Rodrigo Lago: mais um discurso carregado de mágoas

Rodrigo Lago – Assembleia Legislativa do Maranháo

A cada intervenção na tribuna, o deputado Rodrigo Lago reforça uma marca de seu discurso: fala carregada de mágoas pessoais e ressentimentos políticos.

Longe da coerência política e da crítica técnica, o parlamentar tem preferido apostar em ataques de caráter pessoal, com retóricas cheias de ironias e carregado de exageros, que soam mais como desabafos apaixonados do que como fiscalização séria da gestão estadual.

Exemplo claro foi o pronunciamento recente em que acusou o governador Carlos Brandão de comandar o que chamou de “governo do luxo”.

Em tom inflamado, e para sustentar a denúncia vazia, Lago fez questão de repetir a palavra “luxo” dezenas de vezes, transformando qualquer gasto administrativo — de residências oficiais a deslocamentos de avião — em supostos símbolos de ostentação. Quando foi secretário da Transparência do Governo Dino, não foi capaz de ter a mesma interpretação para os gastos de seu tutor.

No mesmo discurso, o deputado chegou a se contradizer em valores, alternando valores de gastos para a mesma denúncia. Uma hora R$ 40 milhões, outra R$ 36 milhões para o mesmo objeto do choro. Mais do que isso: apelou para comparações distorcidas, como a de que o custo de uma viagem oficial seria o motivo da falta de colchões em hospitais, mostrando desprendimento com o aprendeu na Universidade, pós-graduações e na vida pública, quando fez passagem pelo Executivo. Ignorou regras básicas de separação orçamentária.

O que mais chamou atenção foi a amargura e o teatro protagonizado por Lago.

Pesquisa da Econométrica, divulgada pela TV Mirante e pelo Portal Imirante, mostra que não há mais diferença entre os dois primeiros colocados na corrida pelo Palácio dos Leões 2026.

Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luís, que em consultas anteriores do mesmo instituto chegou a ter 3 vezes mais intenções de voto do que Orleans Brandão (MDB), secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, viu essa diferença derreter: hoje os dois estão tecnicamente empatados. O prefeito ludovicense em declínio e o secretário do municipalismo estadual em ascensão.

Hoje, de Braide para Orleans, 1,7% de diferença. A amostra admite oscilação de até 2,7 pontos percentuais, o que significa dizer que, na prática, não se pode afirmar com precisão qual dos dois está na dianteira. O dado mais significativo é que, da primeira rodada (dezembro de 2024) e a mais recente (agosto de 2025), enquanto Braíde oscilou de 30,4% para 31,3%, Orleans escalou de 11,9% para 29,6%, saindo do último dentre os 4 postulantes para empate técnico em primeiro.

No mesmo período, Lahésio Bonfim (Novo) oscilou para baixo, de 21,8% para 19,2%, enquanto Felipe Camarão (PT), que tinha 15,6%, despencou para 10,7%.

A Econométrica ouviu 1.305 pessoas em todo o Maranhão, entre 11 e 15 deste mês.

ação deflagrada nesta terça-feira, 19, pela Polícia Federal no Maranhão cumpriu 45 mandados de busca e apreensão contra investigados suspeitos de desvio de mais de R$ 50 milhões de recursos do FUNDEB.

Ministério Público do Maranhão (MPMA)

Os mandados foram cumpridos em face de pessoas físicas e jurídicas e servidores públicos. Além de Caxias, os alvos foram alcançados nas cidades de São Luís, São José do Ribamar, Buriti Bravo, Presidente Dutra, Joselândia, no Maranhão, e em Teresina, no Piauí.

A ação faz parte da Operação LEI DO RETORNO, que visa o desmantelamento de organização criminosa responsável por desviar recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), entre os anos de 2021 e 2025, através de procedimentos fraudulentos em licitações municipais

Ministério Público do Maranhão (MPMA)

Durante as investigações a Polícia Federal identificou que parte dos valores contratados com recursos do FUNDEB eram retornados/devolvidos para os servidores públicos envolvidos nas fraudes. O núcleo investigado atuou na manipulação de procedimentos licitatórios, desvio de recursos públicos provenientes do FUNDEB e apropriação de parte dos valores desviados pelos servidores públicos envolvidos no esquema criminoso.

Os crimes apurados incluem, dentre outros, a formação de organização criminosa, Corrupção ativa e/ou passiva, Peculato, Fraudes em licitações e Lavagem de dinheiro, cujas penas, se somadas, podem chegar até 52 anos de prisão.

As investigações seguem em andamento.

