Vivere Press e Qualimedia alegam falta de pagamento por serviços prestados à candidatura de Marçal à Prefeitura de São Paulo
247 – Duas empresas, Vivere Press e Qualimedia, decidiram acionar a Justiça contra a campanha de Pablo Marçal (PRTB) à Prefeitura de São Paulo, alegando não terem recebido pagamentos por serviços prestados. As dívidas, que somam R$ 1,5 milhão, referem-se a contratos firmados para a estruturação da candidatura do influenciador. A Vivere Press já ajuizou uma ação na 25ª Vara Cível da capital, cobrando R$ 625 mil, enquanto a Qualimedia pretende formalizar sua ação, que ultrapassa R$ 875 mil, nos próximos dias, destaca o Metrópoles.
De acordo com as empresas, os contratos foram assinados antes do início do período eleitoral, e ambos envolviam a aplicação de capital próprio pelas contratadas. A Vivere Press, que firmou o acordo em 2 de agosto, foi contratada para intermediação de entrevistas e direção de material publicitário. A Qualimedia, por sua vez, ficou responsável pela análise de dados e monitoramento de redes. No entanto, ambas afirmam que os pagamentos acordados não foram realizados nas datas previstas, mesmo após tentativas de conciliação com o presidente do PRTB, Leonardo Avalanche.
Pablo Marçal declarou à Justiça Eleitoral ter arrecadado R$ 6,4 milhões em doações para a campanha e informou já ter utilizado R$ 2,8 milhões, porém sem registrar despesas relacionadas aos serviços das empresas que agora o processam. O advogado da Qualimedia, Filipi Gerhardt, afirmou que houve tentativas de acordo com o setor jurídico da campanha, mas sem êxito. Até o momento, a assessoria de Marçal não se pronunciou sobre as ações judiciais.
Animação tomou conta das ruas de Vargem Grande na tarde da última sexta-feira, 27
Faltando quatro dias para as eleições, o candidato a vereador, Dr. Júnior Castro (Republicanos), segue com o pé no acelerador para chegar a diferentes áreas de Vargem Grande.
Na tarde da última sexta-feira (27), acompanhado de apoiadores e de lideranças comunitárias, o jovem advogado fez um percurso de quase 7 quilômetros em mais de dez ruas da cidade, demonstrando o ritmo intenso que pretende imprimir nesta reta final da campanha.
A concentração começou às 17h00, em frente ao escritório do candidato, na Rua São Sebastião, de onde partiu em caminhada pelas principais vias do centro, finalizando o percurso em sua residência, na rua de onde partiu a comitiva.
Ao longo da caminhada, o Dr. Júnior foi cumprimentado por moradores e comerciantes animados com as propostas do candidato que faz uma campanha limpa e consciente.
“Quando a gente faz essa caminhada, a gente vê que vale a pena cada luta e cada conquista, porque é bom ver a cidade sorrindo. Mas a boa notícia é que esse trabalho está só no começo. Iremos ampliar ainda mais essa atuação com nosso mandato na Câmara”, discursou.
Disputando uma vaga pela oposição, o candidato a vereador vem fazendo uma campanha transparente e propositiva angariando, inclusive, apoio de diversos setores da sociedade vargem-grandense. Nas últimas semanas recebeu apoio de empresários e diversos empreendedores do município.
Apostadores têm até o dia 10 de outubro para sacar valores antes do bloqueio de 600 plataformas pela Anatel
247 – Apostadores que possuem dinheiro em plataformas de apostas eletrônicas não autorizadas no Brasil têm até o dia 10 de outubro para retirar os valores antes que Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) bloqueie cerca de 600 sites irregulares. Para evitar prejuízos, é fundamental que os usuários sigam os passos corretos para resgatar o saldo, já que essas empresas não terão mais acesso permitido no país a partir do dia 11, destaca a Folha.
O primeiro passo é acessar o site ou aplicativo da plataforma de apostas e realizar o login. Em seguida, o apostador deve verificar o saldo disponível e escolher a opção de saque, informando os dados bancários para onde o dinheiro será transferido. As opções de retirada incluem Pix, que é instantâneo, ou TED, que depende de dias úteis para processamento.
Se o valor não for recebido após o pedido de saque, o apostador deve entrar em contato com o suporte da plataforma. Caso o problema persista, a orientação é buscar ajuda em órgãos de defesa do consumidor, como o Procon. É importante agir rapidamente antes do bloqueio definitivo, já que fraudes e problemas judiciais podem dificultar o reembolso de valores retidos.

