Clínica enfrenta dificuldades financeiras devido a atrasos em pagamentos no Cedro…

Conforme relatos de funcionários e prestadores de serviços entrevistados pela reportagem, diversos pagamentos não foram efetuados nos últimos meses. Entre as queixas, há profissionais que afirmam não ter recebido valores referentes a suas remunerações e fornecedores que denunciam atrasos acumulados no laboratório Cedro.

Essa situação tem gerado preocupação e incerteza entre os colaboradores, que até então exerciam suas funções em uma clínica reconhecida pela excelência e organização.

Um dos prestadores de serviço contou que foi instruído a emitir uma nota fiscal para receber um pagamento pendente, mas afirma que o valor não foi repassado posteriormente, como havia sido prometido. “Fui orientado a emitir a NF para liberar o processo, mas até agora não recebi nada. Fiquei no prejuízo”, declarou.

De acordo com os trabalhadores, essa prática teria ocorrido com outros profissionais e empresas contratadas.

A reportagem tentou contato com a direção do laboratório Cedro, mas não obteve resposta até o fechamento deste artigo. Representantes da Cedro também não retornaram os contatos para comentar as denúncias. Enquanto isso, os funcionários continuam a exigir transparência e regularização dos pagamentos, temendo que a crise financeira comprometa ainda mais o funcionamento de um dos centros de saúde mais bem avaliados da região. O Laboratório Cedro foi fundado por Ilma Fiquene Hachem e seus filhos, Dr. Elie Georges Hachem e Dra. Samira Georges Hachem Muniz.

Documento da CPI do INSS aponta ministros, senadores e deputados na lista telefônica do dono do Banco MasterDaniel Vorcaro, controlador do Banco Master

Conhecido em Brasília por exibir proximidade com figuras centrais do poder, o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, mantinha em seu telefone uma extensa lista de contatos que inclui ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e integrantes do alto escalão do Congresso Nacional. O material passou a ser analisado após a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telemático do banqueiro no âmbito das investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS. As informações são do jornal O Globo.

A CPI recebeu um arquivo contendo a agenda telefônica registrada no aparelho de Vorcaro. O levantamento identificou pelo menos três ministros do STF, cinco senadores, cerca de 20 deputados federais e um governador entre os contatos. O documento não apresenta registros de mensagens ou ligações, apenas a listagem de números armazenados. Procurado, Vorcaro não se manifestou.

Entre os nomes que aparecem na agenda está o do ministro do STF Dias Toffoli, responsável por conduzir na Corte a investigação sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.  Toffoli viajou em um jato particular a Lima, no Peru, acompanhado do advogado de um diretor da instituição financeira. Dias após a viagem, o ministro decretou o sigilo do inquérito e determinou que todas as apurações relacionadas ao banco passassem a tramitar no Supremo.

Na sexta-feira seguinte, Toffoli retirou da CPI o acesso integral aos dados obtidos com as quebras de sigilo, incluindo informações financeiras e mensagens de WhatsApp. Em nota, o gabinete do ministro informou que a defesa do empresário havia solicitado a anulação das medidas, pedido que foi negado. Em vez disso, Toffoli determinou que o material fosse encaminhado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e mantido sob guarda da presidência da Casa até nova deliberação do STF.

Foi no Senado que, em 2024, ocorreu um debate legislativo que poderia ter favorecido o Banco Master durante seu processo de expansão. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), cujo nome consta na lista de contatos do banqueiro, apresentou uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da autonomia financeira do Banco Central. A sugestão elevava de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para aplicações como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), principal produto do banco. A proposta, conhecida nos bastidores como “emenda Master”, acabou não sendo incorporada ao texto final. À época, Nogueira negou intenção de beneficiar a instituição e, agora, não se manifestou.

Outro ministro do STF citado na agenda é Alexandre de Moraes, que também não comentou. Agentes da Polícia Federal encontraram no celular de Vorcaro um contrato de prestação de serviços entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. O documento previa remuneração mensal de R$ 3,6 milhões.O ministro Kassio Nunes Marques, igualmente listado na agenda, afirmou ao O Globo que não mantém qualquer relação com Vorcaro. Segundo ele, seu contato ficou amplamente divulgado após a sabatina no Senado, em 2020, o que explicaria a presença do número em agendas de pessoas desconhecidas.

No Legislativo, aparecem os nomes do atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e de seu antecessor, Arthur Lira (PP-AL). Motta não se pronunciou. Lira declarou que não possui relação com o empresário e que nunca falou com ele por telefone, lembrando apenas de dois “encontros institucionais”.

Vorcaro é considerado peça central nas investigações sobre um suposto esquema de fraudes envolvendo a concessão de créditos falsos e crimes contra o sistema financeiro. Ele chegou a ficar preso por nove dias e foi solto com o uso de tornozeleira eletrônica. A apuração da Polícia Federal aponta indícios de que uma operação financeira de R$ 12,2 bilhões teria sido articulada por “pura camaradagem”, numa “tentativa de abafar a fiscalização” do Banco Central. Em novembro, o BC decretou a liquidação do Banco Master.

