
A prefeita de São Luís, Esmênia Miranda, terá pela frente o desafio de administrar uma situação financeira delicada herdada da gestão do ex-prefeito Eduardo Braide.
Apesar de Braide ter afirmado publicamente que deixou mais de R$ 2,3 bilhões nos cofres municipais, empresários e prestadores de serviços relatam um cenário bem diferente nos bastidores da administração pública.
Segundo apurou o Blog do Gilberto Léda com fornecedores da Prefeitura, a gestão anterior teria deixado mais de R$ 1 bilhão em dívidas relacionadas a contratos de prestação de serviços ao Município. Eles demonstram preocupação com o risco de fechamento das atividades e demissões em massa.
O clima entre empresários é descrito como de apreensão e insegurança financeira. Muitos alegam dificuldades para honrar compromissos trabalhistas, tributários e operacionais devido à falta de repasses da administração municipal.
Há relatos de fornecedores que já reduziram equipes e interromperam investimentos enquanto aguardam uma definição sobre os pagamentos pendentes. Nos bastidores, eles têm dito esperar que a “sensibilidade feminina” e Esmênia seja o suficiente para resolver a questão.
A prefeita Maura Jorge está na Região Tocantina ao lado dos pré-candidatos Rui Jorge (@ruijorge_neto), a deputado estadual, e Larissa DP (@larissacostadp), pré-candidata a deputada federal, sendo recebida com grande carinho e calorosa receptividade pela população.
Com uma trajetória política consolidada e marcada pela forte ligação com o povo maranhense, Maura Jorge segue sendo uma das lideranças mais queridas do estado, especialmente no Sul do Maranhão, onde seu nome continua sendo lembrado com reconhecimento, respeito e carinho desde o período em que foi deputada estadual e candidata a governadora do Maranhão.
“Confesso que fico muito feliz e grata em perceber que tantas pessoas ainda guardam o nome Maura Jorge com carinho no coração. Isso não tem preço”, destacou.
Durante a visita, Maura Jorge também agradeceu às lideranças @vereadoreltindopovo, @ediltonmuora, @leiladobeija e @j2O_24n_jn pela recepção e acolhida, além do carinho demonstrado pela população de Davinópolis.
A presença de Maura Jorge ao lado de Rui Jorge e Larissa DP reforça a boa receptividade e o fortalecimento político do grupo no Sul do Maranhão, especialmente na Região Tocantina, uma das regiões mais importantes do estado.
Mesmo em situação de “incompatibilidade” para exercer a profissão, Daniel Silveira está advogando em quase 30 processos. Além de contrariar o Estatuto da OAB, conduta caracteriza uma infração, já que tal legislação impede que profissionais nessa situação exerçam a advocacia.
O secretário de Administração de Codó, Daniel Luís Silveira, está envolvido em mais de 60 processos judiciais utilizando um registro que, segundo legislação, deveria estar temporariamente suspenso pela OAB. De acordo com as informações, o auxiliar do prefeito Chiquinho FC aparece como advogado em diversas ações em andamento tanto no primeiro quanto no segundo grau da justiça, abrangendo algumas contendas que envolvem a Equatorial e a Prefeitura de Vargem Grande, onde também estaria envolvido com a “Máfia do Fundeb”, escândalo que iremos revelar nas próximas matéria.
Além disso, em consulta ao sistema PJe, verificou-se que Silveira também aparece atuando em causa própria em alguns dos litígios. Um exemplo disso é a Apelação Civil n.º 0001431-52.2012.8.10.0048, que litiga com Antônio Haroldo Macedo Lima.
Na ação, o autor afirma ter contratado Silveira para a prestação de serviços advocatícios na negociação de dívida com o Banco do Brasil S/A, repassando ao profissional o montante de R$ 95 mil como honorários. Contudo, alega que os serviços contratados não foram executados pelo demandado, uma vez que ele mesmo teria conduzido a negociação da dívida diretamente com a instituição financeira. O processo tramita em grau de recurso no TJMA.
Uma a ação por danos morais movida pela vereadora de Vargem Grande, Monamara Reis, esposa de Daniel Silveira, contra a empresa Equatorial, é outro exemplo. O processo, que tramita sob o número 0801391-74.2025.8.10.0050, tramita na Comarca de Paço do Lumiar, provavelmente onde o casal possui algum imóvel. A distribuição ocorreu em 14 de maio do ano passado, e os autos indicam o secretário codoense como advogado da autora, conforme documento em anexo.