Nesta terça-feira (1º), a direção do Partido Novo ingressou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com uma representação contra o Instituto Veritá, alegando possíveis falhas e indícios de fraudes em uma pesquisa eleitoral. O Partido apresentou à Justiça Eleitoral provas que comprometem a imparcialidade da pesquisa realizada pelo Instituto na capital maranhense. A denúncia foi acompanhada por um vídeo que mostra uma suposta falha no sistema de coleta de dados. No vídeo, um eleitor tenta participar da pesquisa e, ao digitar o número correspondente ao nome do candidato Wellington, do Partido Novo, mas sistema não reconhece a opção.
De acordo com os argumentos apresentados na ação, essa falha compromete a credibilidade da pesquisa e pode ter influenciado os resultados.
DOS FATOS:
Um eleitor gravou um vídeo durante a ligação do Instituto Veritá, na qual tentou marcar o número correspondente ao nome do candidato do Partido Novo, Wellington do Curso, mas não obteve sucesso. Foram duas tentativas, ambas frustradas. É inaceitável que uma pesquisa eleitoral apresente falhas dessa natureza. A Direção do Partido Novo prefere acreditar que não foi proposital, mas espera que o Instituto corrija e melhore a forma de coleta de dados para a pesquisa eleitoral em São Luís.
Diante da situação, o Novo acionou a Justiça Eleitoral, solicitando a suspensão da divulgação dos resultados, com o objetivo de não prejudicar a avaliação dos eleitores e evitar desequilíbrios na disputa nesta reta final de campanha.

O candidato a prefeito de São Luís, Duarte (PSB), reagiu duramente contra as fake news promovidas pela campanha do atual prefeito e candidato à reeleição, Eduardo Braide (PSD). Duarte denunciou que a propaganda eleitoral de Braide trouxe de volta uma acusação falsa usada em 2020, quando foi espalhado que Duarte teria agredido uma idosa. Na ocasião, a fake news foi amplamente desmentida, inclusive pela própria idosa citada, mas voltou à tona nesta campanha, o que gerou indignação no candidato.
Duarte não economizou nas críticas. “Acabo de chegar de uma agenda e fui surpreendido com um disparo em massa de fake news contra mim, contra minha honra, contra minha família”, afirmou durante a gravação. O candidato classificou a ação como um “verdadeiro absurdo” e atribuiu o ataque ao desespero da equipe de Braide diante do cenário de segundo turno, que, segundo ele, se aproxima. “Isso só demonstra o seu desrespeito e o seu desespero, porque sabe que vai ter segundo turno. E no segundo turno ele não vai ter como fugir dos debates”, disparou.
Duarte ainda desafiou Braide a comparecer ao próximo debate eleitoral, agendado para esta quinta-feira (3), na TV Mirante, afiliada da Rede Globo, com o intuito de discutir o não cumprimento de promessas feitas por Braide durante sua gestão como prefeito. Ele destacou, entre os pontos negligenciados, a falta de um centro de reabilitação para pessoas com deficiência, a inexistência de um hospital do câncer e a ausência de maternidades, ressaltando que São Luís é a 17ª cidade mais rica do país e carece de serviços essenciais para a população.
Em resposta ao ataque, Duarte afirmou que está acionando a Polícia Federal para investigar o disparo em massa de fake news. O candidato também relembrou que Braide já é investigado pela Polícia Federal em outros casos e reforçou que manterá sua postura de transparência e legalidade. “Eu sou ficha limpa. E agora você vai ser mais uma vez investigado por esse disparo em massa contra mim, contra minha honra. Fake news é crime”, declarou Duarte, mostrando confiança de que a justiça será feita e que São Luís se livrará dessas práticas.
Grupo criminoso oferecia até R$ 40 mil para que candidatos desistissem do pleito
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (2/10) a Operação Funâmbulo, que tem como objetivo reprimir associação criminosa voltada ao cometimento de crimes eleitorais na cidade de Caxias. Os investigados ofereciam até R$ 40 mil, em espécie, para que candidatos desistissem da campanha eleitoral e apoiassem outro grupo, com a finalidade de prejudicar a quantidade mínima de candidatos registrados no partido adversário.
A investigação levou à identificação da associação criminosa que vem cometendo os crimes eleitorais investigados. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão no município de Caxias, nas residências dos investigados vinculados ao esquema criminoso. Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e diversos crimes previstos na legislação eleitoral.
Os valores em espécie e materiais apreendidos serão encaminhados à Justiça Eleitoral e, quando autorizado judicialmente, serão encaminhados para a realização de exames periciais visando a coleta de novos elementos, pessoas envolvidas e a identificação de outros crimes relacionados.
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