Antes de se tornar alvo das investigações, Vorcaro costumava destacar, em conversas com interlocutores, a relevância de sua rede de relações políticas. Ele afirmava ter feito “fortes amigos” em Brasília e dizia que, sem esse tipo de proteção, não teria alcançado o mesmo espaço no sistema financeiro.

Um dos episódios relatados pelo próprio banqueiro envolvia as negociações com o Banco de Brasília (BRB) para a compra do Master. Segundo ele, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), teria procurado um aliado político para obter referências sobre seu histórico e recebido avaliações positivas, o que ajudou a destravar o negócio de R$ 12,2 bilhões. Ibaneis aparece na lista de contatos, mas negou a versão. “Ele estava vendendo o banco para o BRB. Nada mais natural que tivesse meu telefone”, afirmou o governador.

Além da agenda telefônica, Vorcaro utilizava uma residência de alto padrão em Brasília como espaço de convivência com autoridades. Em 2024, ele adquiriu por R$ 36 milhões uma mansão de 1.700 metros quadrados, em condomínio fechado com vista para o Lago Paranoá. O imóvel se tornou ponto de encontro de parlamentares e outras figuras influentes da capital federal.

Tribunal de Contas analisa ressarcimento de R$ 284 mil por pagamentos irregularesAndré Fufuca

 O atual ministro do Esporte, André Fufuca (PP-MA), é citado em um processo que apura a nomeação de uma funcionária fantasma na Câmara dos Deputados durante o período em que exerceu o cargo de quarto-secretário da Mesa Diretora da Casa. O caso envolve pagamentos considerados irregulares, feitos entre 2019 e 2020, e resultou na abertura de uma Tomada de Contas Especial (TCE) no Tribunal de Contas da União (TCU), que busca o ressarcimento de valores aos cofres públicos, informa Tácio Lorran, do Metrópoles.

Embora a área técnica da Corte de Contas tenha defendido a responsabilização do então deputado federal, o relator do caso, ministro Jorge Oliveira, decidiu não incluí-lo formalmente no polo passivo do processo neste momento.

Funcionária acumulava cargos e salários

A servidora em questão é Katiane Ferreira Barboza, nomeada por André Fufuca para um cargo comissionado de natureza especial (CNE) na quarta-secretaria da Câmara dos Deputados. O posto exigia cumprimento de expediente presencial, conforme o regimento interno da Casa. No entanto, durante o mesmo período, Katiane também ocupava um cargo no Ministério da Saúde, em Brasília.

Segundo apuração interna da Câmara, Katiane recebeu remuneração sem comprovar a efetiva prestação de serviços no Legislativo. A soma dos salários e benefícios pagos chegou a R$ 284 mil, valor atualizado que agora é alvo de cobrança pelo TCU.

Processo administrativo e envio ao TCU

Após a identificação das irregularidades, a Câmara dos Deputados instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que concluiu pela prática de “fraude ao sistema de controle de frequência” e pelo recebimento de valores “sem a efetiva contraprestação laboral”. Com o encerramento do PAD, o caso foi encaminhado ao Tribunal de Contas da União para abertura da Tomada de Contas Especial.

A área técnica do TCU sustentou que André Fufuca deveria ser incluído no processo, por ter sido o responsável pela nomeação da servidora. Em parecer, os auditores afirmaram que o parlamentar “contribuiu para o pagamento indevido de remuneração e o consequente dano ao erário”.

Relator afasta, por ora, responsabilização do ministro

Apesar da recomendação técnica, o ministro Jorge Oliveira decidiu rejeitar a inclusão de André Fufuca na TCE. Em despacho datado de 25 de julho, o relator optou por responsabilizar apenas a ex-servidora e seu chefe imediato à época.

Na decisão, Jorge Oliveira argumentou que a alteração do regime de controle de frequência, apontada como uma das falhas, era prevista normativamente. “Apesar de concordar com a análise do Diretor, observo que a alteração do regime de controle de frequência é medida prevista normativamente e, por si só, não tem a capacidade de contribuir para o descumprimento da jornada de trabalho”, escreveu.

Cobrança e risco de sanções

Com a decisão, apenas Katiane Barboza e o chefe imediato dela foram formalmente notificados pelo TCU. Ambos tiveram prazo de 15 dias para quitar o débito ou apresentar defesa, o que não ocorreu dentro do período estipulado.

Em ofício enviado aos citados, o Tribunal alertou: “A não apresentação das alegações de defesa ou a eventual rejeição dessas poderá ensejar, além do julgamento pela irregularidade das contas do responsável, a condenação ao pagamento do débito, bem como imputação de multa”. O documento informa que o valor atualizado, com juros, chega a R$ 284.362,24.

Mesmo que o montante seja devolvido, os envolvidos ainda podem sofrer sanções administrativas. O processo segue em análise e ainda não houve julgamento definitivo nem voto final do relator.

Durante o PAD, Katiane Barboza admitiu o erro ao acumular dois cargos, mas negou ser funcionária fantasma. Ela afirmou que cumpria demandas de André Fufuca de forma remota e declarou que o então deputado tinha conhecimento de sua atuação simultânea na Câmara e no Ministério da Saúde.

