Cantor baiano animou foliões em show na orla neste domingo, (18)

Mais de 500 mil foliões lotaram a Avenida Litorânea, em São Luís (MA), no circuito Vem Pro Mar, neste domingo, 18, primeiro dia da temporada de festas do pré-Carnaval do Estado. O momento de maior concentração de público foi a apresentação de Bell Marques, que incendiou a animação dos presentes.
“Vou sair dessa festa como um verdadeiro outdoor do Maranhão, desse Carnaval. Vou falar para os quatro cantos do mundo que um Carnaval igual a esse não lembro de ter visto. O Maranhão merece isso tudo”, celebrou.
A passagem do baiano pela orla impactou não só os foliões como também a economia da festa. Vendedores ambulantes, trabalhadores informais e pequenos comerciantes ocuparam áreas estratégicas desde cedo, beneficiados pelo fluxo contínuo ao longo de toda a tarde e noite.
De bandana, em homenagem ao convidado, o governador Carlos Brandão destacou o peso simbólico da ocasião: “Estamos fazendo um carnaval para ficar na história. Estamos fortalecendo o carnaval do Maranhão, com organização, segurança e valorização da nossa cultura”.
Por Nara Boechat/ Da VEJA
A oposição de Tuntum já começa a se articular visando as eleições municipais de 2028 e trabalha para fortalecer o nome do jovem médico Dr. Alexandre como pré-candidato a prefeito. Ele conta com o aval do pai, Dr. Tema, principal liderança da oposição no município, além do apoio de todo o grupo oposicionista.
O projeto também recebe respaldo dos vereadores Alan Noleto, Fabrício Coelho e Lobão, que atualmente formam a base de oposição ao prefeito Fernando Pessoa. Outro apoio considerado estratégico vem da deputada Abigail Cunha, que possui forte influência política na região e já residiu em Tuntum, sendo favorável à candidatura de Dr. Alexandre em 2028.
No momento, o nome mais cotado para compor a chapa como vice-prefeito é o do vereador Alan Noleto, que avalia a indicação de sua esposa, a ex-vereadora Arteniza, para ocupar a vaga de vice.


Decisão é do ministro Nunes Marques, do STF (Foto: Andressa Anholete/STF)
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu neste domingo (18), prazo de cinco dias para que a Prefeitura de São Luís, informe sobre o cumprimento da decisão que determinou a compensação do montante de R$ 1.594.227,11, utilizado dos subsídios tarifários devidos às empresas, para custear o transporte por aplicativo durante a greve dos rodoviários. Eis a íntegra da decisão (PDF – 100 KB)
A medida vem após um questionamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que apontou possível descumprimento de uma decisão liminar do próprio STF que suspendeu trecho de uma lei municipal que permitia compensações automáticas de custos com transporte por aplicativos.
Segundo o blog do Isaías Rocha apurou, o prefeito Eduardo Braide (PSD), foi notificado da decisão nesta segunda-feira, 19. No despacho, o relator informou os termos da decisão proferida nos autos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1284, para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento, cujo prazo encerra na próxima sexta-feira, 23. Eis a íntegra o despacho (PDF – 184 KB)
ADPF 1284

