Paço do Lumiar: Prefeito Fred Campos leva programa Ilumina Paço aos loteamentos Presidente Vargas e Santa Clara

O prefeito Fred Campos assinou a Ordem de Serviço e deu início a substituição das lâmpadas antigas por luz de LED nos loteamentos Presidente Vargas e Santa Clara ,na tarde desta quinta-feira (16).

“Estamos vistoriando o serviço na Avenida dos Colaboradores, esse é apenas o começo de um trabalho que promete transformar nossa cidade. O ‘Ilumina Paço’ não é só sobre modernizar a iluminação pública, mas também sobre trazer dignidade, segurança e qualidade de vida para a população luminense”, destacou Fred Campos.

A iniciativa, que faz parte do compromisso da nova gestão com a qualidade de vida da população, está retirando a cidade da escuridão. Além de reduzir o consumo de energia, as luminárias de LED proporcionam mais durabilidade e eficiência, garantindo maior segurança para moradores e comerciantes locais.

 

Os serviços são executados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura- SEMINFRA, que já deu início à troca das lâmpadas antigas com luz amarela por luminárias de LED branco outras áreas do município, como: sede do município, Praça do Jaguarema, entorno da quadra do Paranã e Praça Renê Duarte. O secretário da SEMINFRA, Marlus Melo, destacou a qualidade e modernização dos equipamentos e que os serviços vão abranger 100% do município. “São 22 mil novos pontos de luz espalhados por todo município, promovendo segurança, qualidade de vida e respeito ao meio ambiente”, sinalizou.

A ampliação do programa de iluminação seguirá para outras áreas do município, reafirmando o compromisso da gestão com a modernização e o progresso da cidade. A população, por sua vez, celebra as melhorias e aguarda com entusiasmo os próximos passos dessa nova administração.

Prefeitura de Paço do Lumiar ganha mais segurança e luminosidade com o programa “Ilumina Paço”

Familiares e amigos do professor, poeta e icônico político maranhense Ramon Zapata (PSTU), do “só a luta muda a vida”, se uniram para promover uma rifa e ajudar Zapata, que enfrenta um câncer no cólon do intestino.

A Rifa solidária custa R$ 100 o ponto, e vale o sorteio de um quadro do artista plástico Marconi Lima avaliado em R$ 10 mil reais.

Também é possível juntar-se a essa corrente do bem doando qualquer valor através do PIX – 98988683118.

De acordo com a família, o tratamento total custa alto, e além da cirurgia colorretal que varia entre R$ 5 e R$ 15 mil reais, existem outras despesas com bolsas de colostomia, esparadrapos, fitas, soro fisiológico, remédios além de outros custos, orçados em R$ 75 mil todo o tratamento.

Ramon Zapata disputou sua primeira eleição em 2004, quando foi candidato a vereador em São Luís. De lá para cá, foi candidato a senador em 2006; deputado estadual em 2010; prefeito de Alcântara em 2012; Vereador de São Luís em 2016; Governador do Maranhão em 2018 e Prefeito de Alcântara em 2024, todas pelo PSTU.

Para ajudar Ramon Zapata nessa grande batalha pela vida, o PIX é 98988683118.

Junte-se nessa luta pela vida!

 

Blog Maramais 

Deputado Federal Ivan Junior - Portal da Câmara dos Deputados

O deputado federal Ivan Júnior (União Brasil) visitou o estúdio da Radio Revoada, em São Luís e concedeu entrevista ao programa Revoada “Politica & Entretenimento”, onde falou de sua história de vida, como morador da Área Itaqui Bacanga, falou sobre seus projetos na Câmara dos Deputados, Região Portuária, Zona de Processamento de Exportação, Capacitação Profissional e apontou irregularidades que estariam sendo praticadas por promotores de eventos culturais e esportivos em São Luís com relação à Meia Entrada, para estudantes, professores e idosos.

A lei prevê que 40% da carga de ingressos de shows, cinemas e outros espetáculos culturais e artísticos sejam vendidos com 50% de desconto em relação ao preço integral para estudantes, professores, idosos e outros públicos.

Durante o Programa, o deputado falou que vai atuar na defesa dos interesses e garantia da lei da Meia Entrada.

