Pirapemas está abandonada! Enquanto o povo clama por socorro e a cidade afunda em buracos, mato alto, pontes caídas e escolas sucateadas, o prefeito Fernando Cutrim e seu sogro, o ex-prefeito Iomar Salvador, viraram as costas para a população e até para os próprios aliados políticos.
Nesta sexta-feira (27), o prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, realizou a entrega oficial da Praça Vereador Jorge Marú, localizada no bairro Maiobão, ao lado da Escola José Maria Ramos Martins e da Quadra Jorge Marú. A nova praça é uma homenagem ao saudoso vereador que também presidiu a Câmara Municipal e deixou um legado de dedicação ao povo luminense.
Com mais de 500 metros quadrados de área construída, o novo espaço de lazer e convivência conta com quadra de areia, um playground totalmente renovado, brinquedos seguros e coloridos para as crianças, além de pinturas lúdicas que tornam o ambiente mais alegre e estimulante.
A cerimônia de inauguração contou com a presença da viúva de Jorge Marú, Josi Braga, do presidente da Câmara, Fernando Feitosa, secretários municipais, vereadores e dezenas de moradores da região, que celebraram mais esse importante investimento para a comunidade do Maiobão.
Durante a solenidade, Josi Braga, emocionada, falou sobre a importância da homenagem. “Hoje é um dia de gratidão. Esta praça eterniza o nome de um homem que dedicou a vida à comunidade de Paço do Lumiar. Ver o nome do Jorge estampado neste espaço tão bonito e cheio de vida é uma honra que nossa família jamais esquecerá. Meu sentimento é de orgulho e saudade.” – declarou.
Além do espaço infantil, o projeto priorizou a acessibilidade, com rampas e caminhos adaptados, garantindo autonomia para todas as pessoas. Também foram realizados trabalhos de paisagismo, com o plantio de espécies ornamentais e arborização, proporcionando sombra e bem-estar natural.
A praça recebeu novos equipamentos urbanos, como bancos, lixeiras, iluminação eficiente e um conjunto de placas informativas e educativas, reforçando o cuidado com a preservação e o uso consciente do espaço público.
O prefeito Fred Campos destacou que a entrega da Praça Jorge Marú é mais uma demonstração do compromisso da gestão com a valorização das famílias e da história luminense. “Estamos entregando muito mais que uma praça: estamos entregando respeito à memória de um grande homem e qualidade de vida para o nosso povo. Esse espaço foi pensado com carinho, acessibilidade, segurança e beleza. É uma conquista do Maiobão e de toda Paço do Lumiar.” – afirmou o prefeito.
A Praça Vereador Jorge Marú já está aberta ao público e deve se tornar um novo ponto de encontro para lazer, esportes e convivência familiar no bairro do Maiobão.

Após ser eleito e empossado Terceiro Vice-presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão, em sessão extraordinária nesta quinta-feira (26), o deputado Catulé Júnior (PP) fez um discurso contundente e revestido de reconhecimento à força e à unidade dos deputados da base aliada ao governador Carlos Brandão (PSB). Também enfatizou a liderança da presidente da Alema, deputada Iracema Vale (PSB).
“Esse resultado representa o reforço na unidade da base do governo aqui na Assembleia e, mais que isso, da liderança da presidente Iracema Vale. Eu acho que esse resultado demonstra que, cada vez, a Casa confia na sua liderança, na sua presidência”, declarou Catulé Júnior.
A chefe do Legislativo destacou que o resultado da votação coloca no passado o cenário que, em novembro do ano passado, levou ao empate por 21×21, na eleição para a presidência da Casa – quando ela foi consagrada vitoriosa pelo critério de mais idade.
“Totalmente superado, base do governo recomposta, demonstração de força, de unidade. A base do governo Carlos Brandão demonstra, hoje, para o povo do Maranhão a sua unidade, a sua força, colocando uma maioria ampla na votação para o deputado Catulé Júnior”, afirmou Iracema Vale.
Apoio
O parlamentar agradeceu o apoio recebido da presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB), assim como a confiança dos 31 colegas de Parlamento que votaram nele. De forma especial, enalteceu o apoio da bancada do partido Progressista e dos parlamentares de Caxias, sua base, que esqueceram as querelas regionais e se uniram pela vitória de seu nome.
“Quero também agradecer os deputados que representam a minha amada e querida Caxias. Nós, numa forma de maturidade, colocamos as divergências locais de lado e mostramos a unidade do campo governista aqui na Assembleia”, declarou, citando nominalmente os deputados Adelmo Soares (PSB), Daniella (PSB) e Cláudia Coutinho (PDT).