As declarações do deputado federal Rubens Pereira Jr., dadas na última quinta-feira (15) durante participação no podcast do ex-deputado Rogério Cafeteira, trouxeram novamente à cena política maranhense o debate sobre seu real posicionamento no atual tabuleiro estadual. Após manifestações públicas de distanciamento do governo Carlos Brandão, o parlamentar passou a se apresentar — ao lado do pai, Rubens Pereira, o Rubão — como politicamente independente.
A leitura dos fatos, contudo, aponta menos para uma ruptura e mais para uma estratégia individual de posicionamento, centrada no próprio deputado.
Rubens Pereira Jr. ocupa um espaço de destaque na política nacional e estadual. Vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores.
Não houve, até aqui, afastamento formal de espaços institucionais, entrega de cargos vinculados ao seu grupo político ou declaração objetiva de oposição ao governo estadual. A independência defendida por Rubens se manifesta em declarações recentes.
A atuação de Rubens Pereira, o Rubão, reforça essa leitura. Mesmo fora da Secap, Rubão manteve interlocução com o governo Brandão. A oferta de pastas como Educação e Secid, embora não aceita de imediato, demonstra que o diálogo permanece ativo.
Enquanto o pai mantém postura institucional, Rubens Pereira Jr. atua de forma mais expansiva. Faz um jogo triplo que ele chama de independência. Toma café da manhã com Felipe Camarão, almoça com os Braide e janta com os Brandão. Interessado, sempre, no seu futuro político.
Esse movimento dissimulado tem sido visto como um movimento calculado: preservar espaço em qualquer cenário futuro, especialmente diante das indefinições que ainda cercam a sucessão estadual.
Enquanto Rubens Jr se declara independente, o Partido dos Trabalhadores segue sendo governo Brandão.
O Maranhão vive um dos momentos mais vibrantes de sua cultura popular com a realização do que está sendo considerado o maior pré-carnaval do país que começou neste domingo, 17, com cerca de 500 mil pessoas na Avenida litorânea em São Luís. Sob a coordenação do Secretário Estadual de Cultura, Yuri Arruda, e do secretário adjunto Abimael, o evento tem reunido milhares de foliões, artistas e brincantes, transformando as ruas em um grande palco de celebração da identidade maranhense.
A programação diversificada valoriza as manifestações culturais locais, como blocos tradicionais, bandas, trios elétricos e grupos populares, além de atrações nacionais que fortalecem o intercâmbio cultural e impulsionam o turismo no estado.
O pré-carnaval também se destaca pela organização, segurança e estrutura oferecida ao público, garantindo uma festa democrática e acessível para todas as idades.
De acordo com a secretaria de estado da cultura, o evento vai além da folia: movimenta a economia criativa, gera emprego e renda para trabalhadores da cultura, ambulantes e setores ligados ao turismo e serviços. Hotéis, bares, restaurantes e comerciantes comemoram o aumento significativo no fluxo de visitantes durante o período.
Para o secretário-adjunto Abimael Barreto, o sucesso do pré-carnaval reafirma o compromisso do governo do Maranhão com a valorização da cultura popular. “Estamos fortalecendo nossas tradições, dando visibilidade aos artistas locais e mostrando ao Brasil a força cultural do nosso estado”, destacou.
O secretário Yuri Arruda também ressaltou a importância do planejamento e da integração entre os órgãos públicos. “Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, que envolve cultura, segurança, turismo e infraestrutura, sempre pensando no bem-estar da população”, afirmou.
Com recorde de público e grande repercussão, o pré-carnaval do Maranhão consolida-se como um dos maiores e mais importantes do calendário cultural brasileiro, reforçando o estado como referência nacional quando o assunto é festa, tradição e identidade cultural.
Ministro se vê isolado após decisões contestadas e suspeita de conflito de interesses envolvendo o escândalo do banco de Daniel Vorcaro
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), cresce a avaliação de que o ministro Dias Toffoli não deve permanecer como relator do chamado Caso Master, investigação que envolve o escândalo do ex-banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro. A percepção predominante em Brasília é a de que a condução do processo pelo ministro se tornou politicamente e juridicamente insustentável diante de episódios recentes, informa Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Dois fatores principais impulsionam esse consenso. O primeiro diz respeito a uma sequência de decisões classificadas como heterodoxas tomadas por Toffoli ao longo de cerca de 50 dias à frente do caso. Parte dessas deliberações acabou sendo revista pelo próprio ministro, diante das críticas ao que foi descrito como excesso ou exotismo jurídico.
De acordo com relatos de bastidores, não há ministros do STF dispostos a defender a permanência de Toffoli como relator do caso. Diante desse cenário, passaram a ser discutidas alternativas para sua substituição. A hipótese considerada mais provável é a de que o próprio ministro solicite afastamento, alegando problemas de saúde, solução que dependeria de negociação direta e da concordância de Toffoli.
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