“O que essas empresas estão fazendo? Elas estão aumentando artificialmente o valor dos ingressos. Por exemplo, se o ingresso custa R$ 90,00, eles dizem que o valor cheio é R$ 200,00, fazendo com que a meia-entrada seja R$ 100,00. Mas, na realidade, o ingresso deveria custar apenas R$ 90,00, e o valor da meia-entrada deveria ser R$ 45,00. Aí eles criam uma modalidade de ingresso, que é o ingresso social, que é R$ 90,00”, exemplificou o parlamentar.

Acompanhe, na íntegra, a entrevista do deputado federal Ivan Júnior

Ex-prefeito do Maranhão é acionado por não repassar R$ 24 milhões a fundo  de previdência - John Cutrim

O Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, protocolou nesta terça-feira, 14, uma Ação Civil Pública e uma Denúncia contra o ex-prefeito e atual presidente da Câmara Municipal de Bom Jesus das Selvas (termo judiciário da comarca), Luís Fernando Lopes Coelho. As manifestações foram motivadas pela falta de repasse de contribuições previdenciárias ao Regime Próprio de Previdência Social do Município em valor superior a R$ 24 milhões.

De acordo com as investigações realizadas pelo Ministério Público do Maranhão e auditoria da Secretaria de Previdência do Ministério do Trabalho e Previdência, deixaram de ser repassados recursos das contribuições descontadas dos servidores públicos e da parte patronal, incluindo os incidentes sobre auxílio doença e salário maternidade. A apuração engloba o período de janeiro de 2017 a dezembro de 2022.

O total não repassado chega a R$ 24.122.380,82, sendo R$ 4.300.529,32 de contribuições recolhidas dos servidores, R$ 19.420.168,80 de contribuições patronais e R$ 401.682,70 relativas a contribuições patronais sobre auxílio doença e salário maternidade.

O caso também foi analisado pela Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça que apontou, em seu parecer, que “o Município de Bom Jesus das Selvas deixou de repassar a totalidade dos valores retidos dos servidores, a título de contribuição previdenciária”.

Além disso, o Ministério informou que a Prefeitura havia firmado um Acordo de Parcelamento e Confissão de Débitos com o Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Bom Jesus das Selvas para a regularização de débitos relativos ao período de janeiro de 2014 a outubro de 2016. No entanto, as parcelas não foram pagas.

Para o promotor de justiça Felipe Augusto Rotondo, a conduta de Luís Fernando Coelho configura “omissão dolosa, prevista no art. 10 da Lei de Improbidade Administrativa, uma vez que ainda foi notificado diversas vezes pelo órgão fiscalizador do Ministério da Previdência Social”. O então prefeito era o responsável tributário e ordenador de despesas e, portanto, responsável por não fazer os repasses das contribuições por 46 vezes.

Em caso de condenação por improbidade administrativa, o ex-prefeito e atual presidente da Câmara de Vereadores de Bom Jesus das Selvas estará sujeito à perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 12 anos, pagamento de multa equivalente ao valor do dano e proibição de contratar ou receber benefícios do poder público, ainda que por intermédio de empresa da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de até 12 anos.

ESFERA PENAL

Além da ação por improbidade administrativa, a conduta do ex-prefeito de Bom Jesus das Selvas também levou o Ministério Público do Maranhão a ingressar com uma Denúncia pelo crime previsto no artigo 169-A do Código Penal (“Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional”). A pena prevista é de reclusão, de dois a cinco anos, e multa.

Na Denúncia, Felipe Rotondo argumenta, ainda, que o crime foi praticado em continuidade delitiva. “As contribuições deveriam ter sido repassadas mês a mês e uma vez que não foram, o acusado praticou 46 crimes”, observa o promotor de justiça.

Decisão segue o posicionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou contrária à liberação do documento e à autorização para a viagem

247 – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido de devolução do passaporte de Jair Bolsonaro (PL), impedindo o ex-presidente de viajar aos Estados Unidos para participar da posse de Donald Trump, informa Teo Cury, da CNN Brasil. A decisão segue o posicionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou contrária à liberação do documento e à autorização para a viagem.

O passaporte de Bolsonaro foi apreendido em fevereiro de 2024 pela Polícia Federal (PF) no contexto de investigações em andamento. A defesa do ex-presidente solicitou a devolução do documento e a permissão para viajar entre os dias 17 e 22 de janeiro de 2025, período que inclui a cerimônia de posse de Trump, marcada para o dia 20.

Argumentação da PGR – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumentou que não há elementos suficientes no pedido da defesa de Bolsonaro que justifiquem a flexibilização da proibição de saída do país. Para Gonet, o ex-presidente não apresentou evidências de que a viagem “acudiria a algum interesse vital” que se sobreponha ao interesse público.

