Felipe Camarão vira líder do governo Braide

Conheça a história de Felipe Camarão - Shewton Serra

No Twitter, Felipe Camarão abandonou o sonho de ser governador e embarcou no desejo de Eduardo Braide governar o Maranhão.

De pré-candidato ao Governo, Camarão é o novo líder governista de Eduardo Braide e empareda a Câmara Municipal para aprovar a LOA. Disse ele:

“Sobre a não aprovação do orçamento da prefeitura de São Luís… sugiro que apurem quem está por trás da ordem para os vereadores não aprovarem. Dica: não é o presidente Paulo Vitor. Outra dica: ninguém aguenta mais essa gente.”

A postagem, além de reforçar a defesa do prefeito, evidencia que nem mesmo Camarão acredita que sua candidatura é competitiva para o governo do Maranhão e demonstra para o PT que deseja implodir o partido por vingança motivada por insatisfações com o governador Carlos Brandão.

Ou seja, o movimento sinaliza que a pré-candidatura de Camarão ao governo do estado enfrenta desafios de viabilidade política e eleitoral.

Resta a humilhação de buscar alinhamento com Braide, movimento que contribuiu para a divisão da base petista no Maranhão.

Como Edinho, Zé Dirceu e Lula observam esse movimento?

Dr. Yglésio – Assembleia Legislativa do Maranháo

É curioso observar: toda vez que Yglésio sobe à tribuna, a oposição parece obedecer a algum ritual silencioso e sai perfilada do plenário. Medo? Ordens supremas? Difícil dizer, mas o efeito é sempre o mesmo.

Nesta quinta-feira (05), no primeiro discurso do retorno legislativo, o “bicho-papão dos comunistas” pegou leve e usou o Grande Expediente para abrir o jogo. O que a oposição deixou de ouvir? Coisas como: críticas ao passado de Flávio Dino e aliados, alertas sobre ataques à liberdade de expressão, e uma distinção clara entre oposição responsável e oposição de birra, feita apenas para atrapalhar o trabalho do governo. Tudo isso ficou no ar… para quem estava disposto a ouvir.

Não há dúvida: o confronto virá. E quando vier, a oposição vai perder, seja no plenário ou correndo dele, para apenas um parlamentar. Um.

O presidente e o ex-ministro de Bolsonaro discutiram uma articulação eleitoral para o Senado, com possível neutralidade do PP na disputa presidencialCiro Nogueira e Lula

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), procurou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na antevéspera do Natal para discutir uma possível reaproximação política e negociar um acordo eleitoral no Piauí, estado governado pelo PT. O encontro ocorreu no dia 23 de dezembro, na Granja do Torto, em Brasília, e teve a participação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), apontado como articulador da conversa, segundo a Folha de São Paulo.

Segundo relatos de participantes e de políticos envolvidos nas tratativas, a reunião — descrita como cordial — não foi registrada na agenda oficial de Lula e teria como objetivo reduzir tensões entre o presidente e o ex-ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro (PL). Ao final, de acordo com cinco pessoas ouvidas pela reportagem, Lula e Ciro chegaram a trocar gestos de afeto e sinalizações de reconciliação.

A movimentação teria sido motivada principalmente pela disputa ao Senado em 2026. Ciro Nogueira busca renovar seu mandato e tenta construir um cenário eleitoral que reduza obstáculos no estado, onde o PT mantém forte influência e onde haverá duas vagas em disputa. A proposta em negociação, conforme os relatos, envolveria o compromisso de Lula em apoiar enfaticamente apenas um candidato ao Senado: o senador Marcelo Castro (MDB). Com isso, a reeleição de Ciro ficaria mais viável, já que a segunda vaga poderia ser disputada com menos interferência direta do Planalto.

Um aliado de Nogueira confirmou o encontro e afirmou que o senador pretende que o governo federal e o PT não atrapalhem sua candidatura no Piauí. Em contrapartida, segundo essa versão, o presidente do PP sinalizaria neutralidade do partido na corrida presidencial, evitando uma aliança formal com o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário direto de Lula. Conforme a apuração, essa neutralidade seria uma forma de reduzir o alinhamento do PP ao bolsonarismo em nível nacional.

De acordo com os relatos, durante a conversa com Lula, o senador destacou sua proximidade com Hugo Motta, chegando a descrevê-lo como uma espécie de filho político. Também teria afirmado que manteve lealdade a Bolsonaro até o fim, mas que foi um dos primeiros a reconhecer publicamente a vitória de Lula em 2022, em um momento em que setores do bolsonarismo resistiam a admitir a derrota.

Aliados do presidente relataram que Lula demonstra simpatia pela proposta e que considera Ciro Nogueira uma figura com quem mantém boa relação pessoal. Um interlocutor do presidente, favorável ao acordo, afirmou que Lula “gosta de Nogueira”, segundo a reportagem.