 

Blog do Gilberto Léda 

Imprensa quatrocentona paulista expôs uma teia política do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino (STF)
Capa do Jornal expõs a teia de Dino

Uma reportagem investigativa do jornal O Estado de São Paulo, na edição desta segunda-feira (18), revelou o que boa parte da imprensa maranhense já divulgava sobre as decisões claramente com conotação política do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino (STF). A matéria aponta claramente, num infográfico, como Dino usa seu posto no STF para influenciar a política no Maranhão e fortalecer seus aliados na disputa pelo Governo do Estado. Veja abaixo!

A armação de Flávio Dino, segundo o jornal paulista, envolve ex-aliados, adversários, socialistas, comunistas, dinistas, brandonistas e até sarneysistas. Isso sem contar membros da imprensa maranhense, que estariam na mira de decisões do STF.

Ainda de acordo com a matéria, um dos episódios mais claros ocorreu em fevereiro deste ano, quando Dino suspendeu a indicação de um conselheiro para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), feita pelo governador Carlos Brandão (PSB). Relator de ações que questionam o processo de escolha, o ministro considerou incompatível a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa e travou a nomeação. A decisão acabou favorecendo setores alinhados ao seu grupo político.

A matéria investigativa aponta que a rede de alianças e rivalidades em torno de Dino vai além de seus correligionários históricos. A reportagem mostra dá destaque, ao deputado Othelino Neto (Solidariedade), aliado próximo de Dino e ex-presidente da Assembleia, cuja esposa, a senadora Ana Paula Lobato, era suplente de Dino e assumiu recentemente o comando estadual do PSB, antes controlado por Brandão. Informações apontam que uma força suprema teria virado a cabeça do presidente da sigla, João Campos, para tomar o partido do governador do Maranhão.

Ainda segundo o jornal, a tensão aumentou na maisd recente decisão, Flávio Dino determinou à Polícia Federal, a abertura de uma investigação sobre supostas denúncias de de compra e venda de vagas no TCE-MA.

O governador Carlos Brandão e seu grupo reagiram às movimentações, acusando claramente Flávio Dino de ultrapassar os limites de sua função na Suprema Corte, ao manter víunculos políticos e o mais grave: decidir em favor de causa de seus aliados.

EM TEMPO: a reportagem do Estadão aponta que, da cadeira da Suprema Corte, Dino continu influenciando os rumos da política maranhense e a sucessão de 2026;

E MAIS: que Dino contiunou sua posição como peça central nos embates políticos locais, mesmo após sua assunção de ministro da Suprema Corte; 

PRA FECHAR: entre estas ações escancaradas pela reportagem de O Estado de São Paulo, e já amplamente divulgada pela imprensa local, o jornal se ateve apenas às ações que já aconteceram.

FUI: o jornal apontou o deputado Márcio Jerry (PC do B), como aliado e ex-correliginário de Dino. Mas como se ateve a apenas fatos concretos, ainda há um outro caso em que Jerry teria exposto uma tentativa de golpe para afastar o governador Carlos Brandão. 

 

Blog Observatório da blosgosfeira 

Ficheiro:PCdoB flag.svg – Wikipédia, a enciclopédia livre

A tática de pedir auxilio no Judiciário sempre que obtém derrotas na política deu errado mais uma vez.

Desta vez, o STF confirmou confirmou a legalidade da Resolução Legislativa nº 1.161/2023, da Alema. A resolução alterou critérios na formação de blocos parlamentares e seleção de líderes.

A ADI, proposta pelo PCdoB, argumentava que a norma infringia o funcionamento parlamentar e a autonomia dos partidos.

O STF confirmou que isso era só choro de derrotado.

O relator, ministro Edson Fachin, em outras palavras, disse que essas questões tem que ser resolvida dentro do parlamento, na arena da política.

Fachin enfatizou que a Lei 9.096/1995, também conhecida como Lei dos Partidos Políticos, confere aos estatutos de partidos e aos regimentos internos a tarefa de regular a organização interna e a atuação das bancadas.

O que observamos até aqui é que os juristas comunistas do Brasil querem ganhar as batalhas políticas na justiça.

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Um mistério paira na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Tem um deputado estadual que tem cruzado os ares do Brasil com passagens custeadas com verba de gabinete.

Agora a dúvida que fica é: se ele não produz nada no Maranhão, qual produção legislativa têm justificado em Brasília e outros lugares do Brasil?

Em suas intervenções parece sempre estar nas nuvens.

Vou mandar um conselho: explica para o seu eleitor o motivo de tantas milhas…

A próxima postagem é para destrinchar esse caso sério

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