O exercício da advocacia é incompatível com o cargo público, conforme o Inciso III do Art. 28 da Lei 8.906/1994 (Estatuto da OAB). Isso impede que pessoas nessas posições possam advogar, nem mesmo em causa própria.
A norma determina que, quando um advogado é “incompatibilizado”, ele não pode atuar na advocacia, e seus casos são encaminhados para outro profissional. Apensar disso, o secretário codoense segue com cadastro ‘ativo’ e ‘regular’ figurando com defensor dos processos em tramitação.
O Estatuto da OAB também impede que advogados que ocupam cargos de direção ou chefia na administração pública direta ou indireta integrem sociedade individual de advocacia, devido à incompatibilidade.
Daniel Silveira integra os quadros da Daniel Luís Silveira – Sociedade Individual de Advocacia, porém não se afastou, mesmo após assumir o cargo de secretário em janeiro de 2025. Ele possui inscrição na OAB de Santa Catarina com o número principal 23430 e registro suplementar 8366-A na OAB do Maranhão
Investigações apontam que Henrique Vorcaro teria ocultado mais de R$ 2 bilhões em contas ligadas a ele
Henrique Vorcaro, pai de do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro foi preso nesta quinta-feira (14) em nova fase da operação Compliance Zero.
Investigações apontam que Henrique Vorcaro teria ocultado mais de R$ 2 bilhões em contas ligadas a ele, movimentadas através da gestora Reag, que teria vínculos com o esquema de desvio do Banco Master.
Policiais federais cumprem os mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e de bloqueio de bens.
A Compliance Zero investiga um complexo esquema de fraudes no sistema financeiro nacional, com foco inicial em transações irregulares envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). Estão sendo investigados os crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou nesta quarta-feira (13) das celebrações em homenagem a Nossa Senhora de Fátima, padroeira de milhares de fiéis em todo o país. Acompanhado da esposa, Fernanda Heluy, ele esteve presente na capela da padroeira no bairro Alto do Calhau, que pertence à Paróquia São Maximiliano Kolbe, em São Luís, onde participou da missa que marcou um dos momentos mais importantes do festejo religioso.
Demonstrando apoio e respeito à tradição católica, Orleans participou da celebração ao lado de dezenas de fiéis e representantes da paróquia, reforçando sua proximidade com manifestações de fé que fazem parte da cultura religiosa do Maranhão.

Após a missa, Orleans Brandão e sua esposa participaram de um almoço oferecido pelos coordenadores da paróquia e Anderson Borges, atual presidente da
Agência Executiva Metropolitana do Maranhão (Agem). O momento de confraternização e diálogo com membros da comunidade religiosa também simbolizou o reconhecimento à importância social e espiritual desempenhada pela Igreja junto às famílias da região.

Na ocasião, Orleans Brandão destacou a relevância da tradição mantida há décadas pela comunidade paroquial.
A tradicional festa em homenagem a Nossa Senhora de Fátima, na paróquia do Alto do Calhau, reúne anualmente centenas de devotos em uma programação que inclui missas, novenas, momentos de oração e atividades de confraternização.

Uma situação absurda e que revoltou moradores de Rosário ganhou grande repercussão nas últimas horas. O prefeito Jonas Magno (PDT) aparece no Portal da Transparência recebendo não apenas o salário de prefeito, mas também como secretário adjunto do Meio Ambiente da própria gestão.
Enquanto recebe mais de R$ 11 mil como prefeito, Jonas Magno também estaria embolsando cerca de R$ 3,6 mil como secretário adjunto, totalizando mais de R$ 14 mil mensais pagos com dinheiro público.
Segundo denúncias, a secretaria passou meses sem um adjunto oficial, porque o próprio prefeito ocupava o cargo silenciosamente dentro da estrutura da Prefeitura. Um verdadeiro escárnio administrativo.
A denúncia foi exposta no programa “Alô Bacurau”, do apresentador Carlos Afonso, que também revelou possíveis pagamentos em duplicidade em outras secretarias. Funcionários afirmam que valores registrados no Portal da Transparência sequer teriam chegado às mãos deles.
ALÔ POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO, TRIBUNAL DE CONTAS E ÓRGÃOS DE CONTROLE!
Ajude o Blog do Sidnei Costa
Faça um Pix de qualquer valor e contribua para manter nosso trabalho. Clique no botão abaixo para copiar a chave Pix.
Chave Pix: 72412763372 Chave Pix copiada com sucesso!

