Moraes avalia mandar Bolsonaro para a “Papudinha”

Ministro do STF pode decidir que Bolsonaro cumpra pena em regime fechado no Batalhão da PM em BrasíliaEx-presidente Jair Bolsonaro comparece ao julgamento no Supremo Tribunal do Brasil sobre alegada tentativa de golpe perante o ministro do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes, em Brasília - 10/06/2025

Após visita às instalações do Complexo Penitenciário da Papuda, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes teria decidido o local onde pretende que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra eventual pena. De acordo com a coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, Moraes deve encaminhar o ex-mandatário para a carceragem do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”

O local já foi utilizado em 2023 para a prisão preventiva do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que permaneceu detido por quatro meses sob ordem de Moraes no inquérito que investiga a tentativa de golpe de 8 de janeiro. O ex-mandatário ofi condenado a uma pena de 27 anos e três meses de prisão por tramar um golpe de Estado.

Chefe de gabinete inspecionou áreas da Papuda

Antes da definição, Moraes enviou sua chefe de gabinete para vistoriar as dependências do complexo penitenciário. A visita teria ocorrido dias antes de a Primeira Turma do STF julgar os embargos de declaração apresentados pela defesa de Bolsonaro. A inspeção incluiu três setores diferentes da Papuda: a Papudinha, o bloco de segurança máxima — onde ficaram detidos nomes conhecidos — e uma terceira área que também poderia abrigar o ex-mandatário, dependendo das condições estabelecidas pela Corte.

Expectativa de prisão curta e retorno ao regime domiciliar

Fontes próximas a Bolsonaro afirmam que, caso o STF determine o cumprimento de pena, a tendência é que Moraes mantenha o ex-mandatário apenas por algumas semanas na Papudinha. Em seguida, o magistrado poderia restabelecer o regime de prisão domiciliar, como já ocorreu anteriormente. Atualmente, Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar e cumpre medidas restritivas em sua residência, em Brasília.

O Governo do Estado segue entregando obras e serviços e ampliando os investimentos em todos os municípios maranhenses. Na quinta-feira (06), o prefeito Jonas Magno e a população de Rosário receberam o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, em mais uma agenda de trabalho que garantiu benefícios nas áreas de infraestrutura, educação, produção agrícola e geração de emprego e renda.

“Voltamos a Rosário para entregar mais obras, como temos feito em todos os municípios do Maranhão, porque as obras precisam sair do papel para melhorar de verdade a vida das pessoas. E é só o começo. Ainda há muita coisa boa para acontecer nessa sólida parceria do Governo do Estado com a gestão do prefeito Jonas Magno”, afirmou Orleans Brandão.

Na agenda de trabalho em Rosário, o secretário de Assuntos Municipalistas entregou a ampla reforma do Centro de Ensino Luiza Sousa Gomes, os cartões do Programa Tempo de Semear que vão garantir R$ 2.000,00 a 42 agricultores familiares, além dos carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda, que melhoram as condições de trabalho de pequenos produtores.

Também foram autorizadas as obras de implantação do Sistema Simplificado de Abastecimento de Água no Quilombo Boa Vista, da Estação Tech, e a pavimentação asfáltica de 10 km de ruas do município. Orleans Brandão e o prefeito Jonas Magno também visitaram a área onde deverá ser implantada uma fábrica têxtil, com previsão de gerar 200 vagas de emprego diretas.

“Governo que tem trabalho merece ser reconhecido. Precisamos estar unidos, trabalhando juntos para melhorar a vida das pessoas. E é dessa forma, em parceria com o Governo do Estado, que estamos realizando tantas obras em Rosário. A população está aqui também para reconhecer e agradecer”, finalizou o prefeito Jonas Magno.

Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa são acusados de cobrar R$ 1,6 milhão em troca de emendas

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (10) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.

O pedido de condenação está nas alegações finais do processo no qual os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE) são acusados de cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.

De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).

A denúncia será julgada pela Primeira Turma da Corte. A data do julgamento ainda não foi marcada.

A Agência Brasil entrou em contato com os gabinetes de Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil. O espaço está aberto para manifestação. A reportagem não conseguiu localizar Bosco Costa.

Durante a tramitação do processo,  Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o parlamentar se “mostram frágeis e desfundamentadas”.

Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco”.

A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em “hipóteses e conjecturas”.

Notícias vindas de Brasília dão conta de que, após ser admitido como amicus curiae nos processos que tratam do rito de escolha de conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), o PCdoB partiu para uma ofensiva específica.

