Brandão fala de um lado e outros choram de outro

Governo do Maranhão tem aprovação de 63,9%, aponta Instituto Opinião

Toda vez que o governador Carlos Brandão repete, sem rodeios, que não vai renunciar, tem gente que se contorce em silêncio. Fica sentido, inquieto, quase aflito. E aí corre para as redes sociais ou tribuna se lamentar. O choro é livre!

O problema é a memória: a lembrança de que 2027 não deixará apenas Brandão sem mandato, abrindo espaço para sua sucessão com Orleans, mas ameaça quem é apegado ao poder. Sem a caneta, sem a máquina, some também a muleta eleitoral de quem nunca aprendeu a caminhar sozinho. E aí bate o desespero de quem depende do poder para existir politicamente.

No fundo, o incômodo não é com a decisão do Palácio, mas com o espelho. Porque, como já definiu Mical Damasceno, jabuti fora do toco não se sustenta. E, desse jeito, o barulho que se ouve não é de articulação — é só um lago de lágrimas.

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