Gonet afirmou ainda que o evento nos EUA não configura uma necessidade básica, urgente e indeclinável capaz de justificar a exceção à decisão judicial que mantém Bolsonaro no Brasil.

Crimes foram denunciados pelo Gaeco no âmbito da Operação Tríade. Se condenado, prefeito de Santa Inês pode pegar até 50 anos de prisãoO prefeito de Santo Inês, Felipe dos Pneus.

O desembargador Nilo Ribeiro, da Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão, tornou réu o prefeito de Santa Inês, Felipe dos Pneus (PP), sob a acusação de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude em licitação, além de crime de responsabilidade.

Segundo despacho do magistrado, há indícios suficientes na acusação do Gaeco para a abertura da ação penal. A denúncia, obtida pelo Atual7, foi aceita no final do ano passado, após tramitar sob imposição de absoluto sigilo a pedido do procurador-geral de Justiça, Danilo de Castro, atual chefe do Ministério Público do Maranhão.

A acusação se refere a investigações da Operação Tríade, deflagrada em 2023, no primeiro mandado de Felipe dos Pneus como prefeito de Santa Inês. Ele chegou a ser afastado do cargo, mas conseguiu retornar por decisão da desembargadora Sônia Amaral, à época, relatora do caso, e foi reeleito nas eleições de 2024.

O Gaeco apontou como elementos de prova, além de movimentações financeiras suspeitas e mensagens e arquivos trocados via WhatsApp, diversos documentos apreendidos durante a ação ostensiva e informações compartilhadas pela Polícia Federal, provenientes da Operação Free Rider, deflagrada em Santa Inês cerca de um ano antes da operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas.

“Foi possível confirmar os vínculos e a constituição de uma organização criminosa pelos investigados, os quais, com a utilização de empresas utilizadas para a fraude em procedimentos licitatórios no âmbito da Prefeitura de Santa Inês/MA, conseguiram promover o desvio de recursos públicos por meio da prática de manobras de “lavagem” de capitais após as referidas contratações”, escreveu.

Procurado pelo Atual7 por meio da assessoria da prefeitura e da defesa na ação penal, Felipe dos Pneus não retornou o contato.

Além do prefeito de Santa Inês, mais 13 envolvidos no suposto esquema se tornaram réus, entre eles os empresários Welker Carlos Rolim, da WR Comércio e Construção (atualmente registrada como Plano Construtora), e Antônio Francisco Rocha de Abreu, da Droga Rocha Distribuidora de Medicamentos.

A ação penal também inclui Janete de Macedo Moreira, Talita Abreu de Almeida, Renato Serra Trinta Abreu, João Gilberto do Carmo Dias Filho, Liliane Gatinho Viana, Thais Abreu Melo Martins Costa, Lya Fernanda Costa Alves, Thalihina Rodrigues de Carvalho e Antônio Barbosa de Carvalho, estes últimos, respectivamente, irmã e pai do prefeito.

Completam a lista de réus Antônio José de Magalhães Neto e Samuel Martins Costa Filho, apontados como articuladores de Felipe dos Pneus no suposto esquema – daí o nome da operação, em referência às tríades chinesas, organizações criminosas que, ao longo da história, se envolveram em uma variedade de crimes, desde fraude, extorsão e lavagem de dinheiro até tráfico e prostituição, e que, na contemporaneidade, estão menos envolvidas com a atividade criminosa tradicional e mais associadas a crimes de colarinho branco, como o desbarato em Santa Inês.

A reportagem não conseguiu contato da defesa das demais pessoas que tiveram a denúncia aceita pelo desembargador Nilo Ribeiro.

De acordo com a acusação, Felipe dos Pneus estaria no topo de uma organização criminosa que, segundo as investigações, teria gerado um prejuízo superior a R$ 55 milhões aos cofres públicos do município.

O dinheiro, ainda segundo o Gaeco, tinha como destino a manutenção das necessidades básicas da população local, como aquisição de medicamentos e material de saúde, mas teria sido desviado, inclusive por meio de pagamento de contrato superfaturado em troca de propina.

Se condenado, o prefeito de Santa Inês pode pegar até 50 anos de prisão. Essa estimativa considera as penas máximas de cada crime apontado pelo Gaeco contra o gestor municipal, que pode sofrer ainda implicações administrativas, incluindo a perda do mandato.

 

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