem é condenado criminalmente fica proibido de se candidatar por oito anos após o cumprimento da pena. No caso de Bolsonaro, isso significaria décadas afastado das urnas, já que a contagem só começa após o fim de toda a pena aplicada. O Congresso, no entanto, aprovou recentemente uma alteração para limitar a inelegibilidade a oito anos contados a partir da condenação. Caso seja sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a mudança poderia reduzir o prazo de afastamento político de Bolsonaro para 2033.

Voto da ministra Cármen Lúcia, do STF, sacramentou o destino de Bolsonaro. Resta estabelecer o tamanho da pena e o voto de ZaninA ministra Cármen Lúcia, do STF - 11 de setembro de 2025

Com voto da ministra Cármen Lúcia, nesta quinta-feira (11), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou uma maioria para condenar Jair Bolsonaro e outros réus por integrar uma organização criminosa voltada a derrubar o governo eleito em 2022.

“Concluo pela comprovação da organização criminosa”, disse a magistrada no julgamento.

Com isso, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Alexandre de Moraes já votaram pela comprovação da organização criminosa, liderada por Bolsonaro.

A ministra destacou a violência dos atos preparatórios para o golpe de Estado.

O deputado Dr. Yglésio (PRTB) apontou incoerências na postura de oposicionistas, que têm discurso diferente daquilo que praticam no dia-dia da política. O parlamentar, em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (10), usou como exemplo o caso ocorrido com o PSB, recentemente, no Maranhão.

“Acho engraçado quando o pessoal da oposição sobe aqui à tribuna para dizer assim: Ah! O Brandão coronel é um governo familiar e bi-bi-bi, ba-ba-ba. Na hora que eles pegam o PSB, é esposa de um presidindo, pai do outro presidindo e, assim, vai”, afirmou referindo-se à tomada do partido pelo deputado Othelino Neto (Solidariedade), que deu a presidência estadual a sua esposa, senadora Ana Paula Lobato.

O deputado chamou atenção, a partir desse cenário, para o modo como se comporta o grupo de oposição. “É assim que eles montam partido no Maranhão. É com a família. Aí, ‘não é porque Brandão é família’. Caramba, quando eu tenho um partido, eu coloco minha esposa, o outro bota o pai, o outro deputado botou o irmão”, resumiu.

Também alertou, citando o que ele chamou de “dilema do comunista”, sobre o modus operandis das ações dos oposicionistas. “O dilema do comunista é não conseguir sair do parafuso de acuse os adversários daquilo que você é”, afirmou.

Dr. Yglésio também questionou a postura de parlamentares da oposição que, após discursos, pedem à Mesa Diretora a retirada de termos e expressões que foram ditas. “Quando vocês escutam algo que não gostam, vocês são a turma do mi-mi-mi, da reclamaçãozinha, infelizmente. Vocês sobem à tribuna, falam o que querem e, graças a Deus, ninguém é como vocês, não é, de ficar pedindo para os outros tirarem as palavras do que se falou aqui”, declarou.

E Dr. Yglésio também reafirmou seu posicionamento em defesa da liberdade de expressão: “Essa tribuna aqui é um lugar de liberdade – pelo menos deveria ser”.

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