Primeiro colocado em pesquisa para governador do Estado no município de Caxias, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), tem a preferência do eleitorado na cidade, com 32,91%. O levantamento foi realizado pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão).
Em cenário estimulado, o segundo colocado no levantamento é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 24,05%; seguido pelo vice-governador Felipe Camarão (PT), que tem 21,52%; e pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 8,86%. De acordo com a pesquisa, 5,06% disseram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 7,59% não souberam ou não opinaram.
Para o Senado, em cenário estimulado, a pesquisa aponta o governador Carlos Brandão (PSB) em primeiro lugar, com 46,84%. O senador Weverton Rocha (PD) vem em segundo, com 24,05%.
Na sequência, vem a senadora Eliziane Gama (PSD), com 5,06%; e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), também com 5,06%. O deputado federal Pedro Lucas (União) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) aparecem com o mesmo percentual, 1,27%. Os dados apontam, ainda, que 3,80% não votariam em nenhum dos pré-candidatos apresentados e 12,66% não souberam ou não opinaram.

Atacando em várias frentes, a oposição cria embaraços do Maranhão que só trazem prejuízos ao maranhense. É uma tentativa de atacar o governador Carlos Brandão a qualquer custo. Nem que para isso tenha que importar uma advogada de Minas Gerais para dar pitaco na escolha do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.
A advogada Clara Alcântara foi aceita pelo ministro do STF, Flávio Dino, como amiga da corte no processo do partido Solidariedade que questiona a escolha para o Tribunal de Contas. Qual o interesse de uma advogada mineira, sem laços com o Maranhão, tem com o TCE?
A questão jurídica nasceu do ninho do dinismo, aqueles que ficaram órfãos quando o ex-governador Flávio Dino foi alçado a mais alta Corte. E pela ironia do destino, ou não, Dino (o do STF) está julgando as questões político-administrativas do estado que outrora foi administrado por ele.
As derrotas estão sendo sucessivas e o que tem restado para a oposição é prolongar os embates, mesmo que eles pareçam perdido. É como se estivessem esperando uma intervenção divina para tirar Brandão do cargo ou suspender suas prerrogativas de governador, como escolher um membro do Tribunal de Contas do Estado.
A ‘coça’ que a bancada de oposição levou na escolha do terceiro vice-presidente da Assembleia é uma mostra que o Governo está sempre um passo à frente dos saudosos poderosos. Fernando Braide perdeu a disputa para Catulé Jr na vaga da mesa diretora.

A prova da segunda fase do 43º Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), realizada no último domingo (15), tem sido alvo de críticas por parte dos candidatos, que alegam irregularidades na formulação de uma das questões da área de Direito do Trabalho. Para eles, a banca examinadora descumpriu o próprio edital ao cobrar uma peça jurídica considerada incomum e controversa.
Na segunda fase do exame, os participantes precisam elaborar uma peça profissional, um documento jurídico que simula uma atuação real em processos, além de responder a quatro questões discursivas. A prova tem valor total de 10 pontos, sendo 5 destinados à peça e 5 às questões. Para ser aprovado, o candidato deve alcançar, no mínimo, 6 pontos. A escolha correta da peça é fundamental: um erro nesse ponto costuma resultar em reprovação automática.
O centro da controvérsia está na exigência de uma “Exceção de Pré-Executividade” (EPE) como resposta correta à peça jurídica cobrada. Embora o instrumento possa ser utilizado na execução trabalhista, é considerado excepcional, com uso pouco frequente, jurisprudência escassa e sem previsão legal expressa.
Para muitos candidatos, a cobrança foi inadequada. “A EPE é raramente utilizada na prática trabalhista e não possui jurisprudência consolidada nem base legal clara. Isso compromete a legalidade do exame e a isonomia entre os candidatos”, afirmou a candidata Ketlyn Rodrigues.
As críticas se intensificaram nas redes sociais, com candidatos questionando a objetividade da banca e solicitando formalmente a anulação da questão. A OAB Nacional chegou a divulgar uma nota em seus perfis oficiais, afirmando que a peça estava prevista no edital e que havia respaldo jurisprudencial para sua cobrança. A nota também informou que, diante das manifestações, o “agravo de petição” passaria a ser aceito como resposta alternativa. Contudo, a publicação foi posteriormente retirada do ar e, até o momento, a instituição não se manifestou novamente.
Para os examinados, o enunciado da questão era vago, abrindo margem para outras respostas plausíveis, como embargos à execução, mandado de segurança ou petição simples. “O enunciado dava margem a múltiplas interpretações. Só depois da pressão é que aceitaram o agravo de petição, o que mostra que havia falhas claras”, disse a candidata Victoria Lorena. Ela também destacou que a exigência de apenas uma peça fere o Tema 485 do STF, que proíbe respostas únicas quando há mais de uma solução juridicamente fundamentada.
Elizangela Rodrigues, maranhense, bacharel em direito também expressou frustração: “Me preparei com muito sacrifício. Tive que cancelar alunos como personal trainer para ter tempo de estudar. Quando me deparei com aquele enunciado confuso, veio o medo. Depois de tudo, fui penalizada por um critério que não estava claro. Não foi erro meu, foi da banca.”
Diante da repercussão, os pedidos de anulação continuam sendo compartilhados e discutidos nas redes. Até o fechamento desta reportagem, a OAB não havia respondido aos questionamentos da imprensa.
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