Já André Fufuca apresentou versão distinta. Em depoimento, negou saber do acúmulo de cargos, disse que tinha pouco contato com a servidora e afirmou não ser responsável por repassar tarefas a ela. O parlamentar também declarou que Katiane teria sido cedida “informalmente” à liderança do PP, embora a chefe de gabinete do partido à época tenha afirmado à comissão que não conhecia a servidora e que ela não atuou para a legenda.

Punição administrativa e desdobramentos

Ao final do Processo Administrativo Disciplinar, a comissão concluiu que Katiane Barboza não conseguiu comprovar que trabalhou efetivamente para a Câmara dos Deputados. Como consequência, ela foi punida com destituição do cargo em comissão, ficando impedida de ocupar função pública.

Embora André Fufuca não tenha sido incluído formalmente no processo até agora, a Tomada de Contas Especial permanece em andamento. A última movimentação registrada no TCU ocorreu em 25 de novembro, e a possibilidade de novas apurações ou responsabilizações segue aberta no âmbito da Corte de Contas.

 

Chegando agora de mais uma entrega de benefícios, e vocês sabem: eu não paro.
Anunciamos há pouco mais um Posto de Saúde construído.
Ao todo, já são 13 Unidades Básicas de Saúde entregues e 21 em pleno funcionamento, atendendo a população.

Também anunciamos escola climatizada para as crianças e bloquetes para o povoado Centro da Pedreira, levando infraestrutura e mais qualidade de vida às famílias.

Vocês me conhecem.
Não gosto de mimimi.
Meu negócio é gestão planejada, humanizada e de resultado. É fazer acontecer.

Onde eu estiver, aqui no município, em São Luís ou em Brasília, é lutando pra garantir benefício pra população.
Se uma porta se fecha, eu empurro até que se abra, porque conheço a necessidade de quem está lá na base.
Trabalho que muda vidas é isso. Desistir não é opção.

Fernando Cutrim dá sinais de desgaste e já sente a pressão de João da Pirapemas Móveis

O mais recente discurso do prefeito Fernando Cutrim, em Pirapemas, deixou mais perguntas do que respostas — e acendeu um alerta vermelho no cenário político local. Sem propostas claras, sem energia e visivelmente incomodado, o prefeito demonstrou aquilo que muitos já comentam nos bastidores: o grupo no poder começa a sentir que pode perder a Prefeitura.

Enquanto Cutrim falou olhando para trás, tentando justificar críticas e rebater comentários, o povo esperava olhar para frente. O resultado foi um discurso considerado fraco, defensivo e sem entusiasmo, típico de quem já não controla mais a narrativa.

Do outro lado, cresce silenciosamente — e com força — o nome do empresário João da Pirapemas Móveis, filho da terra, conhecido pelo trabalho, pela geração de empregos e pela proximidade real com a população. Sem ataques, sem palco armado, João vem ganhando espaço justamente onde mais importa: na confiança do povo.

Nos corredores da cidade, a leitura é quase unânime:
👉 quando o discurso vira desabafo, é porque a base já não está tão firme.

A eleição ainda está distante, é verdade. Mas, em política, quem se explica demais antes da hora geralmente já percebeu que o jogo virou. E o discurso recente do prefeito não soou como liderança — soou como preocupação.

Pirapemas começa a viver um novo momento. E, ao que tudo indica, o atual prefeito já percebeu que o caminho para a reeleição não será fácil — se é que ainda existe.

📌 O povo observa. O tempo responde. E a política cobra.

 

O que é importunação sexual? | Politize!

Um trabalho integrado entre as Polícias Civis do Estados do Maranhão e Pará resultou, na última quinta-feira(11), na cidade de Açailândia, no cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra um adolescente de 17 anos, alvo de uma investigação que apura o cometimento dos crimes de perseguição, injúria racial, importunação sexual e distribuição de conteúdo de abuso sexual infantil.

Conforme investigações da Polícia Civil do Pará, uma professora da cidade de Belém, passou a ser perseguida por redes sociais por um grupo de indivíduos que a ameaçava e enviava uma série de conteúdos sensíveis, sugerindo inclusive suicídio. A investigação identificou que um dos usuários era morador da cidade de Açailândia, sendo então representada pela busca e apreensão domiciliar.

De posse da ordem judicial, uma equipe da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa(DHPP) de Açailândia, esteve na residência do investigado, onde apreendeu um aparelho celular e um computador.

O menor confessou a prática dos delitos informando que teria sido obrigado a cometer os delitos após ser ameaçado por outros usuários de redes sociais, os quais teria conhecido através do aplicativo de mensagens DISCORD, usado, ao menos em tese, por crianças e adolescentes para a troca de informações sobre jogos, mas que segundo as investigações policiais, estaria sendo usado por abusadores infantis para atrair suas vítimas.

A DHPP de Açailândia faz um alerta aos pais que tenham a máxima atenção ao conteúdo que seus filhos utilizam na rede mundial de computadores e se utilizem de mecanismos de bloqueio de determinados jogos e aplicativos.

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