A direção nacional da sigla protocolou uma reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a anulação da indicação de Daniel Brandão como conselheiro da Corte de Contas estadual.

Até agora, nenhum dos processos que tramitam na corte sobre o tema – e que têm o ex-comunista Flávio Dino, hoje ministro, como relator – trata diretamente do caso de Brandão, embora o próprio magistrado maranhense já tenha dado a entender que uma decisão sua no caso pode retroagir.

Não é isso, no entanto, o que mais chama atenção neste debate – até porque a petição do PCdoB não foi direcionada a Dino, mas Alexandre de Moraes, que relata um processo sobre nepotismo no governo Carlos Brandão (sem partido).

O ponto nevrálgico é (como não poderia deixar de ser quando se trata da esquerda) a incoerência, o duplo padrão dos comunistas.

Se não, vejamos: o PCdoB aponta, agora, supostas irregularidades na formalização da escolha de Daniel Brandão para o TCE. Diz o partido que houve, por exemplo, fraude em documentos e problemas com ideoneidade do conselheiro.

Isso o tornaria inapto a concorrer à vaga.

Mas, ora, o mesmo PCdoB aprovou a indicação do novo conselheiro, hoje presidente do TCE maranhense, dando-lhe quatro votos quando do processo de escolha pela Assembleia Legislativa.

E não apenas isso: após votação aberta e nominal, o presidente em exercício do Parlamento Estadual, deputado Rodrigo Lago, que é (vejam só!) do PCdoB, promulgou o Decreto Legislativo 003/2023, oficializando a indicação de Daniel Brandão para a vaga.

Das duas uma: ou o PCdoB participou de uma fraude, ou está apenas tentando criar embaraços a Daniel Brandão como forma de atingir seu tio, o governador Carlos Brandão, a quem o partido, hoje, faz oposição.

Não existe uma terceira opção…

 

Blog do Gilberto Léda 

Na noite do último sábado (08), o deputado estadual Wellington se reuniu com mais de 300 moradores de diversas comunidades da Região Metropolitana de São Luís, por meio do projeto “Ouvindo o Maranhão”, que integra o Gabinete Móvel Wellington do Curso. O encontro teve como objetivo discutir os problemas enfrentados pela população e buscar soluções concretas para questões que envolvem infraestrutura, segurança, saúde, educação e, principalmente, os limites territoriais entre os municípios de São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

Durante a reunião, realizada próximo ao Parque Vitória, Terra Livre e Canudos, o deputado destacou a importância do diálogo direto com os moradores e reforçou o compromisso de lutar pela garantia de direitos e pela correção das injustiças causadas pelas alterações territoriais.

“O nosso trabalho é feito lado a lado com o povo. Estar aqui, num sábado à noite, com centenas de moradores debatendo problemas reais, mostra que o projeto ‘Ouvindo o Maranhão’ cumpre seu papel: ouvir, acolher e lutar por soluções. A população dessas áreas foi esquecida pelo poder público, mas não desistiu de lutar. Estamos juntos para garantir justiça, respeito e a devolução dos direitos que lhes foram tirados”, afirmou o deputado Wellington.

As comunidades do Cohatrac, Parque Vitória, Araçagy, Terra Livre, Canudos, Világio, Alto do Turu, Jardim Turu e da APA do Itapiracó foram diretamente afetadas pela redefinição territorial promovida pelas Leis Estaduais nº 10.648, 10.649 e 10.650/2017. Segundo os relatos, as normas são inconstitucionais, pois foram aprovadas sem consulta pública, sem estudos técnicos de viabilidade e sem homologação do IBGE, em desacordo com o artigo 18, §4º, e o artigo 37 da Constituição Federal. Essa mudança causou insegurança jurídica e abandono administrativo, deixando milhares de moradores sem acesso adequado a serviços públicos essenciais.

Na noite do último sábado (08), o deputado estadual Wellington se reuniu com mais de 300 moradores de diversas comunidades da Região Metropolitana de São Luís, por meio do projeto “Ouvindo o Maranhão”, que integra o Gabinete Móvel Wellington do Curso. O encontro teve como objetivo discutir os problemas enfrentados pela população e buscar soluções concretas para questões que envolvem infraestrutura, segurança, saúde, educação e, principalmente, os limites territoriais entre os municípios de São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

Durante a reunião, realizada próximo ao Parque Vitória, Terra Livre e Canudos, o deputado destacou a importância do diálogo direto com os moradores e reforçou o compromisso de lutar pela garantia de direitos e pela correção das injustiças causadas pelas alterações territoriais.