Apesar disso, o movimento é considerado delicado. Ainda segundo a apuração, Ciro demonstrou preocupação com o risco de vazamento da reunião e, procurado pelo jornal, chegou a negar que tenha conversado com Lula. Mesmo assim, aliados do senador confirmaram que ele vem intensificando articulações políticas de olho nas eleições.

O presidente estadual do PT no Piauí, Fábio Novo, afirmou desconhecer a conversa, mas fez críticas ao histórico de Ciro com o partido. “Não temos o direito de errar uma terceira vez”, disse.

A possibilidade de acordo também esbarra em articulações já existentes no estado. O PT costura uma chapa que inclui o deputado Júlio César (PSD) como pré-candidato ao Senado. Uma mudança nesse arranjo poderia desagradar o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, com quem Lula busca manter boa relação.

O cenário eleitoral no Piauí favorece candidatos com apoio oficial do Planalto. Em 2022, Lula obteve 76,8% dos votos válidos no segundo turno contra Bolsonaro no estado. Ainda assim, aliados do presidente reconhecem que Ciro mantém influência local significativa, com apoio de diversos prefeitos — inclusive petistas. Um exemplo citado pela reportagem é o prefeito de Cajueiro da Praia (PI), Felipe Ribeiro (PT), que declarou apoio ao senador.

Após a derrota do PT na disputa presidencial de 2018, porém, Ciro se aproximou do bolsonarismo e assumiu a Casa Civil em julho de 2021, conduzindo o PP para uma posição alinhada ao governo Bolsonaro. Mesmo após Bolsonaro deixar o Planalto, o senador manteve o partido próximo ao ex-presidente e chegou a defender a candidatura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) à Presidência.

Com Tarcísio decidido a permanecer em São Paulo, Ciro agora avalia como lidar com o nome indicado por Bolsonaro para 2026: Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro. Segundo aliados citados pela reportagem, o presidente do PP chegou a cogitar ser vice de Tarcísio e também foi lembrado como possível vice de Flávio, mas essa possibilidade teria perdido força.

A reportagem aponta ainda que, diante das divisões internas do partido — que inclui uma ala simpática ao governo Lula e até um ministro — o PP pode optar por não apoiar formalmente o filho de Bolsonaro e liberar seus filiados para se posicionarem livremente na eleição presidencial.

O episódio envolvendo o vereador Edson Gaguinho, acusado de agredir o blogueiro Rafael da Juventude dentro da Câmara Municipal de São Luís, não é um fato isolado nem inédito na política brasileira. O caso guarda semelhança direta com o episódio protagonizado pelo deputado federal Glauber Braga, que empurrou um militante do MBL nas dependências da Câmara dos Deputados e quase perdeu o mandato por quebra de decoro parlamentar.

A diferença, até aqui, não está na gravidade do ato, mas na reação institucional. Em Brasília, houve representação, debate público, Conselho de Ética acionado e custo político real. Em São Luís, o que se vê é o oposto: silêncio absoluto da Câmara Municipal e nenhuma manifestação do presidente da Casa, Paulo Victor.

A acusação envolve agressão física dentro do prédio do Legislativo, local que deveria simbolizar debate, confronto de ideias e respeito às regras democráticas e não intimidação, nem força bruta contra comunicadores, blogueiros ou qualquer cidadão.

Se confirmados os fatos, a conduta de Edson Gaguinho extrapola o embate político e entra no terreno da quebra de decoro. E esse tipo de episódio não pode ser tratado como assunto menor, tampouco varrido para debaixo do tapete por conveniência corporativa.

O silêncio da Câmara Municipal de São Luís levanta uma pergunta incômoda, mas inevitável: haverá dois pesos e duas medidas? Parlamentares federais respondem por seus atos, enquanto vereadores contam com blindagem local?

Paulo Victor, como presidente da Casa, tem a obrigação institucional de se posicionar, esclarecer se haverá apuração interna e dizer se a Câmara aceita ou normaliza episódios de violência em seus corredores. O que está em jogo não é apenas o futuro político de um vereador, mas a credibilidade do Legislativo ludovicense.

Se em Brasília um empurrão quase custou um mandato, em São Luís o mínimo esperado é investigação, transparência e responsabilidade. O silêncio, nesse caso, é outro soco na liberdade de expressão e liberdade de imprensa e isso diz muito sobre o presidente e vereadores.

A gestão do prefeito Preto parece ter feito uma escolha clara: virar as costas para a educação, silenciar sobre escândalos e brincar de gestor enquanto professores acumulam prejuízos históricos. Em meio às denúncias da chamada máfia do Fundeb, a prefeitura adota o silêncio como política oficial. Quando o assunto é direito de servidor, a resposta é negação. Quando se trata de festa, o cofre público se abre sem pudor. R$ 1 milhão para um show de Léo Santana.

A incorporação do reajuste dos professores não é favor nem benefício extra. É um direito que vem sendo negado desde o reajuste nacional concedido no governo Jair Bolsonaro. À época, o então prefeito Carlinhos Barros, assessorado por pessoas que conheciam bem o impacto da decisão, escolheu pagar o reajuste como gratificação e não como salário base.

O efeito dessa manobra é cruel e permanente. Professores perderam reflexos em férias, décimo terceiro e progressões. O dano maior aparece no futuro, com aposentadorias menores e pensões reduzidas. A injustiça não atinge apenas quem está na ativa. Atinge também aposentados e pensionistas que hoje pagam a conta de decisões administrativas irresponsáveis.

O mais grave é que a atual gestão não apenas herdou o problema como decidiu mantê-lo. O prefeito Preto não apresenta solução, não abre diálogo e não demonstra qualquer interesse em corrigir o erro. A omissão virou método. E omissão também é decisão política.

Enquanto professores lutam para sobreviver com salários desvalorizados, a prefeitura anuncia gastos milionários com eventos. Fica a pergunta inevitável. Como pode não haver dinheiro para corrigir um direito básico da educação, mas haver R$ 1 milhão para um único show?

A contradição é ofensiva. Expõe uma gestão mais preocupada com palco, luz e aplausos do que com salário, aposentadoria e dignidade. O recado aos educadores é claro. Eles não são prioridade.

O silêncio sobre o Fundeb, a recusa em incorporar o reajuste e o desprezo pelos aposentados revelam um governo que prefere festa ao compromisso com a educação. Em Vargem Grande, quem ensina paga a conta, enquanto quem governa distribui ingresso.

O procurador-geral de Justiça, Danilo Castro, determinou às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa a instauração de procedimento administrativo para apurar o não pagamento de emendas dos vereadores de São Luís destinadas à área da saúde. Na manhã desta quinta-feira (05), ele recebeu um grupo de vereadores que cobram da Prefeitura de São Luís o repasse de R$ 12 milhões que eles destinaram para o Hospital do Câncer Aldenora Bello implantar uma ala pediátrica com 90 leitos.

“Viemos pedir o acompanhamento do Ministério Público para garantir que as emendas destinadas a serviços de saúde tão urgentes e necessários sejam liberadas e a população não seja prejudicada pelo atraso do repasse dos recursos pela Prefeitura de São Luís. É urgente a liberação de R$ 12 milhões que vão possibilitar ao Aldenora Bello ampliar a assistência a crianças com câncer. É uma obra que não pode esperar”, declarou o vereador Raimundo Penha ao justificar ao procurador-geral de Justiça o motivo da Representação feita ao Ministério Público.

A vereadora Flávia Berthier acrescentou que a Câmara recorreu ao Ministério Público porque não conseguiu dialogar com a Prefeitura de São Luís e fazer com que os recursos fossem repassados ao Aldenora Bello. “A direção do hospital buscou nossa ajuda para poder atender mais e com mais qualidade crianças que estão com câncer. É uma causa nobre e emergencial, é um tratamento que não pode esperar”, enfatizou ela.

Acompanhado dos promotores de Justiça Ednarg Marques, secretário para Assuntos Institucionais, e Reginaldo Carvalho, secretário de Investigação, o procurador-geral ouviu os vereadores e informou ao grupo que encaminhou a Representação às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa para que adotem as medidas cabíveis, como proceder a análise técnica necessária e requerer explicações da Prefeitura de São Luís para o não pagamento das emendas parlamentares.

“O Ministério Público está sempre de portas abertas para a população de São Luís e, consequentemente, a quem a representa. O pagamento das emendas impositivas é um direito constitucional do parlamento, e se as instituições a que se destinam estão devidamente habilitadas elas têm que receber os recursos. Reconhecemos a urgência que essa questão requer e determinamos prioridade absoluta no encaminhamento dessa Representação e das medidas cabíveis, para que cheguemos a uma solução o mais breve possível”, afirmou o procurador Danilo Castro.

Para garantir a implantação da ala pediátrica do Hospital Aldenora Bello são necessários R$ 20 milhões. Desses, R$ 12 milhões foram indicados pelos vereadores em emendas ao orçamento de 2025, isto é, estão assegurados há meses, mas ainda não foram liberados pela Prefeitura de São Luís, prejudicando crianças com câncer. Eles se comprometeram a destinar mais R$ 8 milhões neste ano.

Com a implantação da ala pediátrica, a capacidade do Hospital será ampliada em mais 100 leitos. O total de leitos para tratamento de crianças com câncer aumentará dos atuais 23 para 90 leitos, e haverá capacidade para instalar 32 novos leitos adultos. Se os recursos forem logo repassados ao hospital, a previsão é que o projeto seja concluído até o final de 2026.

Estiveram presentes à reunião com o procurador os vereadores Raimundo Penha, Flávia Berthier, Octávio Soeiro, Nato Júnior, Concita Pinto, Marquinhos, Professora Magnólia, Clara Gomes, Marlon Botão, Marcos Castro, Anderson Borges, Beto Castro, Daniel Oliveira, Edson Gaguinho, Raimundo Júnior e Rommeo Amin. Também assinam o documento os vereadores Andrey Monteiro, Antônio Garcez, Astro de Ogum, André Campos, Fábio Filho, Marcelo Poeta, Thay Evangelista, Thyago Freitas e Wendell Martins.

cobrará da Prefeitura de São Luís a liberação de recursos para Hospital Aldenora Bello*

O procurador-geral de Justiça, Danilo Castro, determinou às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa a instauração de procedimento administrativo para apurar o não pagamento de emendas dos vereadores de São Luís destinadas à área da saúde. Na manhã desta quinta-feira (05), ele recebeu um grupo de vereadores que cobram da Prefeitura de São Luís o repasse de R$ 12 milhões que eles destinaram para o Hospital do Câncer Aldenora Bello implantar uma ala pediátrica com 90 leitos.

“Viemos pedir o acompanhamento do Ministério Público para garantir que as emendas destinadas a serviços de saúde tão urgentes e necessários sejam liberadas e a população não seja prejudicada pelo atraso do repasse dos recursos pela Prefeitura de São Luís. É urgente a liberação de R$ 12 milhões que vão possibilitar ao Aldenora Bello ampliar a assistência a crianças com câncer. É uma obra que não pode esperar”, declarou o vereador Raimundo Penha ao justificar ao procurador-geral de Justiça o motivo da Representação feita ao Ministério Público.

A vereadora Flávia Berthier acrescentou que a Câmara recorreu ao Ministério Público porque não conseguiu dialogar com a Prefeitura de São Luís e fazer com que os recursos fossem repassados ao Aldenora Bello. “A direção do hospital buscou nossa ajuda para poder atender mais e com mais qualidade crianças que estão com câncer. É uma causa nobre e emergencial, é um tratamento que não pode esperar”, enfatizou ela.

Acompanhado dos promotores de Justiça Ednarg Marques, secretário para Assuntos Institucionais, e Reginaldo Carvalho, secretário de Investigação, o procurador-geral ouviu os vereadores e informou ao grupo que encaminhou a Representação às Promotorias de Saúde e de Probidade Administrativa para que adotem as medidas cabíveis, como proceder a análise técnica necessária e requerer explicações da Prefeitura de São Luís para o não pagamento das emendas parlamentares.

“O Ministério Público está sempre de portas abertas para a população de São Luís e, consequentemente, a quem a representa. O pagamento das emendas impositivas é um direito constitucional do parlamento, e se as instituições a que se destinam estão devidamente habilitadas elas têm que receber os recursos. Reconhecemos a urgência que essa questão requer e determinamos prioridade absoluta no encaminhamento dessa Representação e das medidas cabíveis, para que cheguemos a uma solução o mais breve possível”, afirmou o procurador Danilo Castro.

Para garantir a implantação da ala pediátrica do Hospital Aldenora Bello são necessários R$ 20 milhões. Desses, R$ 12 milhões foram indicados pelos vereadores em emendas ao orçamento de 2025, isto é, estão assegurados há meses, mas ainda não foram liberados pela Prefeitura de São Luís, prejudicando crianças com câncer. Eles se comprometeram a destinar mais R$ 8 milhões neste ano.

Com a implantação da ala pediátrica, a capacidade do Hospital será ampliada em mais 100 leitos. O total de leitos para tratamento de crianças com câncer aumentará dos atuais 23 para 90 leitos, e haverá capacidade para instalar 32 novos leitos adultos. Se os recursos forem logo repassados ao hospital, a previsão é que o projeto seja concluído até o final de 2026.

Estiveram presentes à reunião com o procurador os vereadores Raimundo Penha, Flávia Berthier, Octávio Soeiro, Nato Júnior, Concita Pinto, Marquinhos, Professora Magnólia, Clara Gomes, Marlon Botão, Marcos Castro, Anderson Borges, Beto Castro, Daniel Oliveira, Edson Gaguinho, Raimundo Júnior e Rommeo Amin. Também assinam o documento os vereadores Andrey Monteiro, Antônio Garcez, Astro de Ogum, André Campos, Fábio Filho, Marcelo Poeta, Thay Evangelista, Thyago Freitas e Wendell Martins.

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