“O nosso trabalho é feito lado a lado com o povo. Estar aqui, num sábado à noite, com centenas de moradores debatendo problemas reais, mostra que o projeto ‘Ouvindo o Maranhão’ cumpre seu papel: ouvir, acolher e lutar por soluções. A população dessas áreas foi esquecida pelo poder público, mas não desistiu de lutar. Estamos juntos para garantir justiça, respeito e a devolução dos direitos que lhes foram tirados”, afirmou o deputado Wellington.

As comunidades do Cohatrac, Parque Vitória, Araçagy, Terra Livre, Canudos, Világio, Alto do Turu, Jardim Turu e da APA do Itapiracó foram diretamente afetadas pela redefinição territorial promovida pelas Leis Estaduais nº 10.648, 10.649 e 10.650/2017. Segundo os relatos, as normas são inconstitucionais, pois foram aprovadas sem consulta pública, sem estudos técnicos de viabilidade e sem homologação do IBGE, em desacordo com o artigo 18, §4º, e o artigo 37 da Constituição Federal. Essa mudança causou insegurança jurídica e abandono administrativo, deixando milhares de moradores sem acesso adequado a serviços públicos essenciais.

Pix

O Pix consolidou-se como o meio de pagamento mais popular do Brasil, movimentando R$ 15 trilhões no primeiro semestre de 2025. Segundo o Banco Central, o sistema respondeu por 36,9 bilhões de operações — alta de 27,6% em comparação ao mesmo período de 2024.

Ao todo, foram 72,5 bilhões de transações financeiras no país entre janeiro e junho, somando R$ 59,7 trilhões. O relatório do Banco Central, segundo o Metrópoles, mostra que o Pix foi o principal responsável pelo aumento geral das operações financeiras, que cresceram 15,2% em volume e 14,5% em valor. Criado em 2020, o sistema já representa 50,9% de todas as transações realizadas no país, superando com folga outras formas de pagamento.

Transações entre pessoas e empresas puxam alta

Entre as operações processadas pelo Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), administrado pelo Banco Central, 45% ocorreram entre pessoas físicas e 42,1% entre consumidores e empresas. Apenas 12,5% foram entre companhias e 0,4% envolveram órgãos públicos. O Pix Saque também avança como alternativa ao dinheiro físico: o serviço cresceu 36,2% e chegou a 7,7 milhões de operações no semestre.

Cartões mantêm relevância, mas perdem espaço

Mesmo com o domínio do Pix, os cartões ainda têm papel expressivo, respondendo por 34,3% das transações. O cartão de crédito lidera entre as modalidades, com aumento de 9,7% e 243 milhões de cartões ativos. Ele concentra 69,3% do volume financeiro movimentado e registrou crescimento de 14,2% no semestre.

TED ainda movimenta o maior volume de recursos

Embora o Pix lidere em número de operações, a Transferência Eletrônica Disponível (TED) ainda responde por 37,1% do valor total movimentado no semestre. O Pix aparece em segundo, com 26,5%. Os boletos bancários cresceram 4,6%, alcançando 8,1% do volume financeiro, enquanto o uso de cheques recuou 16,5%, representando apenas 0,6% do total.

Tarifas e taxas de cartões

As tarifas médias de intercâmbio — cobradas pelas operadoras aos lojistas — seguem dentro dos limites do Banco Central: 0,50% no débito, 0,70% no pré-pago e 1,68% no crédito. O leve aumento neste último caso, de acordo com a reportagem, é atribuído à expansão dos cartões premium, como platinum e black, que somam 58,3 milhões de unidades — alta de 16,7% em relação a 2024. As taxas de desconto também diminuíram: no crédito, de 2,32% para 2,16%; no débito, de 1,14% para 1,08%.

Uso de dinheiro físico cai em todos os canais

Com a digitalização dos pagamentos, os saques tradicionais caíram 12,7% no semestre. O recuo ocorreu em todos os canais: 18,2% em agências, 13,2% em caixas eletrônicos e 11,1% em correspondentes bancários.

Ajude o Blog do Sidnei Costa

Faça um Pix de qualquer valor e contribua para manter nosso trabalho. Clique no botão abaixo para copiar a chave Pix.

Chave Pix: 72412